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	Comentários sobre: As armadilhas jurídicas do &#034;Viver sem Limites&#034;	</title>
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		<title>
		Por: Ana Lessa maria		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/as-armadilhas-juridicas-do-viver-sem-limites.html#comment-7920</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Lessa maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 20:18:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prezados,
É com enorme tristeza que escrevo esse relato. Hoje 22/12/2011 me dirigi ao instituto Marcos Freitas com meus três filhos para que fizessem uma avaliação antes da matricula.Para minha surpresa fui conduzida a uma sala isolada para que pudessem me informar que um dos meus três filhos não poderia ser matriculado e nem fazer a avaliação por conta do o que foi exposto a coordenadora Sra. Meire e Sr Marcos Peçanha dono da instituição.Ocorre que antes que meus filhos fossem avaliados expliquei aos coordenadores que um deles precisaria de uma atenção maior por ser portador de baixa visão. Ao chagar na instituição hoje fui informada de que ele não faria a avaliação por conta da falta de habilidade da escola em lidar com o caso. Recorri ao dono da escola Sr marcos Peçanha, informei que apesar da baixa visão meu filho conseguiria acompanhar a aula, bastava somente quando o professor fosse escrever no quadro o mesmo ditasse.Tive como resposta um não categórico, onde mesmo disse ser impossível porque meu filho não acompanharia a turma segundo a opinião dele. Bem por conta do ocorrido os outros dois também foram impedidos de fazer a avaliação.
Graças a Deus por conta da pré avalalição da coordenadora e pedagoga Sra. Meire a qual me informou que provavelmente o aluno não pudesse estudar na instituição por causa da sua baixa visão, no mesmo dia eu recorri ao colégio Santo Antonio este  sim foi extremamente receptivo, marcando a avaliação para o dia 20/12/2011, a qual fizeram. E após meu filho ser discriminado no Marcos Freitas fui ao Colégio Santo Antonio saber o rendimento das crianças na prova. O meu filho com baixa visão foi o único que passou na prova sem nenhuma restrição, obteve media 8,7. O que me levou a voltar no colégio para que fosse avaliado foi o fato deles gostarem muito da estrutura física do colégio optando pelo mesmo. Infelizmente ou felizmente não consegui. E tenho certeza que será muito bem conduzido no Santo Antonio. Deixo aqui a minha frustração como ser humano e como mãe de saber que mesmo existindo lei que nos garanta igualdade não as temos.

Ana Lessa Maria
anamlessa@yahoo.com.br ou onezpintura@hotmail.com
21 9919-0195  8895-7303]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados,<br />
É com enorme tristeza que escrevo esse relato. Hoje 22/12/2011 me dirigi ao instituto Marcos Freitas com meus três filhos para que fizessem uma avaliação antes da matricula.Para minha surpresa fui conduzida a uma sala isolada para que pudessem me informar que um dos meus três filhos não poderia ser matriculado e nem fazer a avaliação por conta do o que foi exposto a coordenadora Sra. Meire e Sr Marcos Peçanha dono da instituição.Ocorre que antes que meus filhos fossem avaliados expliquei aos coordenadores que um deles precisaria de uma atenção maior por ser portador de baixa visão. Ao chagar na instituição hoje fui informada de que ele não faria a avaliação por conta da falta de habilidade da escola em lidar com o caso. Recorri ao dono da escola Sr marcos Peçanha, informei que apesar da baixa visão meu filho conseguiria acompanhar a aula, bastava somente quando o professor fosse escrever no quadro o mesmo ditasse.Tive como resposta um não categórico, onde mesmo disse ser impossível porque meu filho não acompanharia a turma segundo a opinião dele. Bem por conta do ocorrido os outros dois também foram impedidos de fazer a avaliação.<br />
Graças a Deus por conta da pré avalalição da coordenadora e pedagoga Sra. Meire a qual me informou que provavelmente o aluno não pudesse estudar na instituição por causa da sua baixa visão, no mesmo dia eu recorri ao colégio Santo Antonio este  sim foi extremamente receptivo, marcando a avaliação para o dia 20/12/2011, a qual fizeram. E após meu filho ser discriminado no Marcos Freitas fui ao Colégio Santo Antonio saber o rendimento das crianças na prova. O meu filho com baixa visão foi o único que passou na prova sem nenhuma restrição, obteve media 8,7. O que me levou a voltar no colégio para que fosse avaliado foi o fato deles gostarem muito da estrutura física do colégio optando pelo mesmo. Infelizmente ou felizmente não consegui. E tenho certeza que será muito bem conduzido no Santo Antonio. Deixo aqui a minha frustração como ser humano e como mãe de saber que mesmo existindo lei que nos garanta igualdade não as temos.</p>
<p>Ana Lessa Maria<br />
<a href="mailto:anamlessa@yahoo.com.br">anamlessa@yahoo.com.br</a> ou <a href="mailto:onezpintura@hotmail.com">onezpintura@hotmail.com</a><br />
21 9919-0195  8895-7303</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Professora Rose		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/as-armadilhas-juridicas-do-viver-sem-limites.html#comment-7919</link>

		<dc:creator><![CDATA[Professora Rose]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 00:46:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sou professora da rede Municipal em sp, além de mãe de uma crianças com TGD e tenho algumas considerações sobre o assunto:
Primeiro :acompanhei o trabalho de várias instituições de perto e posso garantir que nesse meio há trabalhos fantásticos bem como locais que não passavam de depósito humano, sem estrutura e pessoal habilitado. Os que desenvolviam ótimos trabalhos pude observar o PNE se desenvolver em sua amplitude, com atendimento multidisciplinar e respeito, além de promoverem a interação social, tão importante para o deficiente.
Segundo: a inclusão em escola regular, em alguns locais realmente há um esforço para que aconteça, mas está anos luz de ser efetiva. Primeiro há o discurso de colegas que dizem &quot; eu vou excluir 34 para incluir 1?&quot;, pois nas condições que esta a educação hoje nas escolas regulares, o professor se vê sem nenhum preparo ou capacitação, tendo que dar conta de um aluno, que na maioria das vezes nunca frequentou um ambiente restritivo e com regras tão inflexives, que não respeita sua condição. Testemunhei não uma, mas várias situações de exclusão extrema em sala de aula, em que a criança não passava de um &quot;fantasma&quot; em sala, só permanecendo horas a fio sem fazer ou participar de nenhuma atividade. Pergunto: isso é inclusão?. Esse mesmo aluno &quot;fantasma&quot; teve seu direito à um atendimento em uma instituição especial, onde era visto como uma pessoa que precisava de vários atendimentos interligados para seu desenvolvimento e foi literalmente jogado em um local muito diferente, sem atenção, sem planejamento e etc. Resultado: regrediu e muito em todos os aspectos, ficando mto agressivo e pondo em risco vários colegas de sala.
Concordo com a teoria da interação social para o desenvolvimento do ser humano, mas por outro lado fica a pergunta: será que o deficiente só tem na escola o modelo &quot; saudável&quot; para se espelhar? E  seu circulo familiar? não conta?.
Acho que a exemplo do Rio de Janeiro, a escolha qto a educação de crianças com deficiencia, seja ela qual for deveria ser escolha de seus pais e responsáveis, pois não há melhor especialista em comportamento de seus filhos que mães que lutam desde o nascimento por seus filhos especiais.
Fico pensando que essa estrada é longa e que podemos um dia ter uma verdadeira inclusão nas escolas regulares, mas quem pagará por todas as experiências frustadas de inclusão são pessoas que não tem como se defender, não tem voz e muitas vezes é representada por pessoas que só querem ficar algumas horas &quot;livre&quot; não importando onde os filhos estão, não se importando com a qualidade do que seus filhos estão fazendo, aceitando discurssos e desculpas esfarrapadas.
Só quem vive os dois lados da moeda pode opinar, não quem está apenas sendo pago para fazer leis inúteis.
Posso dizer que podemos observar a luta do surdo por educação, afinal o surdo em sua grande maioria é apenas surdo, pensa, é eleitor e etc. Com sua luta conseguiu o direito de ser respeitado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou professora da rede Municipal em sp, além de mãe de uma crianças com TGD e tenho algumas considerações sobre o assunto:<br />
Primeiro :acompanhei o trabalho de várias instituições de perto e posso garantir que nesse meio há trabalhos fantásticos bem como locais que não passavam de depósito humano, sem estrutura e pessoal habilitado. Os que desenvolviam ótimos trabalhos pude observar o PNE se desenvolver em sua amplitude, com atendimento multidisciplinar e respeito, além de promoverem a interação social, tão importante para o deficiente.<br />
Segundo: a inclusão em escola regular, em alguns locais realmente há um esforço para que aconteça, mas está anos luz de ser efetiva. Primeiro há o discurso de colegas que dizem &#8221; eu vou excluir 34 para incluir 1?&#8221;, pois nas condições que esta a educação hoje nas escolas regulares, o professor se vê sem nenhum preparo ou capacitação, tendo que dar conta de um aluno, que na maioria das vezes nunca frequentou um ambiente restritivo e com regras tão inflexives, que não respeita sua condição. Testemunhei não uma, mas várias situações de exclusão extrema em sala de aula, em que a criança não passava de um &#8220;fantasma&#8221; em sala, só permanecendo horas a fio sem fazer ou participar de nenhuma atividade. Pergunto: isso é inclusão?. Esse mesmo aluno &#8220;fantasma&#8221; teve seu direito à um atendimento em uma instituição especial, onde era visto como uma pessoa que precisava de vários atendimentos interligados para seu desenvolvimento e foi literalmente jogado em um local muito diferente, sem atenção, sem planejamento e etc. Resultado: regrediu e muito em todos os aspectos, ficando mto agressivo e pondo em risco vários colegas de sala.<br />
Concordo com a teoria da interação social para o desenvolvimento do ser humano, mas por outro lado fica a pergunta: será que o deficiente só tem na escola o modelo &#8221; saudável&#8221; para se espelhar? E  seu circulo familiar? não conta?.<br />
Acho que a exemplo do Rio de Janeiro, a escolha qto a educação de crianças com deficiencia, seja ela qual for deveria ser escolha de seus pais e responsáveis, pois não há melhor especialista em comportamento de seus filhos que mães que lutam desde o nascimento por seus filhos especiais.<br />
Fico pensando que essa estrada é longa e que podemos um dia ter uma verdadeira inclusão nas escolas regulares, mas quem pagará por todas as experiências frustadas de inclusão são pessoas que não tem como se defender, não tem voz e muitas vezes é representada por pessoas que só querem ficar algumas horas &#8220;livre&#8221; não importando onde os filhos estão, não se importando com a qualidade do que seus filhos estão fazendo, aceitando discurssos e desculpas esfarrapadas.<br />
Só quem vive os dois lados da moeda pode opinar, não quem está apenas sendo pago para fazer leis inúteis.<br />
Posso dizer que podemos observar a luta do surdo por educação, afinal o surdo em sua grande maioria é apenas surdo, pensa, é eleitor e etc. Com sua luta conseguiu o direito de ser respeitado.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Vera Garcia		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/as-armadilhas-juridicas-do-viver-sem-limites.html#comment-7918</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vera Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 11:03:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.deficienteciente.com.br/as-armadilhas-juridicas-do-viver-sem-limites.html#comment-7917&quot;&gt;Ari Vieira&lt;/a&gt;.

Fique à vontade, Ari!

Obrigada e beijos!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.deficienteciente.com.br/as-armadilhas-juridicas-do-viver-sem-limites.html#comment-7917">Ari Vieira</a>.</p>
<p>Fique à vontade, Ari!</p>
<p>Obrigada e beijos!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ari Vieira		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/as-armadilhas-juridicas-do-viver-sem-limites.html#comment-7917</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ari Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 16:28:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.deficienteciente.com.br/?p=7493#comment-7917</guid>

					<description><![CDATA[Vera, você é uma pessoa abençoada e iluminada. Que maravilha este texto e com sua permisssão vou levar para os professores do meu blog, citando seu site, naturalmente, que é uma importante ferramenta de consulta. Parabéns. Beijos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vera, você é uma pessoa abençoada e iluminada. Que maravilha este texto e com sua permisssão vou levar para os professores do meu blog, citando seu site, naturalmente, que é uma importante ferramenta de consulta. Parabéns. Beijos.</p>
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