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	Comentários sobre: Visões de um cadeirante	</title>
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		<title>
		Por: Patrícia Pinna		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/visoes-de-um-cadeirante.html#comment-10724</link>

		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Pinna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 19:03:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Boa tarde, Iracema. Um absurdo totalmente verdadeiro o que você relatou no  seu brilhante texto.
São raras as escolas, universidades que têm rampas, farmácias, enfim, tudo o que é preciso para o cadeirante usufruir de uma vida normal como quem não é e que você expressou muito bem.
Não creio que todos farão eco, pois é mais fácil reclamar, se acomodar, do que buscar soluções.Sinceramente eu lamento.
A situação é muito complicada, mas os órgãos públicos fazem-se de cego, mudo e surdo, mas a classe tem de continuar a lutar bravamente.
Todos temos direitos, mas imagino que não deva ser fácil fazer uso deles!
Boa sorte na sua luta, que deveria ser a de todos!
Beijos na alma e fique na paz!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde, Iracema. Um absurdo totalmente verdadeiro o que você relatou no  seu brilhante texto.<br />
São raras as escolas, universidades que têm rampas, farmácias, enfim, tudo o que é preciso para o cadeirante usufruir de uma vida normal como quem não é e que você expressou muito bem.<br />
Não creio que todos farão eco, pois é mais fácil reclamar, se acomodar, do que buscar soluções.Sinceramente eu lamento.<br />
A situação é muito complicada, mas os órgãos públicos fazem-se de cego, mudo e surdo, mas a classe tem de continuar a lutar bravamente.<br />
Todos temos direitos, mas imagino que não deva ser fácil fazer uso deles!<br />
Boa sorte na sua luta, que deveria ser a de todos!<br />
Beijos na alma e fique na paz!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: SILVIA MATEO PUIA		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/visoes-de-um-cadeirante.html#comment-10723</link>

		<dc:creator><![CDATA[SILVIA MATEO PUIA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 17:10:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sonia compartilho com você todas as necessidades, pois minha filha é cadeirante , hoje com 21 anos passa por todos estes obstáculos e também o descaso das nossas autoridades, mudei de SP na esperança de ter no interior mais respeito e uma vida mais acessível para minha filha, foi uma decepção nada muda, as pessoas só vão saber o que passamos quando sentirem na pele, mas, te confesso estou cansada de brigar, falar, tentar explicar nossas necessidades aos outros e me sinto impotente diante do descaso, em todos os sentidos, pois percebi que regras são só para minoria, pois a maioria das pessoas fazem o que bem entendem e tudo em nosso país acaba em pizza. Um abraço! Este foi um desabafo de uma mãe cansada de lutar sem resultados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sonia compartilho com você todas as necessidades, pois minha filha é cadeirante , hoje com 21 anos passa por todos estes obstáculos e também o descaso das nossas autoridades, mudei de SP na esperança de ter no interior mais respeito e uma vida mais acessível para minha filha, foi uma decepção nada muda, as pessoas só vão saber o que passamos quando sentirem na pele, mas, te confesso estou cansada de brigar, falar, tentar explicar nossas necessidades aos outros e me sinto impotente diante do descaso, em todos os sentidos, pois percebi que regras são só para minoria, pois a maioria das pessoas fazem o que bem entendem e tudo em nosso país acaba em pizza. Um abraço! Este foi um desabafo de uma mãe cansada de lutar sem resultados.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: regina		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/visoes-de-um-cadeirante.html#comment-10722</link>

		<dc:creator><![CDATA[regina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 01:25:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sou amputada e só tenho a perna direita. Tenho 2 filhos e 2 netos. Sou feliz na graça de Deus.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou amputada e só tenho a perna direita. Tenho 2 filhos e 2 netos. Sou feliz na graça de Deus.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Iracema Dantas		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/visoes-de-um-cadeirante.html#comment-10721</link>

		<dc:creator><![CDATA[Iracema Dantas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Apr 2013 20:38:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.deficienteciente.com.br/visoes-de-um-cadeirante.html#comment-10720&quot;&gt;Sonia Dezute&lt;/a&gt;.

Sonia, contate-me: iracemada@gmail.com
Podemos unir ideais... forças... conquistas.
Tenho 59 anos e tornei-me cadeirante em 2007. Também minha fala ficou comprometida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.deficienteciente.com.br/visoes-de-um-cadeirante.html#comment-10720">Sonia Dezute</a>.</p>
<p>Sonia, contate-me: <a href="mailto:iracemada@gmail.com">iracemada@gmail.com</a><br />
Podemos unir ideais&#8230; forças&#8230; conquistas.<br />
Tenho 59 anos e tornei-me cadeirante em 2007. Também minha fala ficou comprometida.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sonia Dezute		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/visoes-de-um-cadeirante.html#comment-10720</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sonia Dezute]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Apr 2013 02:29:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.deficienteciente.com.br/visoes-de-um-cadeirante.html#comment-10719&quot;&gt;Iracema Dantas&lt;/a&gt;.

Amiga Iracema, muitíssimo grata pela atenção ao meu texto. Suas palavras são bem realistas. Tenho cinquenta e dois anos de idade e travo uma luta imbatível pela conscientização, tanto na educação quanto nos ambientes que convivo. São &quot;passos&quot; de tarturarugas ( se é que podemos chamar de passos)
mas nossa união é tudo. Essa comunhão é muito importante e os meios conclamar nosso segmento, hoje, está em nossas mãos. Bora luta!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.deficienteciente.com.br/visoes-de-um-cadeirante.html#comment-10719">Iracema Dantas</a>.</p>
<p>Amiga Iracema, muitíssimo grata pela atenção ao meu texto. Suas palavras são bem realistas. Tenho cinquenta e dois anos de idade e travo uma luta imbatível pela conscientização, tanto na educação quanto nos ambientes que convivo. São &#8220;passos&#8221; de tarturarugas ( se é que podemos chamar de passos)<br />
mas nossa união é tudo. Essa comunhão é muito importante e os meios conclamar nosso segmento, hoje, está em nossas mãos. Bora luta!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Iracema Dantas		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/visoes-de-um-cadeirante.html#comment-10719</link>

		<dc:creator><![CDATA[Iracema Dantas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 20:29:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sonia Dezute, comungo com você em todas suas necessidades, inclusive não encontro eco em nossos pares, ao procurar apoio e união.

No entanto, devagar, bem devagarinho, procuro conscientizar a comunidade de que a questão da acessibilidade deve ser uma realidade respeitada e não para “inglês ver”, ou, melhor dizendo, não apenas  para apresentar aos órgãos do poder público as licenças e os alvarás exigidos para funcionamento, como faz a maioria dos empresários. Em muitas lojas existem rampas, mas são bloqueadas por produtos e outros empecilhos. Na minha opinião, me sinto mais ofendida ainda.

E o que dizer dos banheiros (ditos) acessíveis? Muitos são trancados a sete chaves e quando precisamos usá-los é um corre-corre, finalizando, quase sempre, com o sumiço da chave pelo zelador. Já vivenciei situação como essa.

É um trabalho de formiguinha, que está ganhando espaço e respeito. É lento, mas os resultados positivos estão aparecendo.

Gostei muito do seu texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sonia Dezute, comungo com você em todas suas necessidades, inclusive não encontro eco em nossos pares, ao procurar apoio e união.</p>
<p>No entanto, devagar, bem devagarinho, procuro conscientizar a comunidade de que a questão da acessibilidade deve ser uma realidade respeitada e não para “inglês ver”, ou, melhor dizendo, não apenas  para apresentar aos órgãos do poder público as licenças e os alvarás exigidos para funcionamento, como faz a maioria dos empresários. Em muitas lojas existem rampas, mas são bloqueadas por produtos e outros empecilhos. Na minha opinião, me sinto mais ofendida ainda.</p>
<p>E o que dizer dos banheiros (ditos) acessíveis? Muitos são trancados a sete chaves e quando precisamos usá-los é um corre-corre, finalizando, quase sempre, com o sumiço da chave pelo zelador. Já vivenciei situação como essa.</p>
<p>É um trabalho de formiguinha, que está ganhando espaço e respeito. É lento, mas os resultados positivos estão aparecendo.</p>
<p>Gostei muito do seu texto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Dorli da Siva Ramos		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/visoes-de-um-cadeirante.html#comment-10718</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dorli da Siva Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 15:19:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Querida

Ninguém está nem aí com ninguém, o mundo é mau, mas os jatinhos dos coronéis têm que ser da melhor qualidade.
Aqui onde moro temos muitos deficientes, como a cidade é pequena, onde todo mundo se conhece é mais fácil ajudar.
Existe também o outro lado do cadeirante que acha que não precisa de ninguém, passei a maior vergonha em frente a um supermercado tentando ajudar um cadeirante sair do carro. Ficou uma onça comigo.
Mas, não é por poucos que deixei de ajudar os outros.
Acho que o governo precisa rever essas leis que só beneficiam a eles próprios.
Desculpa o desabafo
Sou meio subversiva.
Beijos
Lua Singular]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Querida</p>
<p>Ninguém está nem aí com ninguém, o mundo é mau, mas os jatinhos dos coronéis têm que ser da melhor qualidade.<br />
Aqui onde moro temos muitos deficientes, como a cidade é pequena, onde todo mundo se conhece é mais fácil ajudar.<br />
Existe também o outro lado do cadeirante que acha que não precisa de ninguém, passei a maior vergonha em frente a um supermercado tentando ajudar um cadeirante sair do carro. Ficou uma onça comigo.<br />
Mas, não é por poucos que deixei de ajudar os outros.<br />
Acho que o governo precisa rever essas leis que só beneficiam a eles próprios.<br />
Desculpa o desabafo<br />
Sou meio subversiva.<br />
Beijos<br />
Lua Singular</p>
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