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	Comentários sobre: No Balanço do Sonho Inacessível	</title>
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		Por: Silvia Carvalho		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Aug 2012 21:01:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Preciso começar esse texto falando que tenho uma filha adolescente, sim, linda adolescente de quinze anos, autista e com déficit cognitivo. Moradora do interior de São Paulo, nas férias gosto de leva-lá para São Paulo, para irmos ao cinema 3D que não tem na minha cidade, bem como a exposições, teatro etc. Esse ano tive uma triste constatação nos SESC da vida, as atividades que ela tem interesse são para crianças até 10 ou 12 anos. Discutimos tanto sobre acessibilidade como no belo texto “No balanço do sonho impossível” de Deborah Prates e Jimmy Prates. Mas como fica os jovens e adultos com deficiência mental, que também não tem acesso? E assim vamos levando – nossos filhos, jovens e adultos – pelas mãos com seus corpos de adultos e suas cabeças de criança, que deseja usufruir a alegria do brincar do se divertir sem se preocupar “com o que os outros vão pensar”, sem ter acesso... Sim, eles também são o futuro da nação.
Silvia Carvalho, Agosto 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preciso começar esse texto falando que tenho uma filha adolescente, sim, linda adolescente de quinze anos, autista e com déficit cognitivo. Moradora do interior de São Paulo, nas férias gosto de leva-lá para São Paulo, para irmos ao cinema 3D que não tem na minha cidade, bem como a exposições, teatro etc. Esse ano tive uma triste constatação nos SESC da vida, as atividades que ela tem interesse são para crianças até 10 ou 12 anos. Discutimos tanto sobre acessibilidade como no belo texto “No balanço do sonho impossível” de Deborah Prates e Jimmy Prates. Mas como fica os jovens e adultos com deficiência mental, que também não tem acesso? E assim vamos levando – nossos filhos, jovens e adultos – pelas mãos com seus corpos de adultos e suas cabeças de criança, que deseja usufruir a alegria do brincar do se divertir sem se preocupar “com o que os outros vão pensar”, sem ter acesso&#8230; Sim, eles também são o futuro da nação.<br />
Silvia Carvalho, Agosto 2012.</p>
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