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	Comentários sobre: Frente Parlamentar Mista passa a defender direitos das pessoas com deficiência	</title>
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		Por: Antonio Jorge de Melo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Jorge de Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 10:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Antes essa frente se chamava Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa das Pessoas com Deficiência.
Sendo uma frente mista, o que pode melhorar na atuação desse grupo?
Os entraves burocráticos em Brasília são gigantescos, é impressionante como lá as coisas funcionam de forma lenta e inadequada.
Por ex, quem sofre de determinadas doenças raras como as doenças neuromusculares e precisa de um equipamento p/ ajudar na respiração não pode ficar esperando pela boa vontade de parlamentares omissos e indiferentes.
Desejo que essa frente possa lutar pelos direitos, e  a uma  melhorar  qualidade de vida para esses 14% de brasileiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes essa frente se chamava Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa das Pessoas com Deficiência.<br />
Sendo uma frente mista, o que pode melhorar na atuação desse grupo?<br />
Os entraves burocráticos em Brasília são gigantescos, é impressionante como lá as coisas funcionam de forma lenta e inadequada.<br />
Por ex, quem sofre de determinadas doenças raras como as doenças neuromusculares e precisa de um equipamento p/ ajudar na respiração não pode ficar esperando pela boa vontade de parlamentares omissos e indiferentes.<br />
Desejo que essa frente possa lutar pelos direitos, e  a uma  melhorar  qualidade de vida para esses 14% de brasileiros.</p>
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		<title>
		Por: sonia Dezute		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/frente-parlamentar-mista-passa-a-defender-direitos-das-pessoas-com-deficiencia.html#comment-7790</link>

		<dc:creator><![CDATA[sonia Dezute]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 20:23:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como eu gostaria de estar nessa comissão para representar a pessoa pobre com deficiência...
Aquelas mulheres que criam seus filhos sozinhas, lavam suas próprias roupas no tanque, esfregam seu próprio chão, geram seus próprios recursos para sustentarem suas familias. Aqueles que não tem recursos para aquisição de um carro próprio nem mesmo com as isenções de impostos ou aqueles que não chegaram a um grau de instrução mais elevado por causa das tantas barreiras intrincecas as classes econômicas menos privilegiadas e acrescidas das barreiras arquitetônicas. Aqueles que sao invisíveis no passeio público e acotovelados na vida diária porque outros entendem que nossas cadeiras de rodas não formam conosco um indivíduo único. Gostaria de representar aquelas pessoas com deficiências que enfrentam a cultura do atendimento telefônico que teima em dizer &quot;não podemos dar informação por telefone&quot; ou &quot;você pode mandar outra pessoa em seu lugar&quot;. Vivemos no século XXI, em pleno avanço tecnológico e o sistema nos enxerga como pessoas que disponibiliza da boa vontade de outra, só não na hora de pagarmos nossos impostos e sermos consumidores do inevitável mercado. Somos só meio cidadãos quando o sistema, que depende de nós, não viabiliza nossa participaçao social.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como eu gostaria de estar nessa comissão para representar a pessoa pobre com deficiência&#8230;<br />
Aquelas mulheres que criam seus filhos sozinhas, lavam suas próprias roupas no tanque, esfregam seu próprio chão, geram seus próprios recursos para sustentarem suas familias. Aqueles que não tem recursos para aquisição de um carro próprio nem mesmo com as isenções de impostos ou aqueles que não chegaram a um grau de instrução mais elevado por causa das tantas barreiras intrincecas as classes econômicas menos privilegiadas e acrescidas das barreiras arquitetônicas. Aqueles que sao invisíveis no passeio público e acotovelados na vida diária porque outros entendem que nossas cadeiras de rodas não formam conosco um indivíduo único. Gostaria de representar aquelas pessoas com deficiências que enfrentam a cultura do atendimento telefônico que teima em dizer &#8220;não podemos dar informação por telefone&#8221; ou &#8220;você pode mandar outra pessoa em seu lugar&#8221;. Vivemos no século XXI, em pleno avanço tecnológico e o sistema nos enxerga como pessoas que disponibiliza da boa vontade de outra, só não na hora de pagarmos nossos impostos e sermos consumidores do inevitável mercado. Somos só meio cidadãos quando o sistema, que depende de nós, não viabiliza nossa participaçao social.</p>
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