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	Comentários sobre: Educação: Solidão não rima com inclusão	</title>
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		Por: Karina		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 14:39:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sabe, quando meu primo era pequeno, havia um garotinho na sala dele que era sempre excluído pela própria professora. Ela o taxava de &quot;irritado&quot;, brigão, resmungão, e estava constantemente &quot;de castigo&quot;... mas o menino simplesmente não ouvia direito e, assim, não falava direito, e, assim, ficava chateado quando ninguém entendia o que ele queria, inclusive a professora.

Meu primo, que na época tinha uns 5 anos, foi quem mediou o processo de entendimento entre o garotino e o restante da turma, a despeito de todo julgamento que a própria professora. Eu achei aquilo muito bacana, pois mostra que crianças não nascem preconceituosas, mas somos nós que incutimos neles esse sentimento de é errado ser diferente.

E tenho muito receio quando vejo que, ao menos no Brasil, eles querem jogar para a escola já cheia de &quot;problemas existenciais&quot; um projeto de inclusão a qualquer custo, sem levar em conta a particularidade de cada tipo de deficiência, e sem preparo anterior de todos os envolvidos. Tenho receio de vivenciarmos cada dia mais cenas como essa que se passou na escola do meu primo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe, quando meu primo era pequeno, havia um garotinho na sala dele que era sempre excluído pela própria professora. Ela o taxava de &#8220;irritado&#8221;, brigão, resmungão, e estava constantemente &#8220;de castigo&#8221;&#8230; mas o menino simplesmente não ouvia direito e, assim, não falava direito, e, assim, ficava chateado quando ninguém entendia o que ele queria, inclusive a professora.</p>
<p>Meu primo, que na época tinha uns 5 anos, foi quem mediou o processo de entendimento entre o garotino e o restante da turma, a despeito de todo julgamento que a própria professora. Eu achei aquilo muito bacana, pois mostra que crianças não nascem preconceituosas, mas somos nós que incutimos neles esse sentimento de é errado ser diferente.</p>
<p>E tenho muito receio quando vejo que, ao menos no Brasil, eles querem jogar para a escola já cheia de &#8220;problemas existenciais&#8221; um projeto de inclusão a qualquer custo, sem levar em conta a particularidade de cada tipo de deficiência, e sem preparo anterior de todos os envolvidos. Tenho receio de vivenciarmos cada dia mais cenas como essa que se passou na escola do meu primo.</p>
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