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	Comentários sobre: Discriminação existe, diz mãe do primeiro aluno com Down da UFG	</title>
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		Por: Luiz Pacheco		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Pacheco]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2012 19:43:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma das maiores dificuldades dos deficientes é lidar com o preconceito… Num mundo onde privilegia-se o corpo perfeito em detrimento da inteligência, do caráter e da personalidade, inserir-se no mercado de trabalho com uma boa formação de nível superior é uma grande dificuldade. As instituições de ensino e pesquisa de nível superior não estão preparadas para essa inclusão. Os professores, em sua maioria, não sabem lidar com as dificuldades e a infra-estrutura física dos cursos deixa a desejar. Quando há espaços acessíveis eles são parcialmente acessíveis ou mesmo bloqueados para parte da comunidade acadêmica. Como deficiente físico e professor de geografia o que desejo é que os espaços acadêmicos se tornem mais acessíveis e atendam as especificidades de cada deficiente em suas características específicas… Não se está pedindo um favor ou gentileza, mas buscando garantias em torno de um direito constitucional. Não queremos espaços de uso exclusivo para deficientes, mas um desenho, uma arquitetura espacial que seja verdadeiramente universal e inclusiva.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das maiores dificuldades dos deficientes é lidar com o preconceito… Num mundo onde privilegia-se o corpo perfeito em detrimento da inteligência, do caráter e da personalidade, inserir-se no mercado de trabalho com uma boa formação de nível superior é uma grande dificuldade. As instituições de ensino e pesquisa de nível superior não estão preparadas para essa inclusão. Os professores, em sua maioria, não sabem lidar com as dificuldades e a infra-estrutura física dos cursos deixa a desejar. Quando há espaços acessíveis eles são parcialmente acessíveis ou mesmo bloqueados para parte da comunidade acadêmica. Como deficiente físico e professor de geografia o que desejo é que os espaços acadêmicos se tornem mais acessíveis e atendam as especificidades de cada deficiente em suas características específicas… Não se está pedindo um favor ou gentileza, mas buscando garantias em torno de um direito constitucional. Não queremos espaços de uso exclusivo para deficientes, mas um desenho, uma arquitetura espacial que seja verdadeiramente universal e inclusiva.</p>
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		Por: letícia lopes		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[letícia lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 15:19:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns para o Kallil e tb para todos do curso que o apoiam! Só gostaria de deixar aqui registrado que, apesar de realmente ser fantástico o feito do Kallil, nem todas pessoas com SD tem essa &quot;vocação&quot; para os estudos. Na verdade é justamente essa área da vida delas a mais prejudicada pela síndrome. Vejo a mídia e a sociedade encararrem essas pessoas como modelos que deram certo. sei q de certo modo é verdade, mas volto a questão de q muitos dos q tem SD não se encaixam nesse padrão de estudo e acho que devemos investir no potencial individual de cada um, buscando sempre a realização pessoal, a autonomia e a felicidade. Não estou querendo de maneira nenhuma tirar o mérito do Kallil e de sua família, só q acho perigoso só se mostrarem exemplos de sucesso na área acadêmica, o mundo é muuuuito mais q isso, principalmente o das pessoas com SD.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns para o Kallil e tb para todos do curso que o apoiam! Só gostaria de deixar aqui registrado que, apesar de realmente ser fantástico o feito do Kallil, nem todas pessoas com SD tem essa &#8220;vocação&#8221; para os estudos. Na verdade é justamente essa área da vida delas a mais prejudicada pela síndrome. Vejo a mídia e a sociedade encararrem essas pessoas como modelos que deram certo. sei q de certo modo é verdade, mas volto a questão de q muitos dos q tem SD não se encaixam nesse padrão de estudo e acho que devemos investir no potencial individual de cada um, buscando sempre a realização pessoal, a autonomia e a felicidade. Não estou querendo de maneira nenhuma tirar o mérito do Kallil e de sua família, só q acho perigoso só se mostrarem exemplos de sucesso na área acadêmica, o mundo é muuuuito mais q isso, principalmente o das pessoas com SD.</p>
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