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	Comentários sobre: A deficiência e a questão do assistencialismo &#8211; Parte 1	</title>
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		<title>
		Por: Vera (Deficiente Ciente)		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera (Deficiente Ciente)]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 18:36:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Obrigada, Ari! Também gostei muito deste artigo, pelo fato dele contar um pouco sobre nossa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada, Ari! Também gostei muito deste artigo, pelo fato dele contar um pouco sobre nossa história.</p>
<p>Beijos,</p>
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		<title>
		Por: Ari Vieira		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/deficiencia-e-questao-do.html#comment-4419</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ari Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 16:04:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vera, lendo e observando o artigo é possível constatar o quanto avançamos na questão da inclusão das pessoas com deficiência. Passamos da exclusão para integração e depois para a inclusão. Tudo isso foi obtido através de muita luta, sagacidade e perseverança do nosso segmento. Parabéns Vera por sempre postar artigos assim. Beijos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vera, lendo e observando o artigo é possível constatar o quanto avançamos na questão da inclusão das pessoas com deficiência. Passamos da exclusão para integração e depois para a inclusão. Tudo isso foi obtido através de muita luta, sagacidade e perseverança do nosso segmento. Parabéns Vera por sempre postar artigos assim. Beijos</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Vera (Deficiente Ciente)		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/deficiencia-e-questao-do.html#comment-4418</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vera (Deficiente Ciente)]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 00:36:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não se preocupe, amiga! Entendo você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos e uma semana iluminada, Rosana!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não se preocupe, amiga! Entendo você.</p>
<p>Beijos e uma semana iluminada, Rosana!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Vera (Deficiente Ciente)		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/deficiencia-e-questao-do.html#comment-4417</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vera (Deficiente Ciente)]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 00:31:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Daniel,&lt;br /&gt;Seus comentários no blog são interessantes e muito pertinentes. Não sei qual sua idade, mas pelo que pude ver no seu blog, acredito que seja bem jovem, no entanto a visão e opinião que tem em relação às pessoas com deficiência é admirável. &lt;br /&gt;Assisti o vídeo que você indicou, achei uma ótima recomendação!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel,<br />Seus comentários no blog são interessantes e muito pertinentes. Não sei qual sua idade, mas pelo que pude ver no seu blog, acredito que seja bem jovem, no entanto a visão e opinião que tem em relação às pessoas com deficiência é admirável. <br />Assisti o vídeo que você indicou, achei uma ótima recomendação!</p>
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		<title>
		Por: cRiPpLe_rOoStEr a.k.a. Kamikaze		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/deficiencia-e-questao-do.html#comment-4416</link>

		<dc:creator><![CDATA[cRiPpLe_rOoStEr a.k.a. Kamikaze]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 18:11:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hoje com algumas tecnologias assistivas disponíveis com mais facilidade no mercado, ou mesmo tecnologias que não tenham sido desenvolvidas especificamente podendo ter algum uso prático em processos de reabilitação, há menos barreiras para a inserção do deficiente no mercado de trabalho. A maior barreira ainda é o pensamento e a percepção do deficiente como incapaz.&lt;br /&gt;Olha esse vídeo e me diz se esse cara pode ser considerado incapaz:&lt;br /&gt;http://www.youtube.com/watch?v=RakGU7L46LQ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão manicomial eu prefiro não comentar, pois não tenho o devido conhecimento técnico (embora a minha mãe seja psicóloga e contrária aos manicômios). Quanto à questão do mercado de trabalho, não seria tão difícil haver uma inclusão maior de deficientes físicos ou mesmo visuais (num escritório moderno e, consequentemente, altamente informatizado um software de auxílio a cegos não teria um custo tão absurdamente elevado, assim como adaptar superfícies em braille nos botões dos teclados dos computadores). A deficiência mental, mesmo quando bastante leve, ainda é bastante estigmatizada e relegada à categoria dos ditos &#034;subempregos&#034; como empacotador de supermercado ou atendente do McDonald&#039;s (embora eu só tenha sido atendido por um down uma única vez num McDonald&#039;s).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu sou contra esse modelo de assistencialismo pregado pelos esquerdistas, e da suposta &#034;obrigação&#034; do rico e da classe média em dar esmolas, principalmente para os &#034;mendigos profissionais&#034; que apesar de não terem nenhuma deficiência física (embora eu já tenha visto um parado com uma cadeira de rodas numa calçada e mexendo a cadeira com os pés) preferem &#034;pedir&#034; de forma intimidadora em locais cheios de idosos (como o meu bairro) do que trabalhar, e ainda tem o cinismo de dizer que &#034;é melhor pedir do que roubar&#034;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje com algumas tecnologias assistivas disponíveis com mais facilidade no mercado, ou mesmo tecnologias que não tenham sido desenvolvidas especificamente podendo ter algum uso prático em processos de reabilitação, há menos barreiras para a inserção do deficiente no mercado de trabalho. A maior barreira ainda é o pensamento e a percepção do deficiente como incapaz.<br />Olha esse vídeo e me diz se esse cara pode ser considerado incapaz:<br /><a href="http://www.youtube.com/watch?v=RakGU7L46LQ" rel="nofollow ugc">http://www.youtube.com/watch?v=RakGU7L46LQ</a></p>
<p>A questão manicomial eu prefiro não comentar, pois não tenho o devido conhecimento técnico (embora a minha mãe seja psicóloga e contrária aos manicômios). Quanto à questão do mercado de trabalho, não seria tão difícil haver uma inclusão maior de deficientes físicos ou mesmo visuais (num escritório moderno e, consequentemente, altamente informatizado um software de auxílio a cegos não teria um custo tão absurdamente elevado, assim como adaptar superfícies em braille nos botões dos teclados dos computadores). A deficiência mental, mesmo quando bastante leve, ainda é bastante estigmatizada e relegada à categoria dos ditos &quot;subempregos&quot; como empacotador de supermercado ou atendente do McDonald&#39;s (embora eu só tenha sido atendido por um down uma única vez num McDonald&#39;s).</p>
<p>Mas eu sou contra esse modelo de assistencialismo pregado pelos esquerdistas, e da suposta &quot;obrigação&quot; do rico e da classe média em dar esmolas, principalmente para os &quot;mendigos profissionais&quot; que apesar de não terem nenhuma deficiência física (embora eu já tenha visto um parado com uma cadeira de rodas numa calçada e mexendo a cadeira com os pés) preferem &quot;pedir&quot; de forma intimidadora em locais cheios de idosos (como o meu bairro) do que trabalhar, e ainda tem o cinismo de dizer que &quot;é melhor pedir do que roubar&quot;.</p>
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		<title>
		Por: ROSANA VENTURA		</title>
		<link>https://www.deficienteciente.com.br/deficiencia-e-questao-do.html#comment-4415</link>

		<dc:creator><![CDATA[ROSANA VENTURA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 19:26:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Passando só para que saibas, que embora nem sempre eu comente ( pura falta de tempo amiga!) estou sempre lendo-te!&lt;br /&gt;bjossssssssssss]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passando só para que saibas, que embora nem sempre eu comente ( pura falta de tempo amiga!) estou sempre lendo-te!<br />bjossssssssssss</p>
]]></content:encoded>
		
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