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	Comentários sobre: Atriz Júlia Almeida revela que sofre de epilepsia e faz desabafo	</title>
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		Por: Mauro Alves de Souza		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauro Alves de Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2025 15:01:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Julia Almeida, Nobre mulher brasileira, graças a Deus você está bem, vivendo, andando falando, enxergando ouvindo, trabalhando,linda elegante inteligenteconversando, isso que é importante,estar ativa na vida. Eu também tenho epilepsia,desde os 14.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Julia Almeida, Nobre mulher brasileira, graças a Deus você está bem, vivendo, andando falando, enxergando ouvindo, trabalhando,linda elegante inteligenteconversando, isso que é importante,estar ativa na vida. Eu também tenho epilepsia,desde os 14.</p>
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		Por: Alessandra Bernardes da Cruz		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Bernardes da Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 16:40:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Boa tarde.Tenho 49 anos e sou epilética.
Minha primeira crise foi aos 7 anos. Nunca tive problema de aceitar a doença. Meu maior problema era o preconceito da minha mãe. Este preconceito me trouxe uma série de problemas comportamentais que refletem até hoje em minha vida.
Eu sempre trabalhei, fui a boates, dirigi, levei uma vida normal. Mesmo com minha mãe me dizendo o contrário com sua super proteção. 
Se sofri preconceito, nunca percebi. Ou... ignorei o preconceituoso. Nas empreses pelas quais passei, sempre sabiam da epilepsia. Aproveitava a situação para acabar com os mitos e tirar as pessoas da ignorância sobre o assunto. Quem se mantinha na ignorância.... dignos de dó!
Minha última convulsão ocorreu aos 29 anos, 8 dias após a morte de minha mãe. Eu estava em processo de redução da medicação. Mesmo tendo a crise, por não entender a orientação do médico, acabei por retirar o medicamento e assim fiquei por 8 anos. Sem crises. Hoje, às vezes, ainda tenho alguns dejavous. Bem, não sei se resumi minha história como epilética de forma clara. Mas me coloco à disposição para falar sobre o assunto e ajudar quem precisar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde.Tenho 49 anos e sou epilética.<br />
Minha primeira crise foi aos 7 anos. Nunca tive problema de aceitar a doença. Meu maior problema era o preconceito da minha mãe. Este preconceito me trouxe uma série de problemas comportamentais que refletem até hoje em minha vida.<br />
Eu sempre trabalhei, fui a boates, dirigi, levei uma vida normal. Mesmo com minha mãe me dizendo o contrário com sua super proteção.<br />
Se sofri preconceito, nunca percebi. Ou&#8230; ignorei o preconceituoso. Nas empreses pelas quais passei, sempre sabiam da epilepsia. Aproveitava a situação para acabar com os mitos e tirar as pessoas da ignorância sobre o assunto. Quem se mantinha na ignorância&#8230;. dignos de dó!<br />
Minha última convulsão ocorreu aos 29 anos, 8 dias após a morte de minha mãe. Eu estava em processo de redução da medicação. Mesmo tendo a crise, por não entender a orientação do médico, acabei por retirar o medicamento e assim fiquei por 8 anos. Sem crises. Hoje, às vezes, ainda tenho alguns dejavous. Bem, não sei se resumi minha história como epilética de forma clara. Mas me coloco à disposição para falar sobre o assunto e ajudar quem precisar.</p>
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