Após negligência médica, que custou a amputação dos membros de uma garota, família californiana recebeu US$ 10 milhões

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Ryan Jeffers comemora os progressos de sua filha Malyia Jeffers após a fisioterapia no Hospital de Crianças “Shriners” em Sacramento (Foto 7 News: AAP).

Ryan Jeffers comemora os progressos de sua filha Malyia Jeffers após a fisioterapia no Hospital de Crianças “Shriners” em Sacramento (Foto 7 News: AAP).

A família de uma criança da Califórnia cujos pés, mão esquerda e parte da mão direita foram amputados por causa de um longo atraso na sala de emergência de um hospital na Califórnia, EUA, aceitou o acordo de receber US$ 10 milhões  do hospital.

Malyia Jeffers tinha dois anos quando seus pais a levaram ao Hospital Metodista da cidade de Sacramento, Califórnia,  com febre, manchas na pele e fraqueza. De acordo com documentos judiciais, foi dito a família para esperar.

“Enquanto na sala de espera, Malyia ficava mais doente e mais fraca”, de acordo com a queixa apresentada na Corte Superior de Sacramento. Os pais de Malyia repetidamente pediram e imploraram aos funcionários do hospital para tratar a sua filha.

A família esperou por cinco horas para que Malyia fosse vista pela primeira vez por um médico, diz o documento.

Ryan Jeffers e Leah Yang viram sua filha ficar cada vez mais fraca. Viram os hematomas em seu corpo aumentando, afetando as pernas, braços e rosto. Eles estavam com medo de que ela iria morrer na sala de espera.

Malyia e seu pai Ryan Jeffers, antes da triste história

Malyia e seu pai Ryan Jeffers, antes da triste história

Malyia então foi levada para o Hospital da Universidade de Stanford Lucile Packard. Os médicos descobriram que as bactérias Streptococcus, invadiram seu sangue e órgãos, e precisaram fazer as amputações.

Documentos judiciais mostram que a maior parte do dinheiro será colocado numa conta bancária que irá proporcionar US$16.932 dólares por mês, até que Malya complete 18 anos.

O acordo que os pais fizeram com o hospital Metodista está entre maiores casos de negligência médica da história da Califórnia, de acordo com os advogados.

“O que podemos dizer é que Malyia tem um novo conjunto de pernas artificiais e ela está andando” disse Collins. “Não era dessa forma que queríamos, mas fomos capazes de resolver o caso.”

Malyia passou mais de três meses na Universidade de Stanford antes de ser internada em outro hospital em Sacramento.

Ela ainda está passando por terapia e vai precisar de medicamentos caros, próteses personalizadas, roupas especiais e cadeiras de rodas para o resto de sua vida.

Malyia se olhando no espelho durante sua fisioterapia com a pediatra e terapeuta Amanda McAloon.

Malyia se olhando no espelho durante sua fisioterapia com a pediatra e terapeuta Amanda McAloon.

Fonte:http://au.news.yahoo.com

Tradução Livre realizada pelo Blog Deficiente Ciente

Dinheiro nenhum nesse mundo devolverá os membros dessa garotinha (Nota do blog).

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