Um dos comediantes mais polêmicos do Brasil, Rafinha Bastos concedeu uma entrevista a Marília Gabriela e não pôde deixar de falar da piada politicamente incorreta que gerou a briga judicial com a cantora Wanessa. A entrevista foi ao ar no domingo (25/03), no SBT.
“Acho justo, inclusive, me processarem”, disse ele à jornalista e completou: “Como comediante, meu objetivo na vida é fazer piada. Comediante não pode ficar chateado com a chateação dos outros”.
Rafinha disse que um pedido de desculpas a Wanessa logo após a piada não iria cair bem. O comediante falou no “CQC” que Wanessa estava tão linda grávida que ele “comeria ela e o bebê”.
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“(Se eu pedisse desculpas) Eu ia abrir um precedente horrível contra a minha profissão e o meu caráter”, disparou ele. “Eu estaria sendo falso se pedisse desculpas públicas naquele momento. Eu não sou um sociopata. Se eu sinto que errei, peço desculpas, mas não vou fazer isso por pressão da opinião pública”.
Apesar disso, ele conta que mandou um e-mail para Marcus Buaiz, marido de Wanessa, para se desculpar pela piada:
“Eu mandei um e-mail e pedi desculpas. Eu já tive mulher grávida em casa e eu entendo ele, mas não vou pedir desculpas pelo discurso”.
Acesse aqui e veja a entrevista.
Fontes: http://extra.globo.com/; SBT

Um bando de maricas, é o que eu acho sobre quem moveu o processo por causa de uma piada. (lembrando que Maricas são diferentes de Homossexuais, não tenho nada contra gays, tenho contra maricas).
Desde que me conheço por gente ouço piadas sobre negros, gaúchos, portugueses, italianos, deficientes (até hoje me refiro como aleijado – o que não é um termo errado, vide dicionário). E não vejo nada de errado nisso, são piadas, que estão enraizadas na nossa cultura. O que tem de errado são as pessoas acharem que o texto dito foi direcionado (só) a elas. Aí, além de estúpida, a pessoa também é egocêntrica.
Sábado ouvi várias piadas me citando, coisas do tipo: “-O Diego não acorda de mau humor porque não tem pé esquerdo”, ou uma dupla: “-Antes de tomar banho o Diego era conhecido como Saci-pererê”. Senti-me ofendido? Não… Eu também ri. Estou em dia com minha vida, ninguém paga minhas contas e não vejo porque achar ruim comentário genérico que não me define.
Agora, se você não é nada mais além do que um Deficiente que usa isso para ganhar dinheiro do governo, que não estuda, não trabalha, não corre atrás, você vai se sentir ofendido… Porque não está acima disso tudo.
As pessoas se sentem ofendidas hoje em dia com qualquer coisinha, lembrando que: A ofensa só serve para quem o chapéu serve. E a essas “Mariquinhas” tem que fazer análise, com psiquiatras.
Diego
Acho que hoje se perde o bom senso em relação ao outro. Eu não sei qual a história de vida de outras pessoas, o que elas passaram, quais as tristezas e alegrias de cada um, sei de mim, apenas isso. Acho que o “humor” ser perde, quando deprecio o outro, quando faço o outro se sentir menor e inferior, quando cutuco a ferida da outro, hoje é preciso bom senso, até por que em meio a essa febre de redes sociais, todo mundo passou a ter opinião sobre tudo e ainda assim, achar importante, muitas vezes, sem base, conhecimento, estudo e bom senso “vomitar” ao outro o que se pensa. Eu, apenas caio fora dessas armadilhas e me armo e me cerco do que conheço e me faz sentir bem, sem me deparar com pessoas frustradas e mal resolvidas com suas próprias vidas, que acreditam que fazer humor é diminuir outra pessoa.
Se sou bem resolvido, e não me ofendo com o que quer que seja, beleza, ótimo, perfeito. mas existem pessoas que não são dessa forma e tenho que respeitar, como disse, não sei da história de vida de ninguém e jamais tenho o direito de invadir ou dizer o que bem entendo e ainda assim, achar que minha piada é engraçada e todo mundo vai rir, mesmo que seja um sorriso sem graça e e de constrangimento. Que bem isso vai me fazer, me sentir melhor? Lustrar meu ego? As pessoas tem direito de se ofender SIM e NÃO gostar do que não querem e irem a luta por seus direitos e deveres.
Volto a dizer que: “Da piada do gay todos dão risada.” Sejamos menos hipócritas.
O que me chamou atenção nesse episódio não foi a piada – de mau gosto na minha opinião – nem o fato de o processarem, o que acho que é um direito de quem se sente atingido, mas o marido da cantora usar de sua influência no mercado publicitário fazendo pressão contra a emissora para que ela afastasse o comediante ou isso poderia trazer consequências negativas junto a patrocinadores. Aí para mim todo discurso ético e moral sobre o fato já não tem mais sentido depois de uma atitude dessas. Usar o poder para calar quem me incomoda é a pior forma de ofensa que pode existir.
Senhor Diego Madeira, o senhor não se importar com as piadas a seu respeito, tudo bem, esse é um problema seu. Agora querer que todos sejam iguais a o você, isso já é demais. Ninguém é obrigado a aceitar que façam piadas sobre si. Ficar calado só para agradar, é ridículo. Imagine se fosse seu filho com esse seu problema. Você o puniria por ele não aceitar ser chamado pelos colegas de escola e na rua de “saci-pererê, perneta, menino de um perna só, sem perna, etc?” O senhor acha que alguém tem esse direito?