3º Concurso de Moda Inclusiva: bastidores do desfile

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3º Concurso de Moda Inclusiva

Caro leitor,

Com a preocupação de levarmos informações e conhecimentos no sentido de trabalhar para a inclusão da pessoa com deficiência, pesquisamos diversos assuntos, e eventualmente, devido a relevância do tema, colhemos depoimentos de pessoas que participaram de um determinado evento, a fim de garantir a veracidade do que foi pesquisado.

Constantemente tomamos conhecimento de ações por parte de instituições sociais que realmente visam gerar condições de acesso mais inclusivas.  Ações como essas precisam ser incentivadas e largamente divulgadas. Infelizmente há organizações sociais que se preocupam mais com o marketing do que com a causa em si.

Essa introdução se fez necessária para que você possa entender que o texto abaixo, tem a intenção de apontar pontos negativos do evento, e ao mesmo tempo sugerir o que poderia ser feito. Muitos erros poderiam ser evitados, principalmente quando um evento é organizado por uma Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Muitos eventos já foram criticados nesse blog, contudo sempre acompanhados de críticas construtivas. Nenhum homem tem o braço tão longo que sozinho consiga abraçar o mundo, assim como não é dono absoluto da verdade. Este espaço é democrático, aberto a comentários, sugestões, críticas e dúvidas.  Deixamos aqui nossa opinião e o espaço aberto para discussão do assunto.

No dia 20 de setembro de 2011, ocorreu no Museu da Casa Brasileira em São Paulo, o III Concurso de Moda Inclusiva promovido pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Na abertura do evento, a secretária do Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Drª Linamara Rizzo Battistella, afirmou que esse era um concurso que estava abrindo espaço de forma pioneira, dando oportunidade para que pessoas com deficiência pudessem desfilar em uma passarela. Concordamos que a questão do pioneirismo foi o fato da Secretaria dar oportunidade a estudantes de moda ao mostrar seus trabalhos com roupas adaptadas. Entretanto, segundo pesquisa sobre o assunto, moda adaptada não é um assunto recente, pois desde 2003 existem desfiles de moda adaptada, feito por uma única estilista na feira Internacional de Reabilitação e Inclusão (Reatech). Sendo assim, não é algo novo. Em relação aos concursos de moda adaptada, esses tipos de concursos também já acontecem dentro de algumas faculdades em São Paulo, não em proporções como o da Secretaria, mas já acontecem. Acreditamos que experiências do passado poderiam ser estudadas pelos organizadores do III Desfile de Moda Inclusiva, a fim de tentar fazer o melhor num próximo evento. Aprendemos através dos nossos erros e aprendemos com os erros dos outros.

Outra parte do discurso da Drª Batistella que vale a pena ressaltar é que o desfile reuniu pessoas com e sem deficiência na mesma passarela. É interessante destacar que pessoas sem deficiência estavam apenas auxiliando modelos com deficiência durante o desfile e não estavam trabalhando como profissionais, logo o desfile não poderia ser chamado de inclusivo.

Na plateia havia poucas pessoas sem deficiência assistindo o desfile. Não havia um espaço reservado para os poucos cadeirantes que estavam presentes, ou seja, os organizadores não pensaram nessas acomodações. Assim como não pensaram que pessoas com deficiência podiam também recepcionar o evento. Todos os convidados foram recepcionados por pessoas sem deficiência. Um evento desse porte, promovido pela Secretaria poderia muito bem incentivar a contratação desses profissionais. É lamentável ver que coisas simples como essa, não foram pensadas.

Alguns modelos com deficiência mencionaram a falta de organização e logística nos bastidores. O desfile perdeu certo impacto, quando os modelos tiveram que sair dos bastidores para colocar as roupas adaptadas do desfile, pois o banheiro não era amplo o suficiente e quando saíram tinham que passar na frente das pessoas que estavam presentes  na plateia, para voltar ao camarim.  Isso comprometeu o charme do desfile.

A modelo Karoll Sales, que tem deficiência visual e participou do desfile, fez um depoimento sobre o piso tátil do evento, que foi postado no dia 6 de outubro de 2011. Outro ponto que Karoll relata é que sua estilista ficou em segundo lugar, a mesma teve dois looks classificados para esse concurso e na hora da premiação não ficou claro se ela ganhou apenas com um look ou com os dois. Como não citaram o look vencedor, seria então interessante que as duas modelos entrassem com a estilista, porém não foi  isso que aconteceu. A Karoll não foi chamada, ficando num canto sem nenhuma informação.

O serviço de audiodescrição estava presente e ganhou destaque nas mídias, no entanto quatro modelos com deficiência visual não tiveram acesso a esse recurso.

Nas imagens desse post, que estão no site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência,  observa-se que nas legendas não havia  nomes das pessoas com deficiência, com exceção de uma modelo com deficiência visual que teve  o look premiado em primeiro lugar. Outros modelos foram citados como “modelo cadeirante” ou “modelo cega”. Esse tipo de legenda não respeita a pessoa com deficiência como ser humano.  O que tem que ficar claro é que as pessoas, independente de suas condições físicas, gostam de ser chamadas pelo nome. A mídia precisa prestar mais atenção no que divulga, precisa aprender a valorizar a pessoa com deficiência como ser humano. Em qualquer corporação é fundamental a valorização de cada profissional. Vemos na TV jornalistas citando o nome de seus companheiros (cinegrafistas, assistentes e editores). Isso é trabalho em equipe, onde todos se sentem valorizados.

Thiago Cenjor, modelo cadeirante profissional, também desfilou e deixou uma observação importante sobre o evento. Segundo ele, houve desorganização e o local onde foi oferecido o coquetel tinha o piso irregular, impróprio para quem utiliza cadeira de rodas. Ele teve muita dificuldade para circular pelo local. “Somos modelos profissionais e não estávamos ali só porque estamos numa cadeira de rodas ou temos alguma deficiência”, afirma Thiago. Segundo o site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o espaço escolhido foi “intimista e aconchegante” e “… todos se reuniram à luz da lua, ao ar livre, no jardim do Museu para comemorar a vitória dos finalistas…”. . Certamente essa foi a sensação que as pessoas sem deficiência tiveram, mas e quanto as pessoas com deficiência? Será que sentiram o mesmo que Thiago?

Os modelos profissionais que foram contratados pela agência Kica de Castro, receberam cachê das estudantes classificadas para o concurso. Essas jovens e futuras estilistas  pesquisaram cada deficiência e desenvolveram um look adaptado. Modelos que tiveram contato direto com a Secretaria, não tiveram esse reconhecimento profissional. Fica a pergunta no ar: Isso é ou não assistencialismo?

As classificadas para o concurso ganharam um kit de beleza, um incentivo de uma empresa que apoia o concurso. Realmente o trabalho das classificadas merece reconhecimento, mas sem as modelos isso não seria possível. Todos merecem  reconhecimento pelo seu trabalho, seja através de incentivo material e legendas nas fotos divulgadas.

Como dissemos acima qualquer tipo de evento está sujeito a erros. Errar é próprio da condição humana e aprender também. O erro só é erro quando não é percebido, pois quando é, torna-se aprendizado.

Que estas sugestões e críticas construtivas possam contribuir no sentido de apresentar um verdadeiro desfile inclusivo, onde o trabalho de todos sejam valorizados e reconhecidos. Estamos ansiosos para assistir um desfile como esse. (07/10/11)

Concurso Inclusivo

3º Concurso de Moda Inclusiva
3º Concurso de Moda Inclusiva

 

3º Concurso de Moda Inclusiva

3º Concurso de Moda Inclusiva

3º Concurso de Moda Inclusiva

 

3º Concurso de Moda Inclusiva: bastidores do desfile

Modelo com deficiência visual

Obs. Imagens e legendas são do site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Veja:

182 Comentários

  1. Valeria (Flor) disse:

    Tenho que tirar o meu chapéu para esse site. Parabéns por realmente fazer a diferença na inclusão. São informações como essa que temos que parar, avaliar e ver qual o caminho que a inclusão está tomando. Lamentável ver por parte de uma secretária de direitos das pessoas com deficiência falhas como essas. Todos os pontos aqui abordados são para deixar qualquer profissional envolvido no evento com certa frustração. As fotos também não são de boa qualidade e são prova de que realmente nem tudo foi como a secretária divulgou no site e em algumas mídias.

  2. Minha briga por reconhecimento profissional é de anos. Todas as pessoas, não importa as condições fisicas, financeiras, sociais … gostam de ser chamadas pelo nome. Essas legendas que são divulgadas, nem tenho palavras para descrever o que acho, só sei que não gosto e do meu ponto de vista não valorizam os modelos com deficiência como profissionais. Por ser um concurso, o ideal é colocar nas legendas o nome da estilista e o nome da modelo que está desfilando. Isso é super fácil de fazer, uma vez que os apresentadores do evento, antes de chamarem as modelos falavam quem era a estilista, chamavam as modelos pelo nome e depois faziam uma breve descrição do look. Pelo menos assim, todos os profissionais envolvidos teriam o seu devido destaque é não apenas alguns “escolhidos”.

  3. Diego Madeira disse:

    Participei dos dois primeiros concursos e posso dizer sem sombra de dúvida que o nível desse baixou consideravelmente. Não é pra menos.
    Quando se trata de concurso, existe um prêmio a ser conquistado e um investimento para isso. Porque diabos a Secretaria acha que os MODELOS não podem ser pagos pra isso?
    De novo, eu sempre considerei esse evento como um dos principais do ano. Não faço nada nessa data há 3 anos. E realmente me senti ofendido quando vi pessoas que não sabiam andar em linha reta, que não entendiam que ninguém tava interessado nos seus penteados e sim na roupa e que elas estavam lá pra mostrar a roupa.
    Isso sem falar que não era um desfile Plus Size, logo, pessoas acima do peso, sem o menor comprometimento em deixar seu corpo visualmente aceitável foi mais que um tapa na cara.
    Não consigo ainda entender se de fato se trata de um concurso profissional, com profissionais envolvidos ou uma caridade por parte do governo para dar um dia, ou alguns minutos de Flashes para uma meia dúzia de pessoas que não tem a menor idéia do que estão fazendo? Se for a segunda resposta, ano que vem tô fora de novo.

    Até mais
    o/

    Diego Madeira
    Modelo – Agência Kica de Castro

  4. Valeska Reis disse:

    O texto tem todo um argumento sobre as falhas do evento, uma forma construtiva de apontar os erros. A intenção é mesmo de somar, unir, multiplicar forças e seguir no caminho da inclusão. Parabéns Vera pelo seu profissionalismo de sempre. Parabéns Kica pela luta do incluir os modelos no mercado de trabalho. Parabéns estilistas pelas criações das roupas adaptadas. Parabéns modelos pela beleza e disposição de provar que são capazes de estar numa passarela de igual para igual. Dou os meus parabéns para iniciativa da secretária, porém, concordo com os argumentos do texto e espero no próximo ano ver um concurso com organização e correção dessas falhas. O espaço no blog Deficiente Ciente é democrático, todos têm oportunidades de dar suas opiniões, saber seus comentários. Isso é maravilhoso, espero que esse post traga o debate de como unir forças e seguir no caminho da inclusão. Quero apenas fazer uma observação sobre o comentário do modelo Diego Madeira. Sua opinião ficou muito clara, eu compreendi a sua mensagem, entendi o seu recado. Só acho que algumas pessoas vão ficar ofendidas com a forma que escreve. O desfile de certa forma é pela democratização dos fisicos e acaba inserindo modelos plus size. Sobre modelos não saberem andar em linha reta, são pessoas sem experiência e precisam ser treinadas por profissionais qualificados que trabalham nesse segmento de inclusão, indico sem sombra de dúvida a agência que você faz parte. Sua opinião é significativa, apenas cuidado com as palavras na hora de passar a mensagem.

    • Vera Garcia disse:

      Obrigada, Valeska! Gostei muito quando disse “A intenção é mesmo de somar, unir, multiplicar forças e seguir no caminho da inclusão.” Esse é o caminho…

  5. Olá queridos amigos

    Concordo plenamente que errar é humano, mas no caso dessa Secretaria não é erro temos observado que em todos os eventos eles procuram destacar a Secretaria e não o que de fato interessa a sociedade, o problema é que são muitos marqueteiros, se preocupam tanto com eles próprios que de forma Vergonhosa nem colocam os nomes dos modelos que participam dos eventos.
    O principal que deveria aparecer e ter destaque não aparece que são as roupas produzidas para o segmento e os modelos “pessoas com deficiência” os que deveriam ser os destaques, mas infelizmente não são.

    Não sou de passar a mão na cabeça de ninguém, mas não quero ver ninguém derrotado, do fundo do meu coração quero que essa Secretaria de certo e de bons frutos a sociedade, Mas que a verdade seja sempre dita a Secretaria não é pioneira em moda inclusiva coisa nenhuma, pesquisem na internet e os senhores e (as) vão ver que essa matéria publicada neste blog que é de nossa inteira confiança e tem toda nossa credibilidade retrata a mais pura realidade.

    E tem mais, a Kica de Castro esta trabalhando nesse segmento a anos muito antes de alguém sonhar ou pensar em criar essa Secretaria, a Kica de Castro é uma das pessoa mais experiente e qualificada para falar sobre beleza, sensualidade, moda, fotografia de pessoas com deficiência e poderia estar ajudando muito essa Secretaria caso fosse contratada para ingressar a equipe da Secretaria.

    Com todo respeito à Drª Batistella e a todos que trabalham nessa Secretaria os senhores estão deixando muito a desejar, fazem pequenos eventos e grandes propagandas, Nós queremos que os senhores tenham grandes ações em favor da população, Se isso começar a acontecer os senhores não vão precisar se preocupar com o marqueting, pois um trabalho bem feito se destaca por si só e todos nós teremos um grande prazer em divulgar e elogiar, Mas enquanto isso não acontece deixamos aqui as nossas criticas e sugestões na esperança de que os funcionários dessa Secretaria não tomem as criticas pelo lado pessoal e procurem uma proximidade maior com as pessoas do segmento para que possamos avançar em um caminho que realmente acrescente boas coisas na vida da sociedade e das pessoas com deficiência, pessoas que são cidadãos e fazem parte da sociedade, infelizmente ainda não reconhecidos como cidadãos, mas somos cidadãos com deveres e direitos.

    Em minha modesta opinião a Kica de Castro sabe muito é super qualificada e deveria ser aproveitada para ajudar essa Secretaria a melhorar os trabalhos, essa Secretaria tem que mostrar há que veio? Vieram para fazer marqueting de si ou vieram para trabalhar a verdadeira inclusão?

    Minha grande amiga Vera Garcia a você venho dedicar a minha eterna gratidão, admiração, respeito e amizade, você é maravilhosa, que Deus lhe abençoe por toda a eternidade.

    Atenciosamente

    Valdir Timóteo, Não sou a favor do quanto pior melhor prefiro elogiar do que criticar, Mas para elogiar deve existir razões para isto de momento não as tenho, infelizmente, Quero ver essa Secretária bem administrada e produzindo muitas coisas boas a sociedade, me coloco a disposição de tudo o que se refere a trabalharmos por um país justo para todos.

  6. Karoll Sales disse:

    São tantas coisas a dizer… e quando eu penso que vou abordar um tema, leio o comentário de um modelo que me obriga a abordar vários outros.
    Ao modelo Diego Madeira, minha dúvida sobre não saber andar em linha reta, você se referiu a modelos com deficiência visual? Caso tenha sido, deixo aqui uma pergunta: seria não saber andar em linha reta ou não poder contar com recursos de acessibilidade para auxiliar neste processo?
    Acho importante dizer aqui, enquanto deficiente visual, que uma pessoa cega se utiliza muito da audição para conseguir andar em linha reta, e em um desfile de modas isso não é possível, visto que a música para o desfile deve estar em volume alto. Neste caso, as pessoas cegas teriam que contar com o recurso da audiodescrição e com a instalação adequado dos pisos táteis, tanto de direcional quanto de alerta.
    De qualquer forma, eu espero que você não esteja se referindo às modelos cegas, caro Diego, embora acredite que sim.
    De resto, novamente, coloco-me à disposição da Secretaria dos Direitos das Pessoas com Deficiência do Estado de São Paulo, para contribuir com a melhoria no que diz respeito à inclusão de pessoas com deficiência na sociedade, promovendo melhor independência e autonomia dessas pessoas.

  7. Foi uma surpresa saber que existe esse tipo de evento, acreditamos na importância, como um apoio social, porém não há divulgação suficiente para atingir toda a população, ficando restrito só as pessoas envolvidas com a causa. Havendo mais divulgação cremos que a inclusão caminhará ainda mais rápido. Faz-se necessário preocupar-se com a acessibilidade e a infra-estrutura para melhoria do evento.

    Parabéns pela divulgação e pelo seu trabalho,
    Abraços…..

  8. Diego Madeira disse:

    Valeska. O Mundo é cruel, as vezes injusto. E usar eufemismo em uma situação como essa é no mínimo burrice. Conforme-se.
    Quando se fala em “Inclusão” a maioria das pessoas tem a idéia errônea de “salada Mista”. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Desfile Plus Size é uma coisa, desfile de inclusão é outra. A idéia desse em especial é mostrar ao mercado roupas acessíveis para um público especial. Não fazer roupas maiores para pessoas com corpo maior. E se ficaram ofendidas, paciência… Não vou ficar medindo palavras pra uma coisa tão absurda.

    Karoll: E sinceramente não notei que deficiências eram as pessoas que não tinham a capacidade de andar em linha reta, vi cadeirantes com cadeiras que pareciam tanques de guerra de tão grandes e ruins e mal conseguiam “tocar” a mesma. Mas não era só isso. Pessoas com excesso de peso, outras que queriam chamar a atenção da forma errada falando besteira. Me referi a essas pelo simples fato de não haverem tantos profissionais com posturas profissionais envolvidos. Era uma brincadeira; e 2 de cada 3 modelos (que não são da agência) agiam como babuínos que não sabem usar talheres. Fui bruto de novo? Desculpe.
    E existia uma adaptação da passarela para deficientes visuais. O Chão com relevo, (que atrapalha enormemente andar de cadeira de rodas em cima). Agora se eles não aprenderam, ou não conseguem desempenhar uma marcha aceitável nisso, é um problema da secretaria. Ou de quem escolhe os modelos (de graça).

    E outra – saber andar não significa saber andar na passarela. Os andantes que cogitam a idéia de ser modelos, tem que aprender e entender isso logo. E por ultimo Karoll – Ficar tirando o seu da reta não muda o fato que pra esse tipo de coisa ter acontecido, muitas outras foram feitas nas coxas. Um bom chão tátil por exemplo, uma melhor escolha de todos os profissionais. Seria legal vocês da Secretaria (só pra variar) ouvir pessoas que de fato estão envolvidas nisso antes de tentar algo tão grande. Não iria doer nada.

    No mais, vamos trabalhar para o próximo.

    Diego Madeira
    Modelo – Agência Kica de Castro

  9. Ana disse:

    Pessoa que escreve isso,você está errada em muitos pontos.
    Em primeiro lugar,não há problema algum em a modelo ser auxiliada durante o desfile,pois vi relatos que alegam que o piso tátil direcional não funcionou direito e pessoas com deficiência intelectual geralmente se sentem constrangidas ao lidar com um público grande,por isso precisam de apoio.E você não tem o direito de falar que o desfile não é considerado inclusivo só por causa deste fato,pois meu momento mais feliz do concurso foi quando minha modelo DO NADA se encheu de alegria e me deu um monte de beijinhos…ela sentiu feliz com essa oportunidade e,quando colocou o vestido,ficou brincando com os cordões,ela se entreteve neles,exatamente como era a intenção do projeto,entreter crianças autistas e acalmar sua eventual hiperatividade qdo elas ficam muito tempo paradas,por meio do uso de cores calmas e leves.Ela relutou para tirar o vestido,que fica com a organização.Portanto,a principal intenção do desfile(do meu look,pelo menos)era ESSA,fazer a modelo feliz e bem na roupa criada,com algo que ajudasse ela e que ela pudesse brincar,pois autistas amam ter alguma coisa para segurar.E ela não se sentiu muito bem no lugar qdo este começou a encher,assim como muitos outros modelos.Mas faltou espaço adequado para as pessoas sim,especialmente para cadeirantes,nisso eu concordo.
    E ninguém tem que desfilar perfeitamente,pois não é um desfile de modelos “do mundo da moda”,altas,magras,com mais de 1,75,e sim um desfile de moda inclusiva,e a inclusão também está na passarela,em dar oportunidade para modelos inexperientes .
    E quer dizer que todo mundo que precisou de auxílio(deficientes visuais,principalmente) não está enquadrado no conceito de moda inclusiva só porque precisa de auxílio?Aff ,faça me o favor de parar de escrever mentiras.E oa auxílio a que me refiro enquadra todos os tipos(cão guia,bengala,pessoas auxiliando,etc).
    E sobre os supostos gordos na passarela?De que adianta combater o preconceito de um lado(no caso das pessoas com deficiência) e não incluir os gordos(que talvez tb seja até um tipo de deficiência,inúmeras são as causas da obesidade).Isso para mim se chama hipocrisia e incoerência!
    Você deveria pensar e pesquisar melhor a intenção de projeto por projeto antes de ficar criticando os outros,principalmente pessoas que você nem conversou durante o evento(algumas você conversou sim).

  10. Ana disse:

    Só pra fazer uma observação…quando falei sobre preconceitos contra obesos,me referi ao infeliz comentário do Diego[que também fez outras falsas observações sobre as modelos(ele n especificou quais) não andarem em linha reta],e não sobre a autora do blog.
    É fácil sair falando do trabalho dos outros sem antes pesquisar.

  11. Ana disse:

    Só para finalizar,também quero maior reconhecimento profissional e social das modelos,achei estranho não colocar o nome deles(com, o meu juro que nem me importei).Mas vale lembrar que reconhecimento e inclusão são coisas que se conquistam aos poucos,e,como tudo na vida,não ocorre perfeitamente.Especialmente no caso de pessoas que estão desfilando pela primeira vez(minha modelinho nunca desfilou,mas gostava de brincar de passarela com as amiguinhas).E ainda teremos outros projetos para crianças autistas.
    Mass fiquei sabendo que o concurso recebe pouca verba do governo,não dá para escolher qualquer lugar para ser realizao por inúmeras questões burocráticas,a acessoria não cuida apenas do desfile,eles possuem muitos outros projetos,as vezes é uma correria para tdo mundo,não teve uma equipe de treinamento para os modelos …e talvez seja por isso que o evento fica desorganizado,com mais fotos de uma pessoa do que de outra,pouco espaço para cadeirantes,etc.Infelizmente…
    Mas o que importa são os projetos,pelo que vi,eles conseguiram incluir a pessoa com deficiência e fazê la se sentir melhor,e isso que realmente importa.Seria muito legal criar uma linha de roupas para deficientes que fosse comercializada,para assim a inclusão atingir um âmbito maior.

    att

  12. Valeria (Flor) disse:

    A divulgação existe apenas com o nome da secretária por isso que muitas pessoas não conhecem esse concurso.

  13. Rayane disse:

    Parabéns ao Diego pela bela colocação faço minhas a suas palavras e aos organizadores do evento as minhas sinceras lamentações e pedido para que tenham mais respeitos os deficientes profissionais de fato!
    até mais Rayane Landim modelo- agência Kica de Castro.

  14. Valeska Reis disse:

    A inclusão em desfile só existe quando são modelos com e sem deficiência na mesma passarela, o texto em nenhum momento critica as pessoas sendo auxiliadas, o que ficou aqui foi apenas uma observação que as pessoas que ali estavam auxiliando não são modelos, por isso o evento não é inclusivo.
    Sobre o piso tátil, um absurdo não seguir as normas. As pessoas com deficiênia procuram independência, o evento não valorizou isso em nenhum momento.
    Ana, seu comentário e válido, só que acho que a primeira forma de reconhecer o profissionalismo vem da nossa parte: Minha “modelinho” … Você pode mudar isso, no seu comentário , exemplo: a minha modelo infantil X (no lugar do X colocar o nome dela). Já pensou que a inclusão também não está sendo feita da sua parte? Queremos um mundo justo e o ideal é cada um fazer a sua parte na medida do possível.
    Diego, como já escrevi, eu compreendi o seu ponto de vista, só acho que não precisa ser ofensivo nos seus comentários. Concordo que existe espaço para todos nesse mundo, que tudo tem o seu devido lugar e hora certa para acontecer. Melhor orientar as pessoas do que apenas apontar o dedo na cara, lembrando que quando apontamos um dedo na cara dos outros, para quem não tem deficiência nas mãos, outros três apontam para nós mesmo. Procure ajudar e não apenas criticar.

  15. Valeria (Flor) disse:

    Não vejo nada sobre as estilistas. O que elas fazem depois do concurso? Fazem roupas sob encomenda, procurando criar uma espécie de associação entre elas para colocar o produto no mercado? O que é feito afinal?

    • Ana disse:

      Oi Valéria…já respondi abaixo,mas quero dar uma resposta mais completa:
      Cada uma costuma fazer seus próprios projetos relacionados à moda inclusiva ,geralmente(assim como eu).Mas não tenho o conhecimento do que todas as estilistas fazem depois,e pelo que sei,nunca nenhuma linha de roupas foi criada e colocada no mercado,o que é uma excelente idéia,para tornar a moda mais acessível a um maior número de deficientes,e não apenas a modelo(profissional ou não) que desfilou o look(NÃO QUE ISSO NÃO SEJA IMPORTANTE).Seria bem legal,mas é muito difícil colocar uma linha de roupas no mercado,especialmente qdo vc não é dono de nenhuma loja(burocracia,falta de dinheiro para pagar ,por ex.,as x costureiras que irão costurar,etc).O estilista trabalha sim,claro,ajuda os funcionários da hipotética loja,etc.Mas ,em se tratando de uma linha de roupas para um grande público,é impossível ele fazer sozinho,e ,pra isso,precisa da ajuda de seus funcionários(pagos,claro)…e isso para quem não tem loja própria ou confecção é mto difícil.
      Mas a idéia de colocar a roupa no mercado é super válida e importante.

      • Valeria (Flor) disse:

        Aqui vai uma pequena sugestão, faça você a diferença. Procure trabalhar em equipe, quem tem a mesma opinião, seria bacana todas as participantes do evento criar uma ONG para fazer a moda inclusiva acontecer.

  16. Gabi disse:

    Concordo com o post. Muitos pontos negativos foram levantados e todos bem argumentados. A inclusão só vai ser uma realidade quando o nível profissional for de igual para igual. Não importa ser profissional com e sem deficiência, a inclusão precisa existir de fato e não ficar levantando uma bandeira de “somos politicamente corretos”, apenas nesse evento que se faz para pessoas com deficiência. Incluir e estar no mercado de trabalho e ser reconhecido como tal. Dou meu apoio as palavras do Valdir Timóteo. Por mais que a verdade tenha que ser dita, acho que existem meios de argumentações e o Diego não conhece esses meios, seria melhor pesquisar formas de argumentar sem atacar ninguém.

  17. Ana qual o nome da sua “modelinho”? Aposto que ela quer ser chamada pelo nome, começando pela estilista dela.
    Todos aqui querem reconhecimento profissional. Então, se cada um está defendendo o seu ponto de vista e o próprio trabalho, vamos começar por nós mesmos o reconhecimento profissional. Eu defendo o meu trabalho com unhas e dentes.

  18. Rayane disse:

    Olá ANA muito prazer sou modelo fotográfico Rayane Landim e peço licença a Vera para lhe fazer uma só pergunta já que estou na luta pelo reconhecimento. Qual foi a remuneração que você deu a sua “modelinho”?
    Grata Rayane Landim fundadora do pesoasespeciais

  19. Marcio disse:

    O que ficou claro com esse post é que todos, sem excluir ninguém, querem a inclusão dos seus trabalhos. Todos tem o direito, afinal o concurso não iria acontecer sem a participação de todos. Não posso deixar de dar os meus parabéns para Diego Madeira, a verdade tem que ser dita, ele não escreveu nenhum absurdo. O mundo é cruel mesmo, sem provar o devido valor, ninguém consegue nada, isso é geral tanto para pessoas com e sem deficiência. Muitos eventos de moda existem, poucos tem a participação de modelos profissionais com deficiência. Nisso apoio a Kica de Castro, que vem anos batalhando por esse mercado de trabalho. Achar que passarela é brincadeira, outro erro. O mercado não pensa como brincadeira. Enquanto pessoas acharem que pelo simples fato de existir um concurso de envolve pessoas com deficiência e essas pessoas não serem valorizadas, a inclusão nunca vai acontecer de fato. Em todo e qualquer evento, concurso existe o critério de avaliação de perfil e classificação de quem é melhor. Com pessoas com deficiência isso não é diferente. Para esse concurso 20 looks foram escolhidos e poucos os modelos foram selecionados. Agora quem vai responder o motivo dessa diferença? Será que essa Ana que aqui fez o seu comentário, digo que de certa forma para defender o seu trabalho, pode explicar por que modelos profissionais não foram contratados? O público não tem conhecimento do que acontece nos bastidores e esse post foi claro em contar o que de fato aconteceu. O comentário da Ana, em descrever a reação da modelo dela foi importante saber, afinal a midia não dá valor a essas reações. Só que também ficou claro que Ana, quer o seu reconhecimento profissional, ela escreveu isso com todas as letras. O que não concordo de jeito nenhum e com reconhecimento “social” das modelos. O que é isso? Uma forma de discriminação de forma educada? Modelos com deficiência já uma realidade no mercado. Vamos pesquisar galera.

  20. Carlos Eduardo disse:

    Polêmica no ar? Não apenas um pouco de falta de interpretação do texto por parte de algumas pessoas.
    Vera como sempre tenho que concordar com o seu post. Sua opinião é bem clara da mesma forma que os depoimentos que chegou a pegar. Claro que sabemos que não pegou todos os depoimentos, por falta de tempo, por falta de acesso aos mesmos, enfim, são vários os fatores. Ninguém é perfeito mesmo, assim como a midia também só divulga o que para eles é importante, vem você com pontos que são importantes para pessoas como eu, com deficiência. O depoimento do Thiago acho que é de todos os cadeirantes presente. Eu que não fui, fiquei pensando, imagine se lá estivesse, ia ficar bem incomodado com esse pouco caso da secretária de não fazer um coquetel num lugar apropriado. O Museu da Casa Brasileira é patrimônio do governo, obrigação por parte deles estar totalmente acessível, uma vez que é lei. Qual a desculpa do governo para esse assunto? Karoll com todo o seu conhecimento técnico deixou bem claro sobre o piso tátil, até onde foi a minha pesquisa, só vi o relato dela nesse blog, logo Ana, acho que a sua leitura foi aqui também, em post diferente desse. Se nem você sabe onde leu, eu particularmente acho que pesquisar não é o seu forte. Se pesquisar aqui mesmo nesse blog, que tem muitas coisas voltada para esse assunto, vai ver que ser modelo não é brincadeira para muitas pessoas que são meus amigos e profissionais com deficiência nesse segmento. Eles seguem uma rotina como modelos sem deficiência: cuidados com alimentação, acadêmia. Crianças com autismo precisam sim de apoio e oportunidades com certeza. Só que vamos combinar que imagem fala mais que mil palavras, e as fotos no site da secretária, deixam a desejar em muitos pontos, muitas fotos de passarela os modelos estão com caras de tédio. Eles falam o que sobre o evento, queria saber a opinião de cada participante, só que fica complicado saber se os mesmos estão em alguma rede sociais, as legendas não permitem essa pesquisa por nome, justamente pela ausência dessa informação. Que pessoas precisam de auxilio, como bengala, cão -guia, piso tátil é uma coisa. Preciso da minha cadeira de rodas, a discussão não é essa. A modelo que desfilou o primeiro look vencedor, entrou com um cão guia e uma pessoa vidente. Qual a função do cão nesse evento? Cade a independencia dela na passarela? Como os produtores de moda vão avaliar esse fato? São muitas as perguntas que vem com o seu comentário. Fico perguntando qual a sua experiência anterior com a deficiência. Será que foi apenas para participar de um concurso e mostrar o seu trabalho? Concordo com as sabias palavras da Kica, o reconhecimento começa de nós para o mundo e não ao contrario. Chamar a sua modelo de “modelinho” foi fazer a mesma coisa que a secretaria fez com as legendas. Você concordou que as modelos precisam de destaque é o seu nome nem precisava aparecer. Não foi isso que aconteceu com o seu cometário. Que apenas ajuda alimentar esse preconceito com modelos deficientes. O geverno realmente não tem apenas o desfile para cuidar, agora falar que tem pouca verba também não é motivo para fazer a evento de qualquer forma. Planejamento e profissionais qualificados existem para isso, orientar e fazer o que é certo. Dar oportunidade de cinco minutos para pessoa com deficiência estar numa passarela não é quebrar nenhum tabu e nem provar nada. Apenas promover uma secretária que não faz quase nada para os direitos da pessoa com deficiência. Oportunidade e dar chances da pessoa com deficiência ganhar o seu sustento. Não é possível que alguém fique feliz de ver a sua foto na midia com essas legendas medonhas. O trabalho de poucos foram reconhecido nesse concurso, apenas de quem promove. Sem as estilistas a secretária não faz o concurso e sem as modelos as estilistas não aparecem. Equipe é assim. Nem as premiadas ganharam o devido destaque, imagine as demais. Ana pode ter certeza que se tiver projetos seus voltados para crianças com autismo vou estar aqui para apoiar e divulgar o seu trabalho, basta ter qualidade.

    • Ana disse:

      Ana, acho que a sua leitura foi aqui também, em post diferente desse. Se nem você sabe onde leu, eu particularmente acho que pesquisar não é o seu forte

      Você não tem o direito de falar algo que não sabe,pq EU LI SIM no blog….achei ridiculo esse argumento,que é falso.
      E PESQUISAR É MUITO MEU FORTE SIM

      o único pointo que queria falar em particular com vc é esse…não gostei dessa postura,pq ODEIO QUE ME ACUSEM DE UMA COISA QUE EU NÃO FIZ,SE TEM UMA COISA QUE EU NÃO SOU É FALSA E QUE FALA BOBEIRAS SEM PESQUISAR.EU LI AQUI SIM,MAS APENAS ESSE FATO EM ESPECIFICO…SE VC SOUBESSE DO QUE ROLA NOS BASTIDORES…daria uma boa discussão pra tentarmos melhorar as coisas na prática(coisa q n estamos fazendo)MAS~NÃO ,NEM ESTAVA PRESENTE NO EVENTO NE?
      pense antes de falar….

      de resto,já comentei nos posts do site…só to falando por aqui pq acho q nguem tem nada a ver com esse fato que eu yto mandando p/ vc e que ja escrevi muuuuuuuuuuuuuuuuuito la….
      aceito mais discussões sobre projetos para crianças autistas,como ja foi comentado,quem sabe assim a gente pode fazer algo na prática?Ficar na teoria é fácil.

      • Carlos Eduardo disse:

        Ana para cada situação existe uma verdade. A secretária acha que o que publicou é a mais pura e absoluta verdade, afinal está promovendo o nome deles. A Vera, na qual ainda não tive oportunidade de conhecer pessoalmente fez esse post com o outro lado da moeda, colocando a verdade de muitas pessoas. Você vem falar a sua verdade, que precisa de fatos mais fortes para me convencer de alguma coisa no seu ponto de vista. Essa é sua opinião e que muitas vezes não fica claro e quando você é questionada de forma direta, fica toda “irritadinha” perdendo um pouco o foco do debate. Não parece que pesquisa é o seu forte, não parece que você saiba bem o que é lidar com pessoas com deficiência. Lidar com duas pessoas em particular por serem amigas, não te faz conhecedora do assunto. A mãe da sua modelo está com ela 24hs por dia, você fica poucas horas e não diariamente. Fazer trabalhos voluntários, parabéns e como bem colocado pela Kica você está remunerando a modelo de outra forma. Para quem não quer aparecer, você vem aqui nesse espaço e usou ele para muitas coisas: falar sua opinião, explicar o look que desenvolveu e de uma certa forma fazer ofensas para algumas pessoas, sendo que criticou um deficiente por ser tão direto como ele foi. A minha opinião pode ser um erro de interpretação de texto, afinal você não sabe expressar o seu ponto de vista particular. Fiz perguntas e fui atacado, chamado nas entrelinhas de ignorante. Ficou bem colocado no comentário da Kica e argumentado pela linda dona desse blog. Se pelo fato de não estar no evento, não posso comentar o que aqui está escrito, significa que tenho que ficar sem dar a minha opinião? Veja Ana, isso é uma pergunta antes de fazer qualquer pré julgamento. se você “odeia’ o meu ponto de vista, é uma coisa que vai ter que levar pela vida, o que seria da cor amarelo se todos gostassem do azul? Outra pergunta Ana. O evento não chegou aos meus conhecimentos antes, olha que sou deficiente. Alguns detalhes também fiiquei sabendo, que precisava ter convite, não fui informado sobre o evento, imagine ser o convite então. Se tem mais coisas que aconteceram nos bastidores, escreva Ana, aproveita esse espaço para levar informações e não apenas querer aparecer, uma vez que você não gosta. Isso gera outra dúvida pessoal sobre esse seu ponto de vista. Quem não quer aparecer fica em casa e no silêncio. Ana você como todos querem o lugar ao sol. Junte-se. Eu participo de movimentos, ongs, passeatas. Você esta disposta a vir com a gente? Conhece o movimento SuperAção? sabe de outros pontos sobre o deficiente sem ser assuntos ligados a moda? Mais perguntas Ana para responder. Como você pesquisa, deve saber que por questões éticas e bom mencionar a fonte, para que as pessoas, assim como eu que chamou de ignorante, tenha referência de onde vem o seu conhecimento. Não estou apenas na teoria, todos os dias eu estou na prática lutando pelos nossos direitos que não são respeitados mesmo sendo leis. Você é como a Kica em certo ponto, defende o seu trabalho com unhas e dentes, o que vejo como diferença é que falta algumas qualidades dela em você. Não que ela seja perfeita, nenhum ser humano é. Só que a diferença está sendo feito por poucas pessoas e o seu trabalho ainda não ajuda a causa. Aproveita esse blog, que é feito pela linda Vera, que um dia vou ter o prazer de conhecer pessoalment e veja o post de hoje, que comenta sobre o número de autistas. Você pode ajudar, uma vez que sabe algumas coisas desse universo. O pouco é muito as vezes. Parabéns Ana, por usar esse espaço para aparecer e fazer nos ignorantes saber da sua existência.

        • Ana disse:

          Carlos,a única pessoa a quem chamei de ignorante foi vc,não nego e não vou ficar me fazendo de santinha,pq issó não é comigo!Por isso,não fale “nos ignorantes”
          Eu falei TODO MUNDO fazer algo na prática,inclusive eu e vc.

          “O evento não chegou aos meus conhecimentos antes, olha que sou deficiente. Alguns detalhes também fiiquei sabendo, que precisava ter convite, não fui informado sobre o evento, imagine ser o convite então. Se tem mais coisas que aconteceram nos bastidores, escreva Ana, aproveita esse espaço para levar informações e não apenas querer aparecer, uma vez que você não gosta. Isso gera outra dúvida pessoal sobre esse seu ponto de vista. Quem não quer aparecer fica em casa e no silêncio. Ana você como todos querem o lugar ao sol. Junte-se. Eu participo de movimentos, ongs, passeatas”

          E vc acha que eu achei justo um monte de gente ficar de fora pelo fato dos convites serem contadinhos?Claro que queria q vc estivesse,assim como muitas outras pessoas,especialmente vc que é deficiente e provavelmente seus amigos estavam lá desfilando.
          O aparecer que eu falo é me tornar tipo uma celebridade,nesse sentido.O que eu quero é que MEU TRABALHO APAREÇA ,e não minha imagem.Expliquei melhor agora?Minha imagem pode aparecer claro,mas quero mais ênfase no trab. que nela.

          E a única pessoa que me irritou até agora foi você..mas já que vc pede e acha que eu não expliquei bem meu ponto de vista…vou coloca lo novamente:

          “A minha opinião pode ser um erro de interpretação de texto, afinal você não sabe expressar o seu ponto de vista particular”

          Vamos lá:muito legal o trabalho que a Kica vem fazendo,contratar modelos PROFISSIONAIS para diversos desfiles(não só esse).É uma oprtunidade para seguir a vida ,e não falar”Ah,um dia desfilei”.Mas não acho que APENAS agências profissionais é que deveriam desfilar no dia do concurso,mas sim que profissionalismo é mesmo essencial.Se ,por exemplo,um menino (criança)chamado Eduardo (homenagem à vc )quiser participar do concurso e a mãe dele super apoiar ,pq negar essa oportunidade à ele?Só pq ele não está em uma agência formal?E se ele entrar depois na agência?E se eu remunera lo por meio de trabs. voluntários,e se ele entrar na agência para ser profissional de fato(não só para desfilar no concurso)enfim,um leque de possibilidades.O que não pode é ,por exemplo,eu pegar algum modelo apenas para o dia do desfile e depois nem mais manter contato e nem mais lembrar de moda inclusiva,apenas usar a pessoa.
          Mas creio que tanto para as modelos profissionais qto para os não profissionais,o trabalho tem que ser sério sim.O treinamento deve ser feito,os modelos deficientes devem se sentir bem no local(o que não ocorreu corretamente),deve ter lugares apropriados para eles…deve ser decidido antes quem vai entrar com eles(se precisar disso,e fazer uns ensaios juntos,claro),deveria haver mais convites…anfim são muitas coisas a melhorar.As vezes os certos cuidados fazem com que a pessoa se sinta melhor…a Isabelle,por exemplo,não se sentiu bem com um monte de gente no camarim,e talvez isso e outros fatores possam ter atrapalhado ela ,assim como atrapalhar as outras pessoas também.O foco era a ROUPA,e não minha imagem,o penteado,o sapato,etc etc….essas coisas servem apenas para complementar!E se a gente fizer algo para ,no ano que vem,o desfile sair melhor?Vamos dando as idéias!!!Eu já tenho algumas,se vc quiser´,é só perguntar!

          ” Você esta disposta a vir com a gente? Conhece o movimento SuperAção? sabe de outros pontos sobre o deficiente sem ser assuntos ligados a moda? Mais perguntas Ana para responder.”
          Estou disposta sim,mas peço que vc responda minhas perguntas(se vc quer minhas fotos e sobre passar seu email)
          O movimento Superação conheço sim,mas nunca participei dele.Vc participa?
          Sei de outros pontos sim,muito negativos inclusive…a APAE de Guarulhos,por exemplo,acho super burocrática…você vai nas frangadas beneficientes e nem vê pessoas deficientes,lamentável!
          Conheço uma ONG que ajuda crianças com HIV a se alimentarem melhor,é bem legal,o voluntário passa na sua casa para pegar as doações(ele atrasa ,mais passa).

          Conseguiu entender melhor meu ponto de vista?Desculpa qualquer coisa e se não me expressei bem,acho que escrevi com muita pressa.

          • Carlos Eduardo disse:

            Ana, quando você entra em um debate, todos os pontos tem que ficar bem claros. Eu tive a impressão que pelo menos duas pessoas aqui foram chamadas de ignorantes pela sua pessoa, uma o Diego, não só eu achei isso, veja todos os comentários, e a outra pessoa eu mesmo, até fiz uma piada com isso. O ser humano não é perfeito em absolutamente nada, todos os trabalhos tem erros, alguns até passam, outros não podemos deixar passar de jeito nenhum. Kica não é perfeita, só que ela a anos desenvolve esse trabalho de agenciadora e por essa grande profissional eu só não bato palmas de pé por ser paraplégico. Esse é um trabalho que eu divulgo e defendo, mesmo não fazendo parte da agencia. tenho outras intenções profissionais e nem todos, mesmo pessoas com deficiencia podem ser modelos, nisso fico com as palavras do Diego, que não tenho a minina idéia de como é a cara desse sujeito nunca vi na minha vida. Aqui nesse blog, conheci algumas ações como do Movimento Inclusão Já, vale a pena conferir esse trabalho. Sobre o movimento SuperAção, todo ano estou lá gritando nas ruas para ser ouvido por quem tem o poder nesse pedaço de terra. Posso apresentar o trabalho do Billy e de muitas outras pessoas com deficiencia que fazem total diferença na causa, incluindo a dona desse blog, não tive opotunidade de conhecer pessoalmente, um dia esse sonho vai ser realidade. Voltando ao assunto, todos tem o direito de realizar seus sonhos, só que cuidado para não misturar as coisas e fazer de um evento uma forma de levantar a bandeira do “coitadinho” como todos os dias estamos vendo na midia a rodo. Você agora escreveu o seu ponto de vista melhor, assumiu que quer aparecer, quando escrevo isso, falo do trabalho e não da sua imagem. Qualquer profissional quer aparecer, aparecer significa resultado do trabalho. Logico que no desfile o importante são as roupas, só que nem isso aconteceu num desfile realizado pela secretaria de direitos da pessoa om deficiencia. As pessoas precisam saber dos seus limites, fazer cursos e seguir uma carreira profissional. Cuidado para não dar falsas ilusões, achar que que cinco minutos é o suficiente para a vida toda. O mundo é cruel com todos, na verdade pessoas são maldosas, politicos não fazem nada pela causa é sim por causa propria. Seu trabalho voluntario é valido, quando bem explicado suas intenções o objetivos, trocar favores, fazer parceria também é um caminho. Se tiver dúvidas das minhas colocações venha perguntar antes de fazer as suas obervações e me julgar. Quando entramos num debate estamos sujeitos para aplausos ou se vaiados. Fiquei na dúvida e fiz as minhas considerações, dentro do que estava a disposição dos meus conhecimentos. Ficar calado não é o caminho, e questionar foi a solução que encontrei. Estou lendo tudo sim, faço parte do debate. Você foi questionada e responde, assim como estou fazendo. Fez alguns erros como foi criticado no texto e só fez a correção quando questionada, isso precisa ser iniciativa sua de querer mudar. No texto da Vera, vem a critica pela legenda e o seu comentário inicial de chamar de “modelinho” só veio ressaltar isso, depois com os vários questionamentos arrumou os comentários. Tenha iniciativa. Estou na luta pela acessibilidade com várias ong, empresas e pessoas de boa vontade. Não sei tudo, também quero aprender, espero trocar muitas informações com você Ana. Esse debate vai ajudar a conhecer uns aos outros e com certeza levar a informações para os nossos governantes. Podemos mandar o link para o e-mail da secretária e mostrar o nosso valor como seres humanos e como profissionais. O debate teve um objetivo em comum atingido, todos unidos por resultados futuros melhores.

        • Vera Garcia disse:

          Obrigada, Carlos. Será um grande prazer poder conhecê-los pessoalmente!

          • Carlos Eduardo disse:

            O prazer vai ser meu pode ter certeza kkk.

          • Ana disse:

            ” Logico que no desfile o importante são as roupas, só que nem isso aconteceu num desfile realizado pela secretaria de direitos da pessoa om deficiencia. As pessoas precisam saber dos seus limites, fazer cursos e seguir uma carreira profissional. Cuidado para não dar falsas ilusões, achar que que cinco minutos é o suficiente para a vida toda. O mundo é cruel com todos, na verdade pessoas são maldosas, politicos não fazem nada pela causa é sim por causa propria”

            Verdade…as pessoas são maldosas…eu mesma não ganhei nada (em dinheiro)com o projeto,fiz voluntariamente…na verdade nunca ganhei nada com moda,por mais que eu me esforce com isso!Eu entendo como vcs se sentem,e fiz o trab. voluntariamente,assim como a Isabelle também(e depois faremos mais projetos,estou dando o contato da agência,etc).
            E mesmo eu fazendo projetos voluntários e combinando essas coisas com a Marina(o que ja nos deixa quites e assim foi combinado),uma remuneração seria sim legal,mas na época meu pai e minha mãe estavam internados(sério,minha mãe tava no hospital e meu pai numa clínica) e eu não ganho nada com moda,como já disse.Então estava em desespero,mas não cheguei a desistir!
            Talvez eu esteja desvirtuando um pouco o assunto,mas o mundo da moda é bem difícil e não tem nem um pouco do glamour que parece…sem contar o preconceito e inúmeras coisas exploratórias!
            Novamente pesso desculpas pelo “ignorante” e agradeço sua disponibilidade em ajudar!Hoje mesmo mando as fotos p/ vc ver!!

  21. Carlos Eduardo disse:

    Valeska o mundo é bem cruel, muito além das palavras do Diego Madeira. Ele falou a verdade para quem quer ler a verdade. Fazendo algumas pesquisas sobre o assunto de modelos com deficiência tudo leva para uma única agencia que abre espaço para todos. Dar cinco minutos de fama não paga as contas de ninguém.

  22. Valeska Reis disse:

    Diego não vou ficar conformada com as suas palavras duras e digamos que preconceituosa quando o assunto é inclusão. Você tem experiência, esta no mercado de trabalho e pode orientar as pessoas ao invés de apontar o dedo na cara. Que esse seu comentário é a sua opinião, está claro, só que existem meios educados e sem ofender ninguém para fazer as criticas.

  23. Priscila Menucci disse:

    Repito o meu comentário anterior, as pessoas não perguntam para quem entende do assunto , elas simplesmente vão fazendo o que elas acham que sabem ou acham que vai ser um estouro , não é porque trabalham em uma secretária da pessoa com deficiência que entendem , porque não contratam as pessoas capacitadas e com a deficiência para assessorar e realizar o evento , desde da montagem , até a escolha das estilistas e para terminar a seleção das modelos , pois esses tipos de eventos assim , são apenas para aparecer, pois nunca vi uma grife ou alguém realmente realizar uma linha de roupas no segmento que se é pedido para participar do concurso .
    É preciso rever os profissionais que trabalham com intuíto de realizar algo de concreto para as pessoas com deficiência , se realmente elas querem fazer e desejam que aconteça , ou apenas fazer por fazer .
    E que as pessoas com deficiência se exponham mais , para brigar pelos seus direitos e não admitirem mais serem coitadinhos para estarem em um lugar onde não as valorizem como PROFISSIONAIS e só as solicitem para essas atividades , que nem certo as vezes fazem.
    Me desculpem se fui sincera demais .
    Mas é preciso ter bons profissionais em todas as áreas , e não apenas pessoas ocupando cadeiras .

  24. Carlos Eduardo disse:

    Gosto de fatos exemplificados. Quando uma pessoa com deficiência faz criticas de pessoas com deficiência, essa tal pessoa é quase condenada a morte. Ninguém aceita a critica numa boa. Agora quando uma pessoa famosa faz critica de pessoas não famosas sem deficiência, vira poesia. Sabem do que estou falando? Da frase clássica de Vinicius de Moraes: “As feias que me desculpem, mas beleza é fundamental”.

  25. Ana disse:

    Oiee…minha modelo chama se Isabelle Vaz Monteiro…eu falo modelinho pq a gente é amiga,antes de tudo (antes mesmo da gente falar em desfile e tal).
    Ela não precisa de remuneração pq eu faço projetos e trabs voluntários com a ONG da mãe dela,senhor ignorância mercenário metido a certinho.
    Então…qdo acaba o concurso,cada estilista segue um caminho…eles costumam ir atrás de outros projetos(assim como eu) que visam a inclusão…geralmente por meio da moda.

  26. Ana disse:

    e a mãe da Isabelle e a pedagoga dela entendem muito bem do assunto sim,pelo menos qdo se trata de deficiência intelectual.Pesquise antes de falar. Elas têm Ong, projetos, pesquisam,vão em médicos,enfim,uma série de coisas.

  27. Ana disse:

    Quanto comentário sensato…

    ” Será que essa Ana que aqui fez o seu comentário, digo que de certa forma para defender o seu trabalho, pode explicar por que modelos profissionais não foram contratados? O público não tem conhecimento do que acontece nos bastidores e esse post foi claro em contar o que de fato aconteceu. O comentário da Ana, em descrever a reação da modelo dela foi importante saber, afinal a midia não dá valor a essas reações. Só que também ficou claro que Ana, quer o seu reconhecimento profissional, ela escreveu isso com todas as letras. O que não concordo de jeito nenhum e com reconhecimento “social” das modelos”

    Foi muito fofo isso*-*Pra mim,o mais importante é o destaque da modelo,depois do meu trab,e depois d mim suhauhas

    Verdade…eu nem ligo de aparecer,odeio isso mesmo (sério),sou fora dos padrões de beleza,odeio chapinha no cabelo,etc …uhasuhsauh
    Mas minha intenção nem era ganhar o concurso,e sim fazer a família feliz(deixei isso bem claro)…agora tem gente que não…que ta la só pra ganhar¬¬
    Eu estou vendo com a Marina(mãe da Isabelle) da gente fazer mais projetos com cordões giratórios para várias crianças autistas…mas é tudo muito difícil,o CIAAG ainda não está totalmente pronto…essas coisas vão acontecendo aos poucos,como a própria mãe dela disse…Já o irmão da Isabelle tb é autista,ele ama animais!!É muito fofo….auhaushu…tb to pensando em fazer uma roupa pra ele com esse tema,talvez possa participar do concurso do ano q vem.
    Olha,projeto que teve destaque assim é o primeiro(o desfile)…procurava ajudar as pessoas de outras formas(doações em dinheiro,dar unifomes p/ um menino com síndrome aqui do prédio,essas coisas(sério,ele que pedia uniformes e ficava super feliz com isso…ele e a mãe…ele amava usar uniformes escolares e eu ia na casa deles levar)….minha tia trabalhou na APAE,inclusive,mas olha…difícil as coisas por lá ,viu?Eles são muuuito fechados!

    Será que essa Ana que aqui fez o seu comentário, digo que de certa forma para defender o seu trabalho, pode explicar por que modelos profissionais não foram contratados?

    Não sei em relação aos outros casos,nem vou ficar metendo o pau no trabalho dos outros(o máximo que eu posso falar é q tem gente q tava lá so p/ ganhar…não muitos,mas tinha)…mas eu n contratei modelos profissionais pq meu look é infantil…e fica difícil achar modelos profissionais infantis com autismo…e já tinha os conhecidos,pessoas que estavam dispostas a me ajudar e não fazer algo APENAS por dinheiro,assim como não cobro nada por meus projetos para a ONG…e a gente tinha uma relação de amizade antes de falar na preparação do desfile e tudo,eu chamava eles p/ virem em casa só p/ o Artur(irmão da Isa) brincar com meus bichos de pelúcia,que ele amou huasuhas
    E a própria Marina não quis remuneração…mas quer minha ajuda p/ outros trabalhos(coisa que a gente está fazendo,mas infelizmente é muito lento….ela mesma falou p/ eu ter paciência auhuhsa)

    Mas se meu projeto não fosse p/ crianças autistas(me inscrevi com 2,1 q foi selecionado)eu contrataria uma agência profissional sim,acho válido!E pesquisaria acima de tudo,pq não é todo tipo de deficiência que se acha na agência(se meu segundo projeto fosse selecionado,para mulheres anãs,acharia sim…mas tem deficiência q não se acha).

  28. Ana disse:

    RAYANE,pq escreveu meu nome em caps lock?
    E não adianta falar que vc está grata e vir com essas falsas formalidades,pq eu não sou idiota e sei q vc não tá.Se tem uma coisa que eu odeio é falsidade,sério.

    Desculpa a todos se não coloquei o nome da Isabelle Monteiro,criança autista…é que qdo eu sou chegada a uma pessoa costumo chamar de minha amiga,minha modelo,mae de x,pai de y,avô dele,etc…descuido mesmo…Agora vou escrever Isabelle toda vez que me referir a ela(Isabelle Vaz,tem mta Isabelle).

  29. Ana disse:

    Ana, acho que a sua leitura foi aqui também, em post diferente desse. Se nem você sabe onde leu, eu particularmente acho que pesquisar não é o seu forte.

    Sobre esse ponto ESPECIFICAMENTE eu li aqui mesmo!Mas vi e ouvi muuuitas outras coisas qdo estava lá presente….se eu for enumerar,vai ficar até cansativo,pq já escrevi muito..
    Pq pesquisar não é mu forte?Todo dia pesquiso algo aushsauh o.o

    Obrigada pelo apoio…é só passar seu email que eu te falo do projetos im ^^e tb posso passar o contato da Marina,ela vai querer,tenho quase certeza.

  30. Ana disse:

    “Não é possível que alguém fique feliz de ver a sua foto na midia com essas legendas medonhas”
    Eu n gostei da foto publicada no site da Secretaria tb…levei minha câmera e nela sim parece que as fotos ficaram boas[com a Isabelle brincando com os cordões,mexendo,me expulsando deles(so ela queria brincar asuhsauh)]…bem legal!

    Se a mãe da Isabelle gostou e a própria Isa se sentiu bem,quem sou eu pra falar que o projeto não tem qualidade?Ou melhor,quem são os outros para sequer tentar julgar isso?

    Carlos,se vc quiser(e p/ quem mais quiser) disponibilizo as fotos que falei acima.É só me passar o email,tb quero ver ses projetos p/ crianças autistas e discutir isso.

    Vc trabalha com deficiência intelectual?

  31. Ana disse:

    O governo realmente não tem apenas o desfile para cuidar, agora falar que tem pouca verba também não é motivo para fazer a evento de qualquer forma

    Não fui eu quem falei isso,apenas recebi tal informação.Eu concordando ou não com isso ,é a informação que recebi….

    • Carlos Eduardo disse:

      No sou a pessoa certa nesse debate todo, que daqui a pouco vai virar um dialogo entre Ana e eu, vamos ressaltar outra vez, Ana quando estiver escrevendo deixe claro, fontes, ponto de vista, a informações que recebeu do governo ficou parecendo uma observação pessoal de sua parte, uam forma de defender o governo. Sou péssimo com a concordância também.

  32. Ana disse:

    O que é isso? Uma forma de discriminação de forma educada? Modelos com deficiência já uma realidade no mercado. Vamos pesquisar galera.

    Reconhecimento social é importante sim,pelo menos onde eu moro,ninguém nunca pensaria em colocar um modelo deficiente para desfilar,pos a própria Marina e a pedagoga da Isabelle falaram isso(nem gordos,nem com cabelo sem chapinha,etc).Foi por isso que falei isso,mas é opinião minha ,não é nenhum tipo de coitadismo não,e desculpe se pareceu.É realidade mesmo,ainda bem…mas mesmo sendo realidade,ainda há muuuuita gente receosa em relação a isso(não me refiro há nenhum de vcs).
    Mas pelo menos a gente,uma parcela da população,tem consciência disso e para vocês pode ate soar estranho eu falar “reconhecimento social”.Isso é bom!

    • Gabi disse:

      Todo reconhecimento é importante. Ninguém aqui quer fazer algum trabalho e não ter o devido reconhecimento, pessoal, social ou profissional. O debate é uma forma de ser reconhecido e também de APARECER.

  33. Rayane disse:

    Prezada Valeska a vida nem sempre é facil e nós deficientes devemos ter essa noção para resovermos futuros problemas.
    até Rayane Landim

    • Valeska Reis disse:

      Rayane
      A vida ensina muita coisa, o mundo não é cruel, são pessoas que transformam ações em crueldades, ações fisicas, verbais e até mesmo palavras escritas. Querer dar opinião, falar a verdade sou a favor, só que existem meios educados e sem ofender ninguém.

  34. Carlos Eduardo disse:

    Amigos são amigos, negócios a parte. Respeito todas as opiniões aqui, algumas bem contrarias a minha, respeito da mesma forma. O que não posso deixar de comentar e que as coisas só aparecem quando confrontadas. Poucas pessoas tem coragem de falar os fatos como de fato eles são. Usar o termo “modelinho” da margem para muitas interpretações (uma vez que não vem com a devida justificativa), acho que todas as perguntas foram válidas para esse assunto. Nada contra trabalhos voluntários e acordos entre as partes, só que profissionalismo requer sim a parte de remuneração, Diego não esta errado sobre isso. Como falei, essa oportunidade não paga as contas de ninguém. Se tiver oportunidade faz uma pesquisa que vai ver muitas profissionais com deficiência trabalhando nesse mercado, são quase todas as deficiências. Remumeração não é questão de ser mercenário. Eu trabalho para sobreviver, também vou em médicos, tenho fisioterapia, e nenhuma empresa me doa cadeira de rodas. Os aparelhos são caros, nada vem de graça. Pelo menos comigo as coisas são assim.

    • Ana disse:

      Carlos,claro que numa agência tem que ter remuneração…mas eu fiz um acordo diferente com a mãe dela e vou fazer projetos voluntários,sem cobrar nada.A balança está equilibrada assim entende?
      Mas se fosse numa agência,aí é outra história…vc leu a parte que eu respondi essa pergunta (sobre agências profissionais?)
      Vc viu também que eu chamei ela (a Isabelle) pelo nome milhares de vezes depois? Vc tb não respondeu minhas perguntas, se trabalha com autistas e se quer ver as fotos.Eu li tudo o que vc escreveu,mas não creio que você tenha feito o mesmo.

    • Ana disse:

      Carlos,teve um comentário que escrevi ontem que expliquei sobre contratar agências profissionais…mas ele está aguardando moderação e não sei se vc viu (pq ainda está no status”aguardando moderação).Caso assim,desculpe por falar q vc nao viu.(ele está aguardando moderação assim como esse, nem adianta muito eu escrever esse aqui,mas enfim,só para esclarecer).

      • Carlos Eduardo disse:

        Estou visualizando 68 comentários. Estou tentando responder todos antes de ir para balada de sexta mesmo com chuva em São Paulo.

        • Vera Garcia disse:

          Divirta-se!

          • Carlos Eduardo disse:

            Minha linda e maravilhosa Vera, a balada de sexta foi quase boa, faltou a sua presença. Saí na sexta para beber e fiquei o final de semana inteiro curtindo os amigos. Um dia vamos marcar uma balada para o povo do blog. kkk
            Estou vendo os comentários, daqui a pouco mando as minhas respostas, fiquei três dias ausente e o debate esquentou.

  35. Marcio disse:

    Essa de entrar em um concurso e não querer aparecer é um argumento complicado de aceitar. Acho que se existe um concurso, as pessoas estão ali para ganhar, oportunidade de mostrar o trabalho. Suas intenções são boas, procure profissionalismo no futuro, incluindo o proprio. Não acho que chamar as pessoas de ignorante é o caminho de fazer ser compreendido. Lidar com argumentos oposto é uma virtude. Sim, tenha paciência com os seus projetos, como muitas pessoas com deficiência tem paciência com muitas coisas.

    • Ana disse:

      “Suas intenções são boas, procure profissionalismo no futuro, incluindo o proprio. Não acho que chamar as pessoas de ignorante é o caminho de fazer ser compreendido. Lidar com argumentos oposto é uma virtude. Sim, tenha paciência com os seus projetos, como muitas pessoas com deficiência tem paciência com muitas coisas.”

      Concordo…só chamei ele de ignorante pq ele não me respondeu se queria ver as fotos,já saiu julgando sem opiniões sólidas p/ isso e me acusou de uma coisa que eu não fiz(no caso,não pesquisar).
      Obrigada por ler tudo e pela atenção!

      • Marcio disse:

        Não vi julgamento, vi questionamento por parte de uma pessoa que está fazendo parte do debate. Concordo que falta um pouco de amadurecimento de sua parte Ana, mesmo sendo alvo de algumas criticas, não lhe dá o direito de ofender uma pessoa por não concordar com as suas idéias. Esperamos encontrar uma solução em conjunto e apresentar para os organizadores para um próximo evento. Ana, você entrou no debate colocando as suas opiniões de forma a dar duplo sentido, mesmo assim, não percebe alguns erros. Você só chamou a sua modelo pelo nome, quando questionada por muitos, não por iniciativa própria.

        • Ana disse:

          Márcio,no desenrolar dos debates eu ia chamar ela pelo nome sim,mesmo sem ser questionada.Apresentar o trab. dela,as fotos ,essas coisas(que já estou fazendo com a Kica).

          ” Ana, você entrou no debate colocando as suas opiniões de forma a dar duplo sentido, mesmo assim, não percebe alguns erros.”
          Acho que qdo melhor coloquei minha opinião(sem ser em pedacinhos,como vinha fazendo ao longo do debate) foi hoje,qdo escrevi em resposta ao Eduardo,a que ja me desculpei pelo “ignorante”.Lá coloquei tudo o que penso e sobre a gente tentar melhorar os próximos eventos.E não vi duplo sentido nenhum nesse post a que me refiro,coloquei claramente.Espero que possa esclarecer,mas qualquer coisa,é só perguntar.

          • Marcio disse:

            Quase todos os dias eu entro para ler o blog Deficiente Ciente. Alguns post leio no celular e acabo nem postando a minha opinião. A moderadora desse blog, Vera Garcia, explicou que teve problemas de saúde, melhoras. Com isso alguns comentários não foram liberados, o que gerou alguns comentários, pelo menos da minha parte sobre o que estava liberado. A culpa não é da Vera, mesmo porque ela teve consideração de explicar aos leitores. Só que Ana, eu vi em alguns comentários seus uma falta de postura. Que gerou na hora da leitura uma interpretação que só ficou quase bem explicada quando outras pessoas perguntaram. Esse espaço não quer ter alguém como alvo para bullying virtual. Quer debater os fatos como te fato eles aconteceram. Ana pode contar o que teve além disso nos bastidores, pelo menos eu quero saber e quem sabe levamos tudo ao conhecimento publico para ter soluções quando esses fatos num futuro voltar acontecer. O debate aqui são os pontos negativos do evento, isso é importante saber.

  36. Rayane disse:

    Prezada Ana Quero aqui apenas esclarecer que realmente é legal ser voluntario é legal ajudar é legal desenvolver um trabalho de reabilitação em âmbito geral Parabéns a todos que fazem isso eu também faço parte de vários projetos sociais gerais dentro e fora de ongs; acontece que no meu ponto de vista é possível sim talvez com trabalho grande mais possível que a criança deficiente (seja qual for a deficiência) pode desempenhar um trabalho sério e competente sendo criança, mas que encanta e brilha pela sua capacidade de transformação e superação e não apenas por ser bonitinha ou deficiente e a remuneração por que não? ela saberia que é um trabalho e quem sabe não desenvolveria o comprometimento em outras áreas. Nem sempre amor ou amizade demais ajuda! E Outra coisa quanto a remuneração não é só por dinheiro fazemos por que somos bonitas sérias e precisamos, nós deficientes ser vistas como profissionais como qualquer outra dita “normal” e todo profissional recebe Fica aqui também uma obs de uma pessoa também deficiente “modelinho amiguinha e tudo inho” pode inferiorizar ou caracterizar super -proteção,dó, tudo que eu Rayane acredito que não precisamos!
    Grata Rayane Landim

    • Ana disse:

      Rayane,eu só falo assim no diminutivo pq ela é criança…eu tenho esse comportamento com crianças hausuhsauh,mas na hora de fazer um trab.,a coisa é séria(ou procura ser o melhor possível).A opinião da mãe foi levada em conta,o conforto,as cores q ela gosta,enfim,se eu enumerar os fatores,ficarei até amanhã.
      Obrigada pela atenção,e vocês jamais chamaria dessa forma,assim como a mãe da Isabelle Vaz.Só chamei assim pq ela é criança,e sem intenções de inferiorizar.E superproteção nunca é bom mesmo!A intenção não foi essa,foi só uma forma carinhosa,mas creio que você leu meus últimos posts e viu que depois a chamei pelo nome.

  37. Ana, obrigada por apresentar sua modelo infantil nesse debate. Um debate que abriu espaço para colocar o seu ponto de vista e apresentação da sua criação para o concurso, seu trabalho apareceu. Isso foi bom acontecer, uma vez que todos querem o que anos eu venho lutando, reconhecimento profissional. Esse debate serviu para você falar do seu trabalho para o concurso e o que faz pela causa da inclusão da pessoa com deficiência. Ainda bem que espaço democratico como esse existe.
    Se a mãe da sua modelo, fez a opção de não querer remuneração financeira, ela não abriu do seu trabalho voluntário. Essa é uma forma de remuneração. De apoiar a ONG, continuar com projetos para melhorias de crianças com autismo. Levar a felicidade para o próximo. A remuneração não é finaceira, mais ela existe de outra forma. Quando existe a inclusão, muitos pontos são levantados. Todos devem ser avaliados caso a caso. O meu questionamento inicial, sempre foi ausência dos nomes dos modelos. Por isso fiz a minha pergunta diretamente para você, afinal com o seu comentário não ficou claro que tinha uma amizade, achei que estava cometendo erro da mesma forma que as legendas apresentadas pós evento. Antes de julgar, eu perguntei para não cometer nenhuma injustiça. Tenho amizade com vários dos meus modelos, só que na hora do trabalho eu cobro a postura profissional de todos. Defendo o meu trabalho com unhas e dentes (já escrevi isso acima). Complemento que as opiniões opostas devem ser respeitadas, no máximo argumentar e deixar claro que não concorda. Chamar quem dá sua opinião de ignorante, é uma forma de preconceito (no meu ponto de vista). Ninguém precisa ter a mesma opinião que o outro, respeito é bom. Nem todos meus agenciados pensam da mesma forma que a minha, porém, existe o respeito. Assim como defendo o meu trabalho, defendo os meus agenciados, o seu comentário achei que foi tão ofensivo como você achou que foi ofensivo as palavras de um dos meus modelos, chamando o mesmo de “ignorante”. Ressalto, que cada modelo tem o direito de fazer qualquer comentário, independente da minha opinião. Inclusão da diversidade inclui pensamentos individuais.

  38. Diego Madeira disse:

    Ana – A intensão do Evento passa bem longe o que oferecer um entretenimento a pessoas autistas. Não entendi seu ponto de vista. Uma baita oportunidade de mostrar um bom trabalho dos estilistas você fica feliz, dizendo que o ponto alto é quando “sua modelinho” infla seu ego? Tem algo errado nessa conta. Sobre “Desfilar perfeitamente” é algo primordial no mundo da moda, e nós estamos querendo (ao contrário de você) cada vez mais fazer parte desse mundo. E em momento algum eu falei a palavra “Gordos” – disse que era inadequado visto que não se tratava de um desfile plus size (que é outra coisa). Por ultimo e não menos importante – Sou modelo há 4 anos, atleta há 20… Ler que eu não conheço sobre o que estou falando de alguém que chegou ontem nisso é quase um elogio. Acho sinceramente que sua visão tá um tanto quanto estreita do que realmente tá acontecendo, e (segundo o que já me falaram pra fazer) ponho-me a disposição para uma conversa pessoalmente, caso queira aprender sobre outras Patologias.

    Priscila Menucci, concordo com você em gênero, número e Grau.

    Gabi e Valeska – Não sou Político… Não vou ficar medindo palavras. Não aguenta? Bebe leite.

    E valeu Ray, Marcio, Carlos Eduardo e Kica

    Diego Madeira
    Modelo – Agência Kica de Castro

    • Ana disse:

      Diego,vc é modelo profissional,ela não.Está feliz?Vc desfilou melhor sim,mas se eu fosse jurada,meus critérios de avaliação não seriam APENAS esse…tb EU PARTICULARMENTE levo mto em conta a diferenciação dos looks(tipo:um projeto com a mesma idéia ganhar sempre n é justo).
      E sim,vc desfila bem e o look apresentado por vc achei interessante,uma vez que no desfile vc era o único homem que desfilava,a moda estava mais focada para mulheres…e acho legal ter homem desfilando ,seria até melhor se o numero de roupas para mulheres com deficiência chegasse um pouco mais próximo ao número de homens com deficiência.Moda não pode ser só para mulher!
      Aprender já aprendi na escola,talvez eu queira uma discussão de como melhorar e trabalhar melhor com patologias,isso sim é válido!

      • Diego Madeira disse:

        Ana – Além de maturidade, informação e um pouco de bom senso, tá faltando pra você um pouco de atenção… O Modelo homem que desfilou não faz parte da Agência mais, e não menos importante, não sou eu. Eu escrevi isso no primeiro comentário.

        E eu estaria feliz se você caísse desse pedestal e acordasse pra vida. Reunião de família, com abraços e choros emocionados é uma coisa, desfile é outra.

        E fico feliz que sua modelo quer seguir profissionalmente essa carreira. Recomendo fortemente que procure a Agência Kica de Castro para podermos orientá-la da melhor maneira possível. Porque isso, com absoluta certeza, vc não tem conhecimento suficiente pra fazer.

        Até mais

        P.S: é a ultima vez que respondo a Ana.

        • Ana disse:

          Diego,eu pensei que fosse vc o homem que estava desfilando pq vc falou que participou dos 3 eventos,e eu pensei que a participacao fosse de forma direta(aparecendo para o publico,como todas os modelos e depois as estilistas).Sendo assim,teve apenas um unico homem que apareceu desta forma,por isso pensei que fosse voce.Talvez eu nao tenha prestado atencao nesses DETALHES do comeco (que nao deixam de ser importantes,claro),ou entao tenha lido e esquecido,por isso procuro sempre reler os posts ,ontem nao RELI todos,pq era muitos

          Choro em familia?Voce bebeu?NINGUEM CHOROU PORCARIA NENHUMA…acorda..para de falar mentiras pq eu detesto mentira com todas as minhas forcas….e assim como vc fala que eu preciso de maturidade,eu e outras pessoas achamos que vc quem precisa de maturidade.Tudo o que eu nao preciso e de licao de moral,pode ter certeza

          VOCE NAO E NINGUEM PARA JULGAR SE EU TENHO PROFISSIONALISMO OU NAO PQ EM NENHUM MOMENTO EU JULGUEI SEU PROFISSIONALISMO OU FALTA DELE

          E pq e a ultima vez que vc me reponde?Preguica,falta de argumentos ou ambos?

          PS-desculpa os erros de portugues,eu nao sei onte esta o cedilha deste laptop

    • Ana disse:

      Sobre o bom trabalho dos estilistas,concordo parcialmente com vc.

  39. Vera Garcia disse:

    Concordo plenamente com o que a Kica disse em relação a palavra ignorante. É realmente algo ofensivo. Há outras formas de expor uma opinião sem ser apelativo e além do mais não podemos esquecer que gentileza gera gentileza. Estamos nesse debate porque compartilhamos de um objetivo comum, que é a inclusão das pessoas com deficiência em desfiles de moda.

    Agradeço a contribuição de cada um de vocês. Todas as críticas construtivas aqui registradas poderiam servir como feedback para a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Entretanto, até o momento, não há nenhuma participação da mesma.

    • Ana disse:

      Oi Vera…eu só chamei de ignorante o Carlos ,pq ele falou que eu não sei pesquisar(o que é MENTIRA).Só ele ,mais ninguém.
      Verdade,a Secretaria não participa mesmo….mas o que vc acha da gente escrever uma carta pra ela,não sei,ou algo do tipo?Vamos fazer algo na prática!

      • Vera Garcia disse:

        Oi Ana. Gostei da sua ideia. Podemos fazer um email informando e solicitando a participação de alguém da secretaria sobre a existência desse post, caso eles não tenham visto.
        Acredito que tanto eu como vocês, gostaríamos muito de ver algumas colocações da secretaria a respeito desse post.

        • Valeska Reis disse:

          Ana e Vera, a idéia de mandar um informativo para a secretaria de direitos da pessoa com deficiência é válido. Antes do evento, entrei em contato com a pessoa responsável pela organização do evento, alguns e-mails não tiveram retorno, fiquei sem resposta as minhas dúvidas. Os poucos que recebi respostas foram de forma monossilábico: sim, não … o que não respondia completamente minhas dúvidas. Falei com algumas pessoas com deficiência dias antes do evento acontecer, durante e pós evento. São muitas as criticas: dos estilistas, dos modelos presentes profissionais e não profissionais, do publico participante e do publico ausente. O que pode dar resultado e primeiro levar esse post ao conhecimento dessas pessoas, que assim como nós, têm criticas para fazer. Fundamentar todos os pontos e levar ao conhecimento público. Pode ter certeza que esse post vai chegar nas mãos dos organizadores do evento, pesquisando o assunto na internet, no Google, o blog Deficiente Ciente e um dos primeiro aparecer, com os dois post sobre o assunto, esse aqui dos bastidores e o outro do depoimento da modelo Karoll que tem deficiencia visual. Só acho que resposta por parte deles só venha com a realização do 4º concurso de moda inclusiva e com notas que eles acham apropriadas para midía. Alguém viu o link do portal Terra, sobre o evento? Além de ser informações que a secretaria passa como pós evento, tem um comentário anonimo falando de uma roupa que foi criada. Acho que a critica só é válida quando vem somar e que pelo menos a pessoa não faça de forma covarde.

          http://invertia.terra.com.br/terra-da-diversidade/noticias/0,,OI5368899-EI17840,00-Modelos+com+deficiencia+mostram+moda+inclusiva+em+desfile.html

          • Ana disse:

            Oi Valeska….voce ja mandou algo depois do desfile?Eu ainda nao fiz isso.e estou pensando da melhor forma para fazer.
            Fundamentar e fundamental sim…pq tem coisas que creio que todos aqui concordem(por ex,a falta de espaco)….mas em outras que sao mais relacionadas a criterios pessoais.
            Mas ,de qualquer forma,e preciso resolver no minimo as coisas que todos aqui concordem,e boa infra estrutura e um dos principais pontos.
            Obrigada pelo apoio,e vc mandaria o link para a Secretaria ou acha melhor fazer as pondercoes de outra forma?Eu sinceramente nao tenho opiniao formada em relacao a isso,mas nao mandaria o link agora…e debater por e mail tb e uma boa ideia.

  40. Anne Souza / Modelo Kica de Castro disse:

    Em primeiro lugar quero parabenizar a intenção dos organizadores desse evento que tinha tudo pra ser uma iniciativa de inclusão; no entanto não posso deixar de ressaltar minha revolta quando ouço um colega meu ser referido como um simples “modelo cadeirante” ou um simples “modelo cego”, aumenta mais minha angústia quando eu sei que muitos desses meus colegas não estão recebendo o digno respeito que se tem apregoado insistentemente pela mídia mundial. Não sei se posso considerar um evento como esse de inclusão,quando na recepção está alguém que não possui nenhuma deficiência física, quando não se há espaço apropriado para modelos como nós trabalharmos dignamente… A Drª Linamara Rizzo Battistella diz que é um evento onde dá oportunidade sim ok concordo, mas somos profissionais e desfilamos já há tempos e buscamos RESPEITO, REMUNERAÇÃO e RECONHECIMENTO.

  41. Marcio disse:

    Ana você vai fazer voluntariamente para todos os deficientes roupas adaptadas?

    • Ana disse:

      Oie…para TODOS os deficientes creio que não,não tenho conhecimento sobre todos os tipos de deficiência e sobre como adaptar roupas p/ TODOS os tipos de deficiências…bem que gostaria…mas no que for possível ajudar,ajudo sim =)

      • Ana disse:

        Até agora fiz a roupa voluntariamente sim!

        • Marcio disse:

          Ana fazer uma única roupa, para um concurso de forma voluntária, isso já ficou bem explicado. Esse seu trabalho não pode servir como base para o mercado da moda, procure ter outras experiências com outras crianças autistas saindo um pouco do seu ciclo de amizades. Sua atitute valeu bronze, agora vá na busca do ouro. Procure conhecer as outras deficiências, inclusão também é isso, saber como ajudar nas demais deficiências não apenas segmentar o seu trabalho para uma em especial, isso não é inclusão.

          • Ana disse:

            Oie…claro que penso em expandir o trabalho para outros tipos de deficiencia….mas qdo vc falou TODOS,eu levei ao pe da letra…pq tem deficiencia que ainda esta em estudo por medicos e cientistas,logo ficaria impossivel criar roupas para todos se tem casos que ainda nem tem diagnostico completo ashusahuu…pq primeiro tem que saber do que esta se tratando
            Mas ja falei ,ano que vem vou participar de novo,com outros projetos(que nao tenham a mesma ideia,a mesma deficiencia pode ser).Isso e bem legal,e se vc quiser dar sugestoes,a vontade =)
            E inclusao sim,em ambito muuuuuito menor do que fazer roupas para mais tipos de deficiencia(o que e importante)mas e…e seria mais ainda se a roupa nao ficasse so com Isabelle um pouquinho(falo um pouquinho pq agora lembrei que nem a Isabelle usufruiu direito a roupa,uma vez que a mesma ficou com a organizacao),e sim se mais criancas autistas pudessem usufruir.
            Peco desculpas pelo pessimo portugues e pela falta de cedilhas,mas nao sei como colocar certas coisas nesse laptop…eu clico no cedilha e aparece um ponto,acho que isso esta desconfigurado

          • Ana disse:

            Marcio,voce so fala que eu nao sei argumentar pq em alguns pontos eu discordo de vc e pq eu me desentendi com o Eduardo chamando o de ignorante(houve um erro de concordancia e teve post que eu escrevi com um pouco de pressa,por isso algumas coisas nao estavam muio claras,mas se vc ver minha resposta a ele,expliquei todo o meu ponto de vista linearmente e claramente,nao em pedacinhos ou com pontos nao muito claros como talvez eu tenha feito antes).
            Sobre defender o governo,nao ,nao estava defendendo de forma alguma….so falando a informacao que recebi. Repito que ja me desculpei com o Eduardo e pelo visto,houve um erro de concordancia entre a gente.
            ,Voce nao me conhece profundamente,logo,vc nao pode ter CERTEZA de nada….primeiro vc diz que nao esta julgando,depois fala que tem CERTEZA que eu quero aparecerer ?Que contradicao hein?Inao quero aparecer porcaria nenhuma e juntos com algumas pessoas que conheci na discussao,estamos procurando um meio de nao ficar so na teoria e fazer algo na pratica….ja passei o email da secretaria para comecar a mudar essas coisas,passei o contato da Marina(mae da Isabelle),e procurarei fazer mais outras coisas.Tambem me disponiblizei a responder todas as peguntas que voce e todo mundo fizerem sobre o evento…no que eu realmente souber(afinal n sei de tudo),responderei da melhor forma.
            E se eu acho que ALGUMAS das opinioes apresentadas estao erradas sim,eu acho mesmo,nao e vc falando que vai mudar minha opiniao.Nesse ponto,eu tenho a minha e vc a sua,assim como as outras pessoas tem a delas (que talvez seja diferente do que eu e vc pensamos).E,a vida e assim.
            Eu nem falei tanto assim da minha vida pessoal para voce(so o fato de que pasei na Fuvest e gosto de brincar com o irmao da Isabelle)mas ja q vc nao te interessa,beleza,n falo mais isso.Afinal o foco sao as melhorias do evento mesmo.
            Agora chega de falar da gente e das nossas diferencas,argumentos nao me faltam,mas ja me cansou.Ja me desentendi com o Eduardo antes,agora com vc tambem?Assim a gente vai perder muito tempo,tempo esse que poderia ser gasto em coisas mais relevantes .Eu e voce temos pelo menos uma coisa em comum,que e querer mudar a organizacao dos proximos eventos…pq nao vamos trabalhar juntos nisso e esquecer nossas diferencas pessoais e opinioes de agora em diante?Se quiser,disponibilizo meu email para a gente discutir melhor.

            Desculpa os erros de porugues,mas acho que o teclado esta desconfigurado mesmo

  42. Marcio disse:

    Ana você vai tratar todos as pessoas com autismo como amigos e levar para sua casa com a finalidade de brincar com os seus bichos de pelúcia? Isso vai ser um belo reconhecimento social. Vir aqui e deixar claro que você paga a Isabelle com seus trabalhos voluntários, falar que não liga para sua vaidade, dar sua opinião eu dou o nome de querer aparecer. Chamar pessoas de ignorantes e mercenário e forma clara é declarada da sua falta de profissionalismo. Acorda para vida. aceite a diversidade, começando pelas opiniões alheias. Faça um curso, desses rapidinhos de interpretação de texto.

    • Ana disse:

      Marcio,meu problema com o Eduardo foi resolvido ja….eu expliquei minhas opiniões para ele,acho que eu não entendi o que ele quis dizem nem ele entendeu o que quis dizer…tb escrevi com pressa,confesso.
      Você não tem o direito de me julgar,e se eu quiser brincar com o irmão da Isabelle eu brinco sim!É proibido agora?
      Eu não preciso de curso porcaria nenhuma,pq passei na Fuvest devido à isso praticamente(se fosse depender das exatas,coitada de mim).
      Ele não é mercenário como eu julguei,ja me desculpei.Vc acha que eu não queria que os deficientes fossem melhor tratados no concurso?Você que n interpretou direito agora.

      ” falar que não liga para sua vaidade, dar sua opinião eu dou o nome de querer aparecer. ”

      E eu não ligo pra vaidade mesmo,eu sou assim e ninguém vai mudar.Mas estou falando em relação à MINHA pessoa,não ao meu trabalho nem ao trabalho de ninguém(vaidade que eu falo é chapinha até o olho da alma só pq o cabelo tem uma ondinha minúscula,pagar 5000 em silicone,essas coisas).
      DAR MINHA OPINIÃO É APARECER?????explica melhor,essa nem eu entendi…já ouviu falar em liberdade de expressão?É um direito constitucional que a gente tem.
      Você é quem não está aceitando a diversidade de opiniões,pq a você eu não xinguei e minhas opiniões(contrárias à sua,em algumas partes) vc não respeita e fala que eu quem quero aparecer?Acorda!Só vc pode dar opinião então?

      • Marcio disse:

        Vou escrever como alguns aqui já escreveram para você Ana, eu estou perguntando. O que você faz na sua visa, não é problema meu, só que você escreve e da margem a varias interpretações. Você deve brincar com todas as crianças que tiver oportunidade, com ou sem deficiência. Só que não faça disso sua tese de mestrado sobre o assunto. Tenha como inicio de sua experiência. Seja um pouco mais humilde. Aprender não fica restrito na escola, a vida ensina muita coisa, ter contato com as pessoas tenha certeza que vai somar muito mais conhecimento. Profissionalismo é uma dose de humildade faz bem para todo mundo. Estou fazendo os meus comentários, participando do debate. Você de forma infantil, essa é minha opinião, não consegue argumentar, procure trabalhar em equipe, vai aprender o que esta faltando na sua vida, aprofundar no assunto inclusão. Ninguém quer te mudar, só que as suas palavras aqui deixam muita coisa no ar. Pode ter certeza que aqui o seu ibope esta garantido, virou assunto nesse debate, seu objetivo foi atingido. Liberdade de expressão, sim eu sei o que é, aqui não chamei ninguém de ignorante, não chamei nniguém de mentiroso, não chamei ninguém de mercenário. Não estou julgando ninguém, nem você que quer aparecer mesmo, isso eu tenho certeza. Seja bem vinda, todos queremos nossos 15 minutos de fama. Não acho que o meu currículo tenha que aparecer nesse debate, qualquer hora, num momento que ele tenha que APARECER, venho escrever quem eu sou o que eu faço. Não perca o foco do debate, não ache que é melhor que os outros por passar na FUVEST. Problemas todos nós temos, não é a hora de falar das coisas particulares. O texto foi bem claro nas criticas do evento. Vamos voltar a debater isso. Quem escreveu o texto não esta errado nas argumentações apresentadas, conforme você Ana menciona de forma afirmativa em seu primeiro comentário.

      • Marcio disse:

        Ana antes de sua explicação de quem era o ignorante nesse debate, achei que estava escrevendo com um todo, eu achei que o ignorante era a minha pessoa.

  43. Valeska Reis disse:

    Antes de fazer um comentário injusto, coisa que todos aqui tomam o máximo de cuidado. Posso pedir uma explicação sobre em que ponto se quer chegar quando escreve para uma pessoa vai beber leite.
    Sendo direta, Diego o que você quer com esse comentário:
    Gabi e Valeska – Não sou Político… Não vou ficar medindo palavras. Não aguenta? Bebe leite.

    Será que a criança nesse debate não é você mesmo? Diego, vamos debater o assunto como adultos que aqui estamos. A única criança aqui, é a citação por parte da Ana da existência da Isabelle, que tem autismo (a imagem dela também está nesse post) e quase afirmo que ela é mais madura que você, veja, quase afirmo.

    • Diego Madeira disse:

      Se você frequentasse baladas entenderia. Não to afim de explicar como a banda toca.

      Dizer que existe uma quantidade superior de carros em uma avenida e dizer que lá o trânsito tá caótico é a mesma coisa… Mudar uma palavra que não vai alterar o sentido das coisas não vai mudar o que ela significa.

      E digo mais… Ser politicamente correto, usar eufemismo e mentiras quando se tem que “vomitar” a verdade, na minha opinião beira a burrice. Só não entendo porque vc levou essa discussão pra esse lado, tendo concordado comigo.

      E me chamar de Criança não muda o fato que eu falei aquilo, logo, é outra perda de tempo (E espaço no servidor do blog)

      P.S: é a ultima vez que respondo a Valeska

      • Valeska Reis disse:

        Diego pedi uma explicação sobre o seu comentário, como não é adulto o suficiente, prefere sair correndo uma vez que suas palavras não tem o minimo sentido. Quer debater, defenda as suas idéias até o final, atitudes de crianças não vão levar você para canto nenhum. Não aguenta ler criticas sobre seus comentários, nem entre no debate. Você não é o dono da verdade, não é melhor que ninguém e quando escreve para outra pessoa descer do pedestal, acho que quem tem que fazer isso é você.

      • Gabi disse:

        Senhor sabe tudo Diego Madeira, eu não vou em “baladas”, assim sendo também não compreendi o seu comentário do vai beber leite. Fui chamada de criança? Já que não responde para Valeska ( que não sei quem é, porém, temos a mesma opinião) seria bom explicar quais as suas intenções com o comentário.

  44. Ágatha Santana amiga da Anne Souza disse:

    Parabenizo os organizadores pelo intuito de realizar um evento inclusivo, mas repúdio o fato deste não apresentar condições que o faça valer…
    Falar de inclusão virou moda nos dias de hoje, as pessoas pensam que pegar meia dúzia de cadeirante, meia dúzia de deficientes visual, amputados e “n” deficiências, vai estar fazendo um evento inclusivo, mas na verdade tão incluindo onde?????
    Vivemos dias em que as pessoas pensam que só o fato de fazer um evento desse já estará remunerando um deficiente. Mas parem e pense se em evento de modas as modelos ( os ditos normais) são remunerados porque não remunerar pelo trabalho de um deficiente físico, que independente do seu estado físico eh também um profissional… Espero e desejo do fundo do meu coração que os organizadores deste evento leiam todas as criticas aqui e de uma próxima vez tenham mais cuidado e na realização de um evento desse e cuidado com a palavras, pois elas dão méritos e tiram méritos se eh isso que vocês buscam, pois em um evento de cunho inclusivo não vi em nenhum momento vocês pelo menos tentando colocar a inclusão em destaque, deixaram a desejar nas atitudes, na organização e nas palavras…

  45. Carlos Eduardo disse:

    “Cãoparação” da minha parte. Fazendo uma breve pesquisa sobre treinamento de cães, vi que muitos treinadores dão um incentivo para eles, uma forma de remuneração para eles sempre obedecerem e saber o que é solicitado, vão ganhar alguma coisa em troca. Até animais precisam de incentivo, remuneração, imagine os humanos que tem que pagar contas e mais contas.

  46. Vera Garcia disse:

    Alguns comentários feitos pela Ana no dia 13/10, foram publicados hoje. Como ontem tive alguns problemas de saúde e hoje fiz alguns exames médicos, por isso só os liberei hoje.

  47. Rayane disse:

    Cara Ana, compreendo a sua posição, mas não posso deixar de enfatizar que isso quando sai do ambiente familiar e de amigos (como você disse ser o caso seu e da Isabelle) essa história de inho pode gerar um caráter assistencialista mesmo sendo no caso de crianças e crianças lembrando deficientes. Acho também que mesmo crianças “ditas” normais a partir da faixa etária de quatro anos mais ou menos se cansaria de alguém te chamando bonitinho gostozinho o tempo todo e etc. sem contar que mesma podem crescer achando que são eternos bebes; olhando ainda sob outra perspectiva já imaginou como ela se sentiria um pouco mais importante se nesse evento um desfile ela fosse anunciada como: a modelo infantil Isabelle Vaz Monteiro e todos aplaudindo ela se reconheceria e acharia mega importante para todo o mundo naquele espaço e momento! Quero aqui parabenizá-la por chamar sua modelo pelo nome, mas devo também lembrá-la que a Isabelle Vaz Monteiro deve ser assim apresentada para o MUNDO! E não apenas para pessoas e ambientes que já discutem a questão da inclusão e exclusão.
    Um último ponto importante que observei em um de seus posts é onde você fala que reconhecimento social é importante e bom concordo plenamente, porém sem esquecer que é preciso a remuneração efetiva para se posa continuar e manter os trabalhos e ai então ter condição de fato de conquistar um sólido e verdadeiro reconhecimento social
    Grata Rayane Landim

    • Ana disse:

      Olá Rayane…obrigada pela atenção e por também querer o maior reconhecimento da Isabelle..
      Eu também nunca ganhei nada com moda,fiz voluntariamente…sobre remuneração,já expliquei em posts anteriores,e ,sinceramente,acabei de escrever acima e não quero escrever de novo…eu sei que é muita coisa p/ ler ,talvez vc tenha se perdido(como eu mesma me perdi) ou não tenha lido pq os posts ainda não foram aprovados.
      Chamar de “bonitinho”,e coisas assim,eu chamo,mas tudo tem sua hora,superproteção é ruim mesmo,inclusive eu falo isso p/ minha mãe.
      A Isabelle tentou ser o mais profissional possível(sério),mas a própria equipe não foi mto profissional,ela mesma se sentiu perdida na demora e aglomeração(de pessoas deficientes e não deficientes)p/ entrar.
      Grata,Ana

  48. Fabio disse:

    Apoio sem dúvida nenhuma o trabalho de Kika de Castro que vai dando um passo por vez na questão da inclusão da pessoa com deficiência no mercado da moda. A secretaria tem que cuidar dos nossos direitos garantido por lei e não estão sendo respeitados pela sociedade.

  49. Ana disse:

    Marcio,vc me perguntou o que houve nos bastidores…olha….a maior parte das reclamacoes foi devido a falta de espaco,creio que todos os modelos sentiram isso,inclusive a Isabelle.
    Mas tambem percebi que o piso tatil estava muito ao meio,e vi que atrapalhou o andar das pessoas que usam cadeiras de rodas.
    E so havia um banheiro para os cadeirantes se trocarem,que ficava meio longinho.Nao havia vestiario.
    E o horario do desfile atrasou bastante,e a mae da Isabelle achou que uma das mulheres que trabalhavam la foi grossa.

    • Valeska Reis disse:

      A maioria da reclamações são exatamente o que o texto menciona.
      Falta de espaço: para o próximo ano, pensar em usar melhor o espaço. O Museu da Casa Brasileira tem um espaço amplo, acho que não foi bem aproveitado pelos organizadores. O ideal seria procurar uma pessoa que trabalhe com eventos, que saiba as necessidades das pessoas com deficiência para fazer um adequação do espaço e pela quantidade de pessoas com cadeira de rodas, modelos e publico, pelo menos colocar a disposição alguns banheiros quimicos. O banheiro não é adequado para fazer troca de roupa, para isso camarins amplos.
      O piso tátil, foi bem explicado pela Karoll, que além de usuária desse recurso ela é tecnica em acessibilidade. Ano que vem a secretaria podia consultar ela antes, isso se ela também aceitar o convite. Não posso falar por ela, só uma sugestão para ter um piso funcional. Ou ainda, apenas seguir as normas que já existem, que com certeza alguém na secretaria tem esse conhecimento, algum funcionário de outro setor que não seja do departamento de eventos e nem de comunicação, na ausência de ajuda interna, procurar ajuda externa, dica mencionei acima, nesse mesmo comentário.
      Questão de horários,se foi determinado um horário, precisa existir o respeito: primeiro pelos profissionais envolvidos, imagine ficar horas em pé ou sentado, isso também é cansativo e cansados os profissionais não desempenham um bom trabalho. Segundo pelo público que não gosta de ficar esperando, se tem horário, tem que ser seguido.
      Pessoas sem educação existe em toda parte. Quando se trata de empresa, prestação de serviço, o ideal é pegar o nome da pessoa e na hora fazer uma observação verbal para a pessoa superior e depois fazer essa observação por escrito. Uma forma de advertência para o funcionário poder refletir e não acontecer no futuro. Uma observação pessoal, muitos dos modelos participantes também foram de forma voluntária, sem os mesmos o evento não teria sentido. O mínimo é tratar bem, não importa ser trabalho voluntário ou não, gentileza gera gentileza. Respeito com o próximo é fundamental para qualquer situação, o mundo da voltas e não sabemos o dia de amanhã.

    • Marcio disse:

      Ana o título do post é sobre os bastidores do evento, isso que precisamos debater. As várias reclamações de muitos, são as que foram maravilhosamente argumentadas nesse texto. O ideal e cada um debater quais as sugestões de melhorias para esses pontos negativos, exemplo a Karoll, que deu sua opinião e de forma bem clara e objetiva fez sugestões que serve para qualquer evento, comercio, empresas publicas e privadas…

  50. Marcio disse:

    Ana, você faz uma salada nos assuntos ( pessoal com quase o seu profissionalismo) e perde o foco do debate. Quando escreve a sua opinião, argumenta de forma bem vaga, vou ser atrevido em escrever de forma “infantil”, vejo dessa forma. O que sei da sua vida, da sua forma de pensar é o que você mesmo vem aqui é deixa de forma pública. Realmente procuro não fazer julgamente antecipado, só que realmente a única coisa que eu tenho certeza do seu perfil é que você quer aparecer, quando escrevo isso, de querer aparecer, não é a imagem fisica e sim o seu trabalho, assim como todos querem. Sua falta de experiência leva a cometer alguns erros. Sua falta de argumentação, faz usar palavras quase que vulgares, não sei se a melhor palavra é definir como vulgar, palavrão não é, por isso não chamo de baixo calão, só que em dois ou três comentários você sempre escreve a palavra porcaria, como se tudo não tivesse nenhuma importância. Imagine meus comentários da seguinte forma: ” Po mina, seguinte o que você tem na caxola e só porcaria”. O que você ia pensar sobre minha pessoa? No minino falta de cultura e que eu sou um “nóia” (uma pessoa sem razão). Isso também defini o perfil, a forma como expressamos nossas opiniões seja por palavras (ditas ou escritas) e expressão corporal (gestos) fala muita coisa nas entrelinhas. Discordar da minha opinião é aceitável, só que precisa de argumentos que justifiquem de forma clara e objetiva o seu ponto de vista. Não sei quem é o Carlos Eduardo, não é meu amigo, apenas concordei com ele em certos pontos, ressaltei minha opinião mediante isso. Objetivo é o texto do post, que esta aqui nesse blog, bem argumentado por sinal. Da minha vida pessoal, quem eu sou o que eu faço, você não sabe, creio que nesse momento não é a hora de aparecer, quando for o momento certo pode deixar que vou aparecer com toda certeza, divulgar o meu trabalho, o que faço e tudo que tenho direito.
    Você deixou bem claro que fez a roupa de forma voluntaria para o evento, que a roupa ficou com a organização do concurso que participou. No meu ponto de vista a Isabelle pode aproveitar a roupa que você criou, fazendo uma outra para ela usar no dia a dia, isso também pode ser visto como remuneração para Isabelle, se ela gostou da roupa e nem queria tirar, fazendo uma que ela possa usar, tenho certeza que a felicidade dela vai aumentar muitos dias. Acho que isso é uma solução simples de acontecer da sua parte que faz trabalhos voluntários para a ONG. Alguns dos meus comentários peguei em pontos das suas respostas na tentativa de fazer você refletir, eu mesmo fiz isso com muitos comentários aqui. Refleti o que é inclusão e como eu posso ajudar de forma pratica. Sugestões são bem vindas.Tenho que admitir que nosso dialogo esta chato e te chamei em alguns momentos para voltar ao foco do debate. A intenção de quem esta aqui acho que a mesma que a nossa, debater o assunto e achar soluções na pratica. Vamos focar no debate. Eu ainda vou continuar a usar o blog para debater esse assunto em questão e alguns outros que não estão ligados a moda, só que falam de inclusão por um outro lado. O meu e-mail Ana ainda não vou disponibilizar, para você, minhas sugestões vão estar por aqui. Na hora apropriada faço apresentação do meu perfil. Sobre o seu teclado estar desconfigurado, ok. Só que antes de escrever a carta que quer para a secretaria, procure fazer a configuração, procure uma pessoa que venha ajudar com o texto, saber escrever esse tipo de carta requer muita atenção para não ter interpretações erradas. Não sou a melhor pessoa para falar isso, se avaliar vai ver erros de digitação, concordancia que fiz muito nos meus comentários… A Vera (dona desse blog) escreve bem, vi em comentários acima que vocês já estão trocando informações sobre isso. Aproveite. Quando tiver algo na partica para realizar, não precisa ficar restrito ao e-mail, esse espaço também é ótimo para mostrar para quem não esta tentando nada que alguma coisa esta sendo feita para melhorar. Tudo que aqui for mencionado, o que eu tiver de ideia, vou deixar aqui postado. Divulgue o que precisa de ajuda e os resultados aqui, assim vai ter o meu apoio dentro do que eu achar que merece ser apoiado. O e-mail da secretaria é fácil, esta disponível no proprio site e em algumas midias que divulgaram esse evento que foi realizado, alvo dos comentarios, que temos que voltar a debater. Pelo que pesquisei do concurso, a pessoa precisa fazer uma roupa e mandar para uma equipe julgadora, não afirme que vai participar o ano que vem, isso não temos certeza, quem pode garantir que o seu trabalho vai ser finalista em 2012? Se entrar no concurso, vou ficar torcendo para pelo menos você ser uma das finalistas. E que a vitoria fique com a melhor proposta. Quando você escreve que primeiro precisa saber do que se trata, que médicos e cientistas ainda não sabem falar qual é a deficiência, eu sei do que se trata, são pessoas, seres humanos e que mesmo sem saber qual é a deficiencia eles querem estar na moda, então não espere ter a definição da deficiência eles já tem a definição que aqui se debate, o nome. São outras – “Isabelles, Arthures, Marinas, Diegos, Veras, Carlos, Eduardos, tantas “Anas” e com certeza outros milhares de nomes que aqui não vou ficar pontuando um por um. Mesmo sem saber o nome da deficiência, eles querem estar na moda e esse assunto não esta ligado com a medicina, pode acontecer mesmo com ausência de diagnóstico.

  51. Valeska Reis disse:

    Ana, após evento não entrei em contato com a secretária, por vários fatores. Primeiro, antes do evento ser realizado entrei em contato, alguns e-mails não tive resposta e muitos fatores podem ter acontecido: eles não terem recebido as minhas mensagens, eles não tiveram tempo de responder, não tiveram interesse em tirar as minhas dúvidas, mandaram resposta e eu que não recebi… as possibilidades são muitas, além dessas opções que escrevi. No dia do evento, tentei falar pessoalmente, escutei:
    - “só um minuto que já volto, tenho que resolver um problema de última hora”;
    - “tô correndo, já falo com você”;
    - “desculpas, meu celular está tocando, eu preciso atender”;
    - “nossa, não estou conseguindo parar para te dar atenção”;
    - “isso quem pode responder não está aqui no momento”;
    - “faz o seguinte, no final do evento me procura”;
    E por último,
    - “depois me manda um e-mail, te respondo, vamos curtir a festa”.

    Antes da última parte, muitas outras frases, só que acho que essas foram os destaques, as tops. Falei com muitas pessoas no dia: funcionários, modelos, publico e estilista, pena que não falei com você antes. Ainda bem que pelo menos aqui, nos encontramos e podemos dialogar, debater.
    Aposto que esse post já é de conhecimento de muita gente. Poucos querem comentar, por outros fatores, que não vou ficar relacionando, cada pessoa tem o direito de fazer as suas escolhas. Eu mandei e-mail para todos os meus contatos, pessoas ligadas na luta da inclusão da pessoa com deficiência e outras que não são envolvidas na causa. No momento o que tenho como sugestão é fazer esse post chegar ao conhecimento de outras pessoas que participaram do evento para eles participarem com as opiniões deles. Há quem gostou do evento, eles também podem vir aqui deixar as opiniões. Estamos quase os mesmos comentando sobre as criticas, escrevo isso em dois sentidos:
    - Primeiro que quase os mesmos que fazem criticas construtivas, quando o assunto é debater um fato negativo, em post anteriores quase sempre são as mesmas pessoas. Criticas de outros eventos sem ser ligados com a secretaria;
    - Segundo que temos nesse post em questão, praticamente os meus respondendo uns para os outros e de forma errada.
    O ser humano quando quer dar sua opinião, muitas vezes saí um pouco do foco. Eu fiz isso aqui, quando dei a minha opinião sobre um comentário e a pessoa levou para outro lado e por último falou que não vai mais responder as minhas perguntas. O motivo? Não sei ao certo e com certeza vai ser outra dúvida que vai ficar sem resposta. Também esse não é o foco da questão. O texto foi direto ao ponto e isso que precisa ser debatido.
    A internet hoje é a ferramenta de comunicação com maior destaque. Quando se pesquisa no Google o assunto concurso de moda inclusiva, na primeira página, logo nos primeiros tópicos, o blog Deficiente Ciente está em destaque. Isso é perfeito. Podemos usar esse espaço para colocar as idéias de melhorias para o próximo ano. E de conhecimento que a maioria não gosta de ler post grande e com respostas que parecem verdadeiros livros. Se aqui tem “meia dúzia de gatos pingados” (lembrando que estou no meio, sem querer tirar o mérito de ninguém, sem ofensas, só estou usando uma giria popular do tempo da minha avó) querendo dar sugestões de melhorias para o assunto em questão, vamos resumir nossas respostas e colocar aqui mesmo nossas sugestões. Uma verdade também tem que ser escrita aqui, será que a secretaria esta querendo saber nossa opinião? Afinal quantas pessoas que gostaram do evento e não falam nada. Quantas outras não gostaram e aqui não participam? O texto faz criticas e menciona nomes, ou seja, não é uma opinião pessoal de quem escreve do tipo “não gostei e vou falar isso para todos”. O que li é o que eu vi ao vivo. O Carlos Eduardo não esta presente, e pelos argumentos apresentados esta do lado de quem não gostou. Estou certa em fazer esse julgamento, Carlos? Sinto falta da união pela causa.
    Por último Ana, após o evento, não mandei minha critica diretamente para a secretaria, por concordar com o ditado popular que “uma andorinha só não faz verão”. Sabendo que iria vir esse post, fiquei esperando para fazer o barulho na hora certa. Pelos menos, essa “meia dúzia de gatos pingados” aqui presente, esta com a mesma boa intenção, de somar conhecimentos, compartilhar experiências (pessoais e profissionais), unir forças, multiplicar oportunidades de inclusão na moda, de trabalhar em equipe, de mudar o mundo, de esperança por um futuro melhor, de deixar as pessoas mais educadas, de dar sua opinião, de aparecer o trabalho, de querer reconhecimento profissional, ser repeitado em sua diversidade (incluindo o fisico e idéias), ter os seus direitos cumpridos por lei (pessoas com e sem deficiência), poder questionar o próximo quando tiver dúvidas e ter a devida resposta, de querer que o outro concorde com o seu ponto de vista (afinal nós nunca achamos que estamos errados, isso temos que mudar – falar é prata, ouvir e ouro e eu como ser humano não estou nem perto do bronze, afinal falei em resumir as respostas e estou fazendo justamente o oposto), vamos incluir parar de dar lição de moral, reconhecer os próprios erros ( espero ter incluido a vontade de cada pessoa que aqui fez o comentário) e mesmo com as criticas apontadas não podemos esquecer que pelo menos alguma coisa na pratica foi feita, errada ou não, pelo menos na tentativa de acertar, o evento aconteceu. Mesmo assim, todos já estão falando no próximo ano, o que leva acreditar que ninguém quer que isso acabe, apenas melhore.

    • Ana disse:

      “O ser humano quando quer dar sua opinião, muitas vezes saí um pouco do foco. Eu fiz isso aqui, quando dei a minha opinião sobre (….)”
      Concordo Valeska,quem nunca fez isso?Eu também assumo que já fiz,e que bom que nós assumimos essas coisas,tão normais no ser humano.

      “vamos incluir parar de dar lição de moral, reconhecer os próprios erros ( espero ter incluido a vontade de cada pessoa que aqui fez o comentário) e mesmo com as criticas apontadas não podemos esquecer que pelo menos alguma coisa na pratica foi feita, errada ou não, pelo menos na tentativa de acertar, o evento aconteceu. ”
      Perfeito…lição de moral de mais e ação de menos…tem que parar com isso(eu e todo mundo).
      A intenção do evento é muito boa mesmo,porém infelizmente algumas falhas aconteceram.
      Também não mandei nada para a Secretaria não por medo,mas porque tb não sei ainda como isso vai ser feito.Por isso sugeri que algumas pessoas me passassem seus e mails,até para ajudar a discutir isso,claro.

      Fazendo um adendo no seu post anterior:
      “Questão de horários,se foi determinado um horário, precisa existir o respeito: primeiro pelos profissionais envolvidos, imagine ficar horas em pé ou sentado, isso também é cansativo e cansados os profissionais não desempenham um bom trabalho”
      Concordo,mas não sei porque,já profetizava que o evento iria atrasar.
      Aqui vão mais algumas de minhas idéias:
      Sobre a recepção,que tal a contratação de pessoas com deficiência?Remuneradas,claro….e sobre remuneração…que tal a Secretaria colocar regras mais rígidas quanto a isso?Por exemplo,definir no edital se as modelos tem que ser remuneradas ou não,disponibilizar apenas determinada agência para os estilistas contratarem,agenciar modelos amadoras em certa agência,pagar com serviços voluntários…enfim,definir um único foco(sobre contratação de modelos) para todas as estilistas,assim não fica essa confusão de”tal modelo foi pago ou não”,”a Secretaria disponibilizou de graça e isso é injusto”,”pagar por meio de serviços voluntários”,etc.Se houver uma regra clara em relação à isso,todos terão os modelos contratados da mesma forma e creio que,com isso,o destaque será ainda ainda mais as roupas e os trabalhos das estilistas,uma vez que o sistema de contratação de modelos seria mais uniforme e haveria menos espaço para a confusão de opiniões em relação a isso.
      Também poderíamos discutir sobre a remuneração das estilistas.E se o estilista finalista ganhar algo e depois ser obrigado a pagar uma parte para a modelo/ajudante da mesma(tendo que todo mundo fazer isso para o sistema de contratação ficar uniforme,como foi dito anteriormente)?Isso é apenas uma idéia,claro.
      O treinamento e o apoio as modelos devem ser essenciais,independentemente do método de contratação definido.
      Por fim,absurdo ter que se trocar no banheiro.Tem mesmo que haver camarins amplos,de preferência separados(masc. e feminino).

      E por fim,é a mais pura verdade…gentileza gera gentileza =)

  52. Marie disse:

    estou chocada com tanta indelicadeza..realmente o mundo nao pode girar em torno de algumas pessoas, se procuram realmente fazer a diferença começem, façam uma reflexao dos motivos que estão aqui discutindo a realização de um evento. è lamentalvel que um grupo que poderia estar discutindo temas como: conquistar melhores empregos, melhores universidades, o direito de andar nas ruas sem barreiras arquitetonicas, o direito de viajar em transporte publico de qualidade e acessível, enfim, o direito de ser como somos, somos todos iguais, é isso que diz a nossa Constituição. Brigamos pelas mesmas causas, saude para todos, transporte de qualidade para todos, tudo para todos. Sra. Kika, este não seria a melhor forma de debate?

    • Vera Garcia disse:

      Boa Tarde, Marie!

      Como escrevi o texto e também faço parte do debate, coloco aqui o meu ponto de vista em relação ao seu comentário.

      Você acha que um desfile inclusivo não pode ser um caminho para a inclusão? Acredito que a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência pensa que desfile inclusivo é uma forma de incluir pessoas com deficiência na sociedade, pois se assim não fosse o concurso não estaria na sua 3ª edição. Há muitas falhas, inclusive gostaria de algumas colocações da secretaria, mas de certa forma foram realizados.

      Por que é importante discutirmos sobre moda e desfile inclusivo? Porque justamente alguns pontos que você citou acima, também foram levantados. Entra a questão da acessibilidade arquitetônica, atitudinal; emprego; transporte, “o direito de ser como somos todos iguais”… Você poderá analisar isso no post e nos comentários. Inclusive há muitas sugestões interessantes sobre a organização do desfile.

      O que é moda inclusiva para você, Marie? Sugiro que leia o excelente artigo da estilista Silvia de Castro a respeito de moda inclusiva. (http://www.deficienteciente.com.br/2011/09/moda-inclusiva.html) Resumidamente Silvia diz que “moda vai além da estética, pois também se relaciona com a autoestima, e ainda com a praticidade no vestir, no conforto e bem estar de quem usa, ou seja, pessoas com deficiência”
      Como você pode perceber esse debate também tem sua importância e todos aprendemos com ele. Pois essa também é uma forma de construir uma sociedade melhor, ou seja, debatendo, sensibilizando, educando, conscientizando as pessoas para essa questão.

      Se você fizer uma pesquisa pelo blog poderá ver que há debates e trocas de experiências em outros posts. Este espaço foi aberto pensando justamente nisso.

      • Marie disse:

        Vera, realmente esse debate não tem sentido, o que teria sentido seria uma discussão saudadavel e o que vejo aqui é a Fogueira das Vaidades, eu nao participo desta discussão, se quiser discutir, direitos, inclusão, acho que nem seria uma discussão e sim, uma oportunidade de trocas de expertises, pois no mundo cada um oferece o que ha de melhor, alguns oferecem conhecimento áqueles que não tem, outros trocam, colaboram com aqueles que de alguma maneira procuram desenvolver uma ação. Pra mim, este é o verdadeiro motivo de uma discussão, a troca de conhecimentos. Fiquem com Deus!!

        • Vera Garcia disse:

          Marie, em qualquer debate, seja ele realizado ou não por experts no assunto, inevitavelmente a fogueira de vaidades surgirá. Debate entre políticos, escritores, cientistas, doutores… Onde isso não acontece, me diga. Isso infelizmente faz parte da natureza humana. Cada um tem deve ter o bom senso de aproveitar as experiências e conhecimentos necessários.

        • Carlos Eduardo disse:

          Kica, eu te amooooooooooooooooo;
          Vera, eu te amoooooooooooooooooooooooo;
          Ana, eu ainda vou te amar.
          Fazer criticas do que esta errando apontando pessoas qualificadas como solução do problema não considero acender a “fogueira das vaidades”. Se os comentários aqui não tem sentido, pelo menos dê um para ser debatido, dentro da proposta que foi colocado maravilhosamente pela dona desse blog. O assunto é o que acontece nos bastidores do evento da secretaria. Para alguns a moda não tem o minimo sentido. Assino abaixo das palavras da Kica, para debater outros assuntos de inclusão, só procurar o lugar certo e fazer o mesmo barulho que “meia dúzia de gatos pingados”, amei isso Valeska, estão fazendo aqui e fora. Muitos comentários rodam pelos bastidores da vida sobre esse post. Que todos venham para o debate. Apoiar ou não, o mundo é composto de pessoas e todos tem o direito de dar suas opiniões. Eu errei, saí um pouco do foco, voltei para o debate. Entramos para debater e vou continuar aqui fazendo os meus comentários. Valeska, uma andorinha só não faz verão, mais seis gatos miando de madrugada, barulho garantido kkkk
          Incomodar as pessoas fazem elas tomarem alguma providência. Ah, Valeska estou te amandooooooooooooo.

  53. Diego Madeira disse:

    Dessa vez não vou citar nomes. Vistam a carapuça como acharem melhor.

    É extremamente difícil conversar com pessoas que tem o ego inflado atingido por imaginar que o comentário (genérico) foi dirigido especialmente a elas. Mas vamos tentar.

    Primeiro: Não vou aqui discutir as legendas, mas usaremos um momento: “-Modelo Cadeirante José da Silva” Temos o nome da pessoa, o fato de ele participar de um desfile acessível usando cadeira de rodas, mas em primeiro lugar SEMPRE, invariavelmente aparece a palavra “MODELO” – Logo, a lógica diz que; mesmo em se tratando de um desfile especial, entende-se que a pessoa vai no mínimo se comportar como um modelo de passarela. Andar em linha reta, independente da sua lesão é algo que não deveria nem ser discutido aqui. Agora, se o chão não foi devidamente preparado, se sua cadeira é maior que um tanque de guerra Russo e vocês não conseguem tocá-la sozinhas, se a sua forma de andar por causa da lesão não é adequada ao contexto do trabalho, me desculpe, você tá no lugar errado e a sua imagem foi comprometida, diria que até ridicularizada. Culpe seu estilista, a secretaria e o responsável pelo evento por expor você dessa maneira. Não a mim por dizer isso. Alguém precisava fazer.

    Segundo: Agora me referindo diretamente aos modelos deficientes visuais. Nota: pode fechar a página, isso vai doer. NUNCA, eu disse NUNCA vi um cego na passarela se comportar como modelo, primeiro que a marcha deles é profundamente comprometida pela lesão, mas não a culpamos por isso, existem pessoas com visão comprometida que andam bem. Isso falando da marcha; Não vou citar os sorrisos amarelos por falta de escovação dental que dão a volta três vezes no rosto, nem as porcarias sem sentido citando o escritor de O Pequeno Príncipe em um discurso na hora errada. Acho que a falta de preparo não tá só na MODELO, e sim na estilista e nos responsáveis pelo evento que não os orientam da maneira certa. É muito fácil fazer as coisas simples e elementais como amarrar um sapato e se sentir “um exemplo vivo de superação dos limites” e quando a coisa fica um pouco mais difícil e precisa de um preparo melhor, de um treino maior para fazer de maneira ACEITÁVEL tirar o seu da reta dizendo que o lugar não era adequado. Que não tivesse ido. Ao menos era o que eu faria. E SIM, É SUA OBRIGAÇÃO, AO MENOS ANDAR DIREITO NA PASSARELA. Se é que estão levando a carreira e o evento a sério.

    Terceiro: Não dá de esperar um desfile, mesmo que acessível seja bom, ou no mínimo razoável quando 80% dos envolvidos (modelos) são amadores. Não dá para os que levam essa coisa a sério aceitar entrar nisso de graça. Ser modelo não é barato, manter a forma não é de graça. “A secretaria disponibilizar modelos de graça” explica o aumento grande de “esteticamente comprometidos” e “acima do peso”, somando-se a isso os itens 1 e 2 desse comentário.

    Quarto: De novo, desfile acessível é uma coisa, desfile plus size é outra. Tem aspectos diferentes. Não entenda Inclusão como salada mista ou como arroz grego. Não esqueça que era uma competição, que era um desfile. E que precisava ser entendido como tal. O que não foi.

    E por ultimo mas não menos importante. Atacar-me chamando de infantil, de ignorante pra baixo mostram que eu tava certo colocando as coisas dessa maneira. Obrigado por quem me citou ou citou a agência Kica de Castro, elogiando ou não, concordando ou não. Um bom debate se faz de idéias e não ataques. Minha opinião era como deveria ser conduzido o Desfile, não suas vidas.

    Até mais
    Diego Madeira
    Modelo – Agência Kica de Castro

    P.S: Posso mandar minha conta de aluguel para o próximo arrogante que quer me dizer como devo fazer minhas coisas?

  54. Cleonice Terra disse:

    Moça estilista….eu queria só dizer umas coisas….
    Antes disso, Kica, mais uma vez parabens por falar e expressar sem ter medo algum sobre a verdade. Vera, voce não tem ideia do impacto que seu blog tem e a contribuição que nos traz ao dar esse espaço de discussão;
    Quanto ao fato de chamar as modelos pelo nome, acho que isso é mais do que obrigação afinal de contas, todos nós deficientes ou não fomos registrados com nome e somos identificados assim pela sociedade correto? Nesse ponto nem entro a fundo… Na questão de profissionais que se metem a trabalhar com inclusão precisar de feeling para fazer isso eu tb nem entro, pq já sei de picaretagem por aí….a Kica tem total razao em dizer que seus anos de experiencia é o seu MAIOR diferencial, pois ela mesma diz que todos os dias ainda aprende com a gente que possui limitação… =)
    …….
    Agora sim, quero falar com a moça da moda!!!
    Bom, eu sou modelo da Agencia Kica de Castro, tambem sou analista de sistemas numa GRANDE instituição financeira, sou reconhecida pelo meu trabalho e vejam só: ganho remuneração por isso!!! Trabalho junto com outras 100.000 pessoas nesta empresa, e imaginem só se todos os outros não estivessem sendo “explorados” ao receber dinheiro em troca do trabalho de cada um….rsrs Exploração seria o contrario não acham?
    Chega ser ridiculo defender isso… Mas usemos raciocinio logico: Voce precisa de um serviço, chama alguem pra fazer e logo essa pessoa não fará de graça, portanto, ela deve ser recompensada de alguma maneira….sendo assim, obviamente não há exploração… aqui deixo minha opiniao…Senhora …..é Ana né seu nome? Desculpa, nunca tinha ouvido falar sobre você.

  55. Uma sugestão, as notas dos jurados. Seria bom ser igual apuração do carnaval, tal jurado deu nota X para estilista Y no critério: criatividade, adaptação, estética (da roupa) … relacionar cada critério de avaliação e as notas que cada um recebeu. Afinal é um concurso de moda e saber os motivos pelo qual os looks foram escolhidos é parte fundamental assim todos teriam acesso do que pode ser melhorado em uma próxima oportunidade ou até mesmo para seguir carreira na moda inclusiva. Senti falta da descrição de alguns looks na passarela e no catalogo que a secretaria disponibiliza para a plateia. Nesse sentido, não culpo a secretaria, acho que faltou por parte de algumas estilistas descrever melhor o proposta apresentada.

  56. Vera Garcia disse:

    Boa Tarde a todos!

    Estou liberando os comentários, mas peço para que mais ninguém tome algo como pessoal. Vamos nos concentrar em debater ideias, dar sugestões…. Isso é ótimo!

  57. Marie, obrigada por dar a sua opinião. Eu sou fotógrafa e tenho uma agência de modelos para profissionais com alguma deficiência, eu estou buscando oportunidades para meus agenciados nesse mercado de trabalho. O meu debate é sobre legendas pós eventos e reconhecimento profissional. Aqui cada pessoa faz o seu comentário, de forma livre, algumas opiniões são bem oposta do que penso e respeito cada uma delas. Debater sobre melhorias é uma forma de mudar o que esta errado, uma forma de manifestar o que não gostamos. Concordo que algumas pessoas não estão focadas no debate. Esse post é para debater a inclusão na moda, aqui vou debater esse assunto, no qual estou diretamente ligada. Debater sobre transporte, barreiras arquitetônicas, direitos humanos, também entro, só que em post que estão ligados a esse assunto. Sou parceira do Movimento Inclusão Já, que todos os dias está nessa luta pelos direitos da pessoa com deficiência. Tudo tem lugar e hora certa para acontecer, aqui o momento é a moda. Tem outros post para debater as outras questões que apontou, que são importantes também e participo. Afinal meu modelo precisa ter acessibilidade para realizar o trabalho, ter cursos para exercer a profissão, precisa de um transporte com qualidade para chegar na hora marcada. Realmente, acho que faltou um pouco de educação por parte de algumas pessoas. Cada qual tem a sua opinião que tenho que respeitar. Muitas opiniões aqui são contrarias a minha. Em comum todos querem melhorias. O debate é importante, trabalhar em equipe é a solução.

  58. Ana disse:

    Agora sim:Kica,gostei da sua sugestão,nós não tivemos notas e eu mandei um monte de coisa para a organização…eles é que não colocaram tudo,infelizmente.
    Ou melhor,quem sabe até tivemos notas,mas estas não foram disponibilizadas?

    Vera,teve um post que está incompleto e apertei sem querer o botão de postar.

  59. Ana disse:

    Cleonice,eu não estou nem ai se vc trabalha em uma grande ou pequena instituição e também nunca ouvi falar de vc.Não quero saber da sua vida pessoal,assim como o Marcio não quer saber da minha e,no momento que ele falou isso,passei a respeitar e não falar mais da minha vida pessoal.
    Se eu estou digitando o meu nome acima,como vc acha que seria?
    E não quero ser chamada de senhora,e sim senhorita.
    Você não entendeu o que falei sobre exploração e nem vou colocar isso de novo, porque o FOCO DO DEBATE NÃO É ESTE,pois não tem nada a ver com deficiência física,e se coloquei foi apenas por fazer comentários a parte (quem nunca fez isso?).
    Assim como você nunca viu meu nome,muito menos nunca vi o seu.

  60. Ana disse:

    P.S: Posso mandar minha conta de aluguel para o próximo arrogante que quer me dizer como devo fazer minhas coisas?

    Diego,isso também me irrita muito,mas você faz a mesma coisa(quer dizer como os outros devem fazer as coisas)!

    Mas enfim,esse seu ultimo post foi mais sensato,mas tem gente que pode se ofender com algumas coisas….tome cuidado. Ninguém criticou sua forma de desfilar,até porque eu só vi uma vez,pela internet e te confundi com o outro modelo masculino.

    • Diego Madeira disse:

      Não fiz o comentário para uma pessoa, e sim de maneira global, se alguém se ofendeu, foi porque o Chapéu serviu. E se serviu, pode ficar com ele… Não tenho problemas com isso.

      Ana: “Diego,isso também me irrita muito,mas você faz a mesma coisa(quer dizer como os outros devem fazer as coisas)!” Em que momento eu fiz isso??

      Boa noite
      o/

      Diego Madeira

  61. Ana disse:

    “Ana, você faz uma salada nos assuntos ( pessoal com quase o seu profissionalismo) e perde o foco do debate. Quando escreve a sua opinião, argumenta de forma bem vaga, vou ser atrevido em escrever de forma “infantil”, vejo dessa forma”

    Sim,algumas vezes perdi o foco do debate(especialmente quando algo me irrita),assim como algumas pessoas também fizeram isso.
    Forma vaga??Você leu meu post pedindo desculpas ao Carlos e respondendo a Kica,a Valeska e o Diego(os 2 últimos posts ao Diego,no caso)?Lá não tem nada escrito de forma vaga e deixei minha opinião bem clara.Se você leu,procure reler…as vezes a gente só entende e compreende uma coisa quando lê mais de uma vez.
    Confesso,quando algo me irrita,fico muito brava mesmo…pior ainda é quando há erros de concordância entre as duas partes.Mas não chego ao ponto de falar:”pô mina,blablablalba”…..uhasuhasuhsa.
    Sobre a questão das deficiências,tudo bem que eles querem se sentir incluídos e confortáveis,porém,eu ,particularmente,acho muito importante o bom diagnóstico,até mesmo para saber lidar melhor com a pessoa.O Artur,irmão da Isabelle,por exemplo:o autismo dele ainda não está totalmente definido(se é devido à uma síndrome,qual o tipo,etc).Algumas coisas que estão definidas é que ele tem um autismo mais leve que a Isabelle e ele fala,ao contrário dela.Mas mesmo assim dá para criar looks para ele,por exemplo,porém,com um diagnóstico mais completo,daria para fazer mais coisas.
    Obrigada pelo apoio,e falei que vou entrar ano que vem porque vou me esforçar ainda mais que nesse ano e uma coisa é certa:uma das estilistas(que foi premiada)disse que não é difícil participar mais de uma vez,que são poucos estilistas que fazem trabalhos assim.Conheço algumas pessoas que participaram mais de uma vez.
    Para escrever diretamente para a Secretaria,claro que não usarei aquele computador com o teclado desconfigurado ,não é mesmo?

    ” Só que antes de escrever a carta que quer para a secretaria, procure fazer a configuração, procure uma pessoa que venha ajudar com o texto, saber escrever esse tipo de carta requer muita atenção para não ter interpretações erradas”
    Marcio,eu sei escrever direito e tenho uma ótima interpretação de texto,mas escrevo “mal”e de qualquer jeito quando alguém me irrita ou qdo escrevo com muita pressa…há uns dias atrás escrevi com pressa,porque tinha auto escola e,se atrasar,o sistema não aceita e,para marcar novamente,só daqui há uma semana,em média.Sem contar que todo mundo aqui em casa usa os computadores,aí fica difícil.

    Por último,vou sim fazer outro vestido para a Isabelle,e não apenas vestidos,e sim outras roupas com cordões.Os moldes e os tecidos estão aqui,só faltam algumas coisas como comprar mais fios e tecidos para encapar os fios.Já está tudo separado.A Marina também está para vir aqui para conversarmos,porém ela não veio devido à uns fatores pessoais.

    Só pedi o e mail porque ainda não sei como as mudanças serão feitas,se vamos mandar esse link para a Secretaria ou fazer de outra forma…e o e mail TALVEZ ajudaria nisso,até mesmo a decidir como pode ser feito,mas tudo bem,a vontade,só mande o quando se sentir confortável.

    • Marcio disse:

      Ana, de novo vem você com questões pessoais. Quando entra num debate, não quero saber se tem auto-escola, se pessoas usam o mesmo computador, se esta sem tempo. Fazer as coisas rapido, com pressa, realmente deixa o fator qualidade de lado. Ficou irritada com alguma coisa, conta até dez, vai dar uma volta e depois volta para responder. Os comentários falam muito de você, aqui estamos poucos comentando e muitos lendo. Da mesma forma que eu fiz uma avaliação sua, outras pessoas podem fazer da mesma forma. Outra dica que deixo aqui para você. Ainda não vou te passar o meu e-mail, realmente não venho muitas esperanças enquanto não mudar a sua postura. Quero ver as mudanças aqui, nesse post que com certeza vai render muita no fuuturo. Cuidado com o que escreve, eu pelo menos fiquei com a impressão que fazer parte desse concurso é “marmelada”, quando você escreve a opinião de outras estilistas que participaram de edições anteriores. Isso pode gerar um processo se os organizadores compreenderam da mesma forma que a minha. Entramos aqui para o debate, prefiro continuar aqui debatendo. Concordo com a opinião de procurar dar qualidade para os nossos comentários e depois fazer uma carta com o que estava de errado e apontar soluções para o ano que vem o sucesso seja de todos os envolvidos e não de poucos. Ana, não sou perfeito, não quero dar lição de moral, são dicas que dou e a minha opinião que expresso.

  62. Ana disse:

    “Voce precisa de um serviço, chama alguem pra fazer e logo essa pessoa não fará de graça, portanto, ela deve ser recompensada de alguma maneira….sendo assim, obviamente não há exploração… aqui deixo minha opiniao…Senhora …..é Ana né seu nome? Desculpa, nunca tinha ouvido falar sobre você.”

    A modelo e a família estão sendo recompensadas até hoje,se vc quiser saber.Já falei sobre isso acima e não vou repetir.Releia todos os posts e se você raciocinar corretamente,vai ver que houve uma troca.
    Parece que você colocou esse senhora e o “moça da moda” só para me irritar….parabéns,vc conseguiu seu objetivo(me irritar)!!Quer um prêmio por isso?
    E também acho ridículo termos como “moça da moda”.Eu,assim como as modelos,temos nome e vou te chamar de “moça dos sistemas”da próxima vez que você ousar me chamar assim.E,ao contrário de mim,creio que você não tenha me chamado assim por descuido ou amizade(como eu burramente fiz antes),e sim para provocar e mostrar”olha como sou melhor,trabalho formalmente numa empresa e blablá”.
    E pq vc colocou o termo GRANDE em caps lock?Mania de grandeza?Comigo as coisas não funcionam assim não” Senhora “.Não mesmo.
    Espero que você não tenha feito essas coisas de propósito(senão retiro tudo o que eu disse),mas caso tenha feito,aí está minha resposta para essas ridículas atitudes.

    Como a Valeska disse,gentileza gera gentileza.

  63. Ana disse:

    Vera, verdade.
    Uma discussão sempre vira uma fogueira de vaidades.

  64. Ana disse:

    Kica:
    “Seria bom ser igual apuração do carnaval, tal jurado deu nota X para estilista Y no critério: criatividade, adaptação, estética (da roupa) … relacionar cada critério de avaliação e as notas que cada um recebeu. Afinal é um concurso de moda e saber os motivos pelo qual os looks foram escolhidos é parte fundamental assim todos teriam acesso do que pode ser melhorado em uma próxima oportunidade ou até mesmo para seguir carreira na moda inclusiva”
    Concordo plenamente,sentimos falta disso!Qual foi(am) o(s) critério(s) avaliado(s)?

    Vera,novamente:
    Muito bom o texto sobre “o que é moda inclusiva”
    “Portanto, necessário destacar que diante do mundo globalizado em que vivemos, marcado pela rapidez dos acontecimentos e pela diversidade das características das pessoas, sejam elas comportamentais, físicas ou intelectuais, a grande verdade é que devemos compreender as diversidades, para melhor poder atendê-las e buscar o domínio das informações, pois se a moda existe, ela existe para as pessoas”.
    Gostei de todo o texto,em especial esta parte

    Valeska(novamente)
    me adiciona a sua lista de contatos,se não for incômodo
    É [email protected]….talvez a gente possa discutir melhor =).Uma andorinha não faz a diferença,realmente.

  65. Ana disse:

    .
    “Eu errei, saí um pouco do foco, voltei para o debate. Entramos para debater e vou continuar aqui fazendo os meus comentários. Valeska, uma andorinha só não faz verão, mais seis gatos miando de madrugada, barulho garantido kkkk”

    Eu também fiz isso…ainda bem que tem gente que assume que saiu do foco do debate(inclusive eu)…e creio que a Marie tenha falado “fogueira das vaidades” exatamente pq saimos do foco.Mas isso é só uma hipótese,não vou responder por ela.

    E vc Eduardo ,o que sugere?Eu e algumas pessoas colocamos já nossas sugestões p/ melhorar os próximos eventos.Gostaria de ouvir as suas.

    • Cleonice Terra disse:

      Dona Ana, realmente não me conhece faço parte da massa…centenas e centenas de pessoas que convivem com charlatões, piracaretas e ilusionistas de todos os sentidos que tentam fazer “boas açoes” voltadas para deficientes….mas enfim, peço que me PERDOE arrogancia nao faz parte do meu feito e se te pareceu isso desculpe-me mesmo…
      Com relação a minha vida pessoal, profissional …gosto de compartilhar e dar como exemplo afinal, neste blog por exemplo temos depoimentos de varias histórias de vida que inspiram pessoas a lutar… mas enfim, pra voce isso não vem ao caso e como não quero me dispor a continuar a mastigar o assunto e ofensas, tenho muuuuito o que fazer, assim como imagino que também tenha…Num tá mais aqui quem falou =)
      A senhora (ou senhorita como queira, não sabia como chamá-la afinal, não te conheço) me desculpe!
      Atenciosamente,
      Cleonice Terra Faria

  66. Gabi disse:

    Para algumas pessoas, a moda não faz sentido. Quem entrar para ver esse post tem que ter paciência, ver todos os comentários e ver que as pessoas de inicio não estavam no clima do debate, alguns “ataques” pessoais e no final, de volta ao debate.
    Aqui pelo menos não tem pessoas falando alto, gritaria e violencia fisica como alguns debates. O importante e que as opiniões aqui são registradas e elas ficam. O que estou gostando de ler e que “meia dúzia de gatos pingados” (também gostei disso) estão fazendo a diferença, estou vendo que as pessoas mesmo com opiniões opostas estão conseguindo ver o lado do outro. Viva a democrácia. Concordo que a inclusão tem que ser discutida como um todo, no momento certo e com post que tenha relação com o assunto. Marie, não sei se a secretaria teve por alguns instantes o pensamento voltado para: ” Como as modelos participantes vão vir para o concurso, uma vez que o transporte público não tem qualidade?” O importante agora e discutir a moda como fator de inclusão, esse assunto para nós e tão importante quantos os demais assuntos. Queremos um mundo totalmente inclusivo: moda, transporte, direitos, respeito, turismo. O momento aqui é dar nossas opiniões sobre o assunto : 3º Concurso de Moda Inclusiva: bastidores do evento. Os comentários podem ajudar de alguma forma, o máximo que posso fazer é dar a minha opinião, uma vez que não sou chamada para fazer parte da organização e nem recebo convite para participar desse evento. Minha sugestão, ao invés de fazer um coquetel, que gera custo, fazer o evento para quem estiver interessado em assistir. Fazer num espaço maior. Mesmo em espaço maior, tem capacidade máxima, divulgar o evento e criar uma lista. Assim como as estilistas fazem inscrições o publico também pode fazer. Nesse caso, teria um prazo também, uma forma mais justa com todos. Limitar o numero de convidados também foi uma forma de não incluir por parte da secretaria.

  67. Carlos Eduardo disse:

    O ser humano tem o seu limite até certo ponto, principalmente na questão paciência. Nas duas primeiras edições do concurso também teve erros e as pessoas não aguentam mais ficar caladas. O debate não é para jogar pedra em ninguém, nem colocar lenha na “fogueira das vaidades”. Só que chegou no limite de sempre ver as coisas erradas. Ano que vem, espero que as sugestões aqui, de alguma forma tenha o seu valor considerado. Todos são adultos e sendo assim sabem separar as coisas, comentários pessoais e comentários profissionais. Todos aqui precisam ser humildes o suficiente para assumir os erros. Se passei a imagem de ser o correto, o sabe tudo, deixo aqui as minhas desculpas. só não vou pedir desculpas sobre o que tenho opinião formada. Dou o meu apoio para quem realmente acho que luta pela inclusão e se por isso alguém me chamar de “puxa-saco”, eu tenho a resposta na ponta da lígua ou do dedo: eu fiz a escolha de apoiar tão ação por conhecer pronfundamente o trabalho desenvolvido e sei que apoiando essa ação pessoas com deficiência vão ser beneficiadas com o trabalho da pessoa que apoio.

  68. Solange disse:

    A melhor opção para mudanças é deixar bem claro a opinião de cada pessoa de forma pública. Concordo com a opinião da Priscila Menucci, chega de ficar ocupando cadeiras, pergunte para uma pessoa com deficiência antes quais as verdadeiras necessidades. Também concordo com a Kika que trabalhar em equipe é a solução.

  69. Valeria (Flor) disse:

    Não acho que o debate esta seguindo o caminho de fogueira das vaidades. Cada pessoa tem sua opinião e a diversidade precisa ser respeitada nesse ponto também, aceitar o que o outro fala, aqui no caso, escreve. Não concordo quando alguém escreve no debate de moda inclusiva, que seria melhor o grupo ver outras questões de inclusão. É importante discutir a inclusão como um todo, só que nesse post a moda é o alvo. Dar opinião que esse dabate não é saudavel eu até posso aceitar, só que não venha colocar a sua opinião sem argumentar e simplesmente dar as costa. Pelo menos escreva sobre o assunto moda, deixe claro a sua opinião também. Acho que nesse caso a pessoa quer ser a “politicamente correta” de achar que o que fazemos aqui é perder tempo. Não é isso. Estamos em um debate onde pessoas deixaram claras suas opiniões e se perceber algumas que antes não estavam conseguindo compreender a visão do outro, agora estão. Não gostei, sim esse é um comentário pessoal, de ver uma pessoa entrar no debate e simplesmente achar que moda não tem sentido na inclusão. Desculpas Vera, só que tenho que responder dessa maneira para o comentário da Marie, que supostamente acha que isso não vai dar em nada. Pelo menos uma coisa já deu, Carlos e Ana estão no debate de outra maneira, mudando a forma de um mandar resposta para o outro, isso no meu ponto de vista é resultado de um debate, onde as pessoas realmente estão refletindo. Também posso ver que Diego deixou sua opinião de forma menos ofensiva, escrevendo o que realmente pensa. Antes mesmos do comentario da Marie ser liberado para todos, os já presentes estavam mudando a postura, o comentário dela que realmente não faz sentido seguindo a linha do debate, ficou perdido.

  70. Carlos Eduardo disse:

    Vejamos, como aqui ninguém faz muita piada, sempre deixando isso para minha pessoa, que muitas vezes são piadas sem graça, só que eu fico tentando ser engraçado kkk vamos dar nome para o grupo do debate?
    Tenho duas opções, podemos ser meia dúzia de gatos pingados, ok, ok essa eu copiei da Valeska, só que ta valendo como opção, ou podemos ser chamado dos elefantes que incomodam muita gente? Ok de novo, essa eu peguei do meu tempo de primário kkk. Lembrando que gato miando de madrugada e elefantes realmente incomodam muita gente kkk
    O importante é que o dia de todos tenham momentos para rir e refletir, ou refletir e rir, não importa a ordem.
    Esse debate esta melhor que novela mexicana, qualquer reality show perde kkk. Fico com a opinião que estamos melhores que os comentários do Datena, sem ofensas claro, ele tem os meritos dele como comentarista de tragédia, jornalista, apresentador e se esqueci de alguma profissão, desculpas, não lembrei.
    Opa galera, saí do foco do debate, só para descontrair um momento, aqui todos são da paz.

    • Priscila Menucci disse:

      Ola , eu vou dar minha opinião mais uma vez , eu prefiro ser o ELEFANTE , pois temos que apontar onde estão os erros sim , como já disse anteriormente , as pessoas não fazem pesquisa com quem realmente deveria , e não tem que ter medo de falar sobre esse tipo de evento , pois até nos grandes eventos que já fiz eu tb critiquei quando foi preciso , e sou profissional , gostaria de ser tratada como tal como uma secretária que “luta tanto pelos direitos das pessoas com deficência , não tem estrutura nem fisíca e nem emocional para fazer esse tipo de evento , e sendo a terceira edição , era para eu fazer a segunda , mas para variar não queriam pagar , o que eu como modelo profissional , tendo como profissão modelo ,e atriz , iria fazer nesse evento , outra coisa quase que iria participar desse , mas ainda bem que eu estava de licença , enfim deveriamos sim se unir para melhorias , e não para saber quem é melhor ou não a tal disputa de ego. Pois Ego não sustenta ninguém .
      E dizer que faz por causa da causa kkkkkkkkkkk, quem paga as contas ?
      As estilistas não estavam lá para serem premiadas , então os modelos deveriam exigir seus pagamentos , pois tenho certeteza que a secretária não buscou ninguém em casa , e como se locomover até o evento ?
      Vamos colocar mis responsabilidade para esses organizadores , de TODOS OS EVENTOS PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA.Para não ficar a desejar para ninguém, e adorei a ideia da Kica , dos jurados .

  71. Marcio disse:

    Ana, antes de responder conte até 10. Você esta com palavras perdendo a sua razão. A forma como respondeu para a Cleonice da margem para comentários como o da Marie, que nesse caso concordo que dessa forma o debate perde todo o foco. O comentário dela e bem diferente quando ela usa assuntos pessoais para falar no debate, separe as coisas.
    Valeska e Vera já escreveram isso, vou aqui ressaltar essa parte gentileza gera gentileza. Antes de julgar, pergunte. Não ateque diretamente. O que eu escrevi para você é para você, a maneira como a Cleonice argumentou esta dentro do debate, afinal nesse ponto ela exemplificou escrevendo de remuneração. Da próxima vez antes de atacar, informe, uma sugestão: “Cleonice, da mesma forma que todos querem ser chamados pelo nome, eu também quero, vamos nos tratar dessa forma”. Melhor que atacar da forma como fez. Bem colocado pela Valeska parar de dar lição de moral, acho que o que fiz não foi com essa intenção, quero apenas dar dicas para Ana de como é ser profissional. Se de alguma forma passou como lição de moral, preciso rever a minha forma de comentar.
    Ana, você perde a paciência muito rapido, procure escrever de forma menos irritada. Isso não vai fazer bem para sua saúde (isso é um ponto pessoal, que acho importante te escrever).

  72. Ana disse:

    Marcio,em menos de uma semana já me conhece bem hein?Eu me irrito muito fácil mesmo kkk

    Gente,creio que a Marie não tenha falado aquilo por mal e que ela tb é a favor da inclusão!

    Gabi:
    “Aqui pelo menos não tem pessoas falando alto, gritaria e violencia fisica como alguns debates.”
    Violencia física?Lembro uma vez que passou uma reportagem que estava havendo violência física entre os membros do Congresso Nacional….mas nunca vi pessoalmente um debate(fora esses que a gente vê na tv) partir para a vîolência física sauhasuhasuuasuhasuh…desculpa,mas seria engraçado(só para descontrair um pouco,assim como o Carlos =p)
    “Fazer num espaço maior. Mesmo em espaço maior, tem capacidade máxima, divulgar o evento e criar uma lista. Assim como as estilistas fazem inscrições o publico também pode fazer. Nesse caso, teria um prazo também, uma forma mais justa com todos”
    Boa idéia…e vc acredita que os doces do coquetel acabaram super rápido??Eu,minha amiga e a Isabelle ficamos sem.

    Diego:
    Ana: “Diego,isso também me irrita muito,mas você faz a mesma coisa(quer dizer como os outros devem fazer as coisas)!” Em que momento eu fiz isso??
    Deu a entender que você fez isso qdo falou sua posição a respeito dos deficientes visuais…mas dessa vez foi de forma mais educada,pelo menos,e também avisou antes que o que vc escreveu é forte.

    Marcio
    “Ana, de novo vem você com questões pessoais. Quando entra num debate, não quero saber se tem auto-escola, se pessoas usam o mesmo computador, se esta sem tempo”
    DESSA VEZ só coloquei questoes pessoais para justificar a qualidade e ambiguidade de ALGUNS posts anteriores,não para fazer comentários a parte e nem para ficar estendendo a conversa sem necessidade.E pode ver que mais gente também colocou sua vida pessoal aqui neste espaço.

    “eu pelo menos fiquei com a impressão que fazer parte desse concurso é “marmelada”, quando você escreve a opinião de outras estilistas que participaram de edições anteriores. Isso pode gerar um processo se os organizadores compreenderam da mesma forma que a minha. ”
    Olha,uma coisa que eu realmente queria saber é quantas pessoas se inscrevem.Não sei mesmo,e se forem poucas pessoas,não é “marmelada”(essa expressão nao tenho o hábito de utilizar asuhasuh) alguma,pois é uma boa causa a que poucos estilistas dedicam e,por isso,os projetos são aprovados com maior facilidade.
    Mas não sei,é uma boa coisa p/ se descobrir…se nós soubessemos quantas pessoas se inscreveram,daria para ter uma opinião melhor.O pouco que sei desse aspecto é que algumas pessoas participaram sim duas vezes e que,na minha sala,não fiquei sabendo de nenhuma outra pessoa que se inscreveu,e nem na sala dessa estilista que conversei.E que tb teve bastante gente de outros estados.

    • Marcio disse:

      Ana, da forma como escreve, algumas coisas sobre o seu perfil são bem claras e você mesmo confirmou que é “pavio curto”.

      • Ana disse:

        Sim,confirmadíssimo.Não escondo quem sou,não me faço de perfeitinha e para muitos não tenho um perfil agradável.Paciência.

        Voltando ao que realmente importa…. sobre a carta,vc tem alguma sugestão sobre como escreve la ou sobre algum outro assunto que pode ser melhorado em geral?
        Gostei da idéia do post da Vera,falando sobre tudo o que deveria ser melhorado.

        • Marcio disse:

          Um outro post com todos os pontos que foram levantados, com as sugestões de cada pessoa que entrou aqui para debater e a melhor opção para fazer um link e mandar para os organizadores do evento.

  73. Ana disse:

    “Limitar o numero de convidados também foi uma forma de não incluir por parte da secretaria”
    Concordo plenamente,e NINGUÉM MESMO gostou dessa limitação de convidados…isso é uma forma muito explícita de não incluir,porém recebi mais dois convites(eles liberam pelo menos um ou dois se pedir com antecedência)…mas mesmo assim,não achei justo limitar dessa forma.

    “Concordo com a opinião de procurar dar qualidade para os nossos comentários e depois fazer uma carta com o que estava de errado e apontar soluções para o ano que vem o sucesso seja de todos os envolvidos e não de poucos”
    Gostei da idéia da carta…mas como e quem pode faze la?Tipo,alguém se responsabiliza por escrever tudo ou todo mundo escreve suas opiniões por meio do discurso direto(sem novela mexicana e programa do Datena,claro kkkkk)?

    Gente,já tem bastante idéia legal:
    -uniformizar o método de contratação de modelos
    -escrever uma carta
    -fazer uma lista de convidados
    -Gastar o dinheiro do coquetel em outras coisas
    -Dar notas para os looks
    -Ampliar o espaço

    Desculpa se esqueci de alguma idéia

  74. Valeska Reis disse:

    Ana, inclui na sua lista:

    - legenda com nomes das modelos e estilistas;
    - piso tátil funcional;
    - contratação de pessoas com deficiência para recepção;
    - disponibilizar audiodescrição para os modelos com deficiência visual;
    - ensaio pelo menos um dia antes do evento para os modelos participantes e não apenas no dia por alguns minutos;
    - assim como as estilistam receberam um incentivo (acho que foi um kit beleza) por meritos, dar para as modelos também;
    - quando anunciar a estilista vencedora, explicar com qual look ganhou, percebi que tinham estilistas com mais de um look participando, isso seria bom definir tanto para a estilista como para plateia;
    - disponibilizar o catalogo com o nome das estilistas e a descrição dos looks em braille;
    - as notas são dadas por jurados para cada look, disponibilizar essa informação como cronograma do evento, explicar para estilistas e plateia qual opinião de cada jurado, essa é uma informação importante para um concurso, podendo ficar no site da secretaria também;
    - informa o número de canditatas inscritas para o concurso;
    - respeitar horários marcados (todos os envolvidos), foi informada que alguns modelos chegaram às 14hs para justamente ter ensaio, fazer a preparação de make, ensaio ficou atrasado, profissionais do make chegaram bem depois do horário, alguns modelos tiveram problema com o trânsito assim como uma jurada que foi anunciada e não estava presente, sabemos que São Paulo é caótico com essa questão, pelo menos não anunciar quem esta ausente ( um jurado), prestar atenção e anunciar quando o mesmo chegar (problemas podem acontecer, ninguém esta livre deles, apenas tomar cuidado com as informações passadas para o público).

  75. Priscila Menucci disse:

    Gente porque só o governo tem que fazer esses concursos de moda inclusiva?
    Porque não corremos atrás de empresas direcionada á moda , que queiram investir em novos talentos para inclusão das pessoas com deficiência , pois quem é deficiênte se veste , é consumidor então tb não vamosa esperar do governo , que ele faça, pois já vimos que pelo terceiro ano é um fiasco , pois não se tem continuidade para tal proposito, vamos abrir mais esse meio da moda inclusiva sem medo de ser feliz ou de levar não na cara .Como a Ana sugeriu algumas ideias , vamos pegar e correr atrás para que realmente a INCLUSÃO aconteça.
    E claro e que os interessados estejam envolvidos , porque se tiver falhas , ninguém ” que seja deficiênte vai poder reclamar , e sim melhor para não errar outras vezes” pois quem vive na pele , sabe fazer as coisas para melhorar .
    Vamos em frente para essa luta não parar.

  76. Ana disse:

    Cleonice:
    A gente sabe que há mesmo picaretagens,ninguém nega….picaretagem há em diversos aspectos da vida.
    Tem gente picareta que é idolatrado,pior ainda.(Ex:Carla Bruni…desculpa aí se alguém gosta da Madame Sarkô,mas precisava exemplificar)
    Já expliquei sobre remuneração e agora acho que a Secretaria tem que definir isso.Eu tb não quero essa confusão em relação a contratação e desvalorização de modelos,já deixei bem claro.Acho que todo mundo tem que contratar e remunerar modelos da mesma forma,para não ter confusão.
    Eu tb colocava bastante coisas da minha vida pessoal,mas tem gente que não achou legal…aí to parando com isso,p/ não perder o foco do debate(algumas eu colocava por colocar,outras pq realmente tinham a ver com o debate).
    Mas creio que ninguém aqui é picareta,por mais que tenha algumas divergências de opiniões.
    Eu li sim algumas histórias das pessoas com deficiência no blog…elas,no geral,são fortes,e não fracas,como alguns erroneamente supõe.
    Bem,não tem o que perdoar,tambem quero ouvir suas sugestões.=))
    Sua sugestão é remunerar todas as modelos com dinheiro,certo?Ou apenas contratar profissionais por agência,não sei,não entendi direito esse ponto.
    Seja como for,a Secretaria tem que definir isso e todo mundo tem que fazer de forma igual,para não ficar essa confusão.

  77. Ana disse:

    Vera:
    Gostei da idéia.Aguardo o post.

    Valeska:
    Gostei de todas as idéias.Vale lembrar que o ferro só podia ser ligado as 4,nem as mocinhas que passavam a roupa estavam gostando disso.E tais aparelhos foram ligados umas 4 15.
    Descrição do look em braile?Perfeito!!A não ser que a pessoa seja realmente egoista(tipo:só o meu look que é bom para a inclusão e dane se o dos outros),a gente quer saber as propostas ,e creio que os outros deficientes querem ver se a moda adaptada realmente funcionou.Privar os def. visuais disso foi uma forma de não incluir.Como eles vão saber dos looks criados?Falar p/ alguém ler em voz alta não é uma forma de incluir.

    Priscila:
    ” então os modelos deveriam exigir seus pagamentos , pois tenho certeteza que a secretária não buscou ninguém em casa , e como se locomover até o evento ?”
    Bem colocado isso,e sugiro que todo mundo vá de carro(sem ofensas,mas tanto para deficientes qto para não deficientes,transporte privado é melhor).E quem mora longe?E quem não dirige?Enfim,são tantas colocações…sugiro um transporte fretado para o dia do evento,mas apenas sugiro,não sei se seria uma boa idéia ou se viajei nesse ponto.

    “Porque não corremos atrás de empresas direcionada á moda , que queiram investir em novos talentos para inclusão das pessoas com deficiência ,”
    Não é apenas o governo que faz desfiles com pessoas deficientes.A Kica faz alguns trabalhos e algumas marcas tb colocam deficientes na passarela.E tb tem os concursos de moda inclusiva regionais,mas esse foi o maior,pq é um concurso de âmbito nacional.Agora outros concursos desse alcance,realmente não conheço.
    As empresas investirem em novos talentos?Bem que eu queria que isso fosse verdade,mas poucas se dedicam a investir nessas coisas.

    • Priscila Menucci disse:

      Ola Valeska concordo com vc , e adorei as ideias , eu falei em outras empresas segmentadas em moda , por que já desfilei , para marcas famosas e selecionada pela Kica , sou modelo da agência dela.E adorei a ideia do Post.Vamos colocar em ação todas essas ideias.
      Ana muito boas ideias tb.
      Valeska:
      - legenda com nomes das modelos e estilistas;
      - piso tátil funcional;
      - contratação de pessoas com deficiência para recepção;
      - disponibilizar audiodescrição para os modelos com deficiência visual;
      - ensaio pelo menos um dia antes do evento para os modelos participantes e não apenas no dia por alguns minutos;
      - assim como as estilistam receberam um incentivo (acho que foi um kit beleza) por meritos, dar para as modelos também;
      - quando anunciar a estilista vencedora, explicar com qual look ganhou, percebi que tinham estilistas com mais de um look participando, isso seria bom definir tanto para a estilista como para plateia;
      - disponibilizar o catalogo com o nome das estilistas e a descrição dos looks em braille;
      - as notas são dadas por jurados para cada look, disponibilizar essa informação como cronograma do evento, explicar para estilistas e plateia qual opinião de cada jurado, essa é uma informação importante para um concurso, podendo ficar no site da secretaria também;
      - informa o número de canditatas inscritas para o concurso;
      - respeitar horários marcados (todos os envolvidos), foi informada que alguns modelos chegaram às 14hs para justamente ter ensaio, fazer a preparação de make, ensaio ficou atrasado, profissionais do make chegaram bem depois do horário, alguns modelos tiveram problema com o trânsito assim como uma jurada que foi anunciada e não estava presente, sabemos que São Paulo é caótico com essa questão, pelo menos não anunciar quem esta ausente ( um jurado), prestar atenção e anunciar quando o mesmo chegar (problemas podem acontecer, ninguém esta livre deles, apenas tomar cuidado com as informações passadas para o público).

      Vamos que vamos….

  78. Carlos Eduardo disse:

    Ana, não sei nada de moda, sou um “abelhudo” nesse assunto. Fico feliz que queira saber sobre as minhas idéias. Muita coisa já foi postada, idéias maravilhosas. A Vera, essa maravilhosa blogueira, deu a melhor idéia, fazer outro post com todas as sugestões. Podemos ajudar colocando as idéias aqui e elaborar o texto em conjunto. O que realmente queria ver aqui são os comentários das outras estilistas que participaram do concurso.

    • Vera Garcia disse:

      Também gostaria de ver comentários de outras estilistas, Carlos!

      • Carlos Eduardo disse:

        Ano que vem se a coisa não mudar, vou ser o primeiro que vai escrever, que falta união e que as pessoas realmente só querem aparecer e tirar fotos com artista. Quero ver aguentar o ELEFANTE aqui, vou ser o Datena da internet, ator principal de novela mexicana. Como já bem colocado nesse debate, queremos melhorias e pensar na inclusão como um todo.

  79. Fernanda disse:

    Dou o meu apoio para as sugestões da Kica, Valeska Reis, Priscila Menucci e para Vera com a idéia de fazer um novo post para encaminhar para secretaria.

  80. Matias Santana (Matt) disse:

    Parabéns ao site!

    O evento foi muito bonito, queria eu poder ter visto de pertinho… Moro em Borogodó e nem se ver isso por aqui. :[
    Absurdo não divulgarem os nomes dos participantes (Modelo cadeirante, modelo cega… e é um objeto é? …Puts).
    Alguns erros foram cometidos e não vou comentar todos porque estão claros na leitura…
    Uma coisa que me chamou a atenção também (talvez seja o que mais me chamou a atenção) é que a pessoa que escreveu esse bloque comenta que os organizadores deveriam ter pensado antes de ter convidado pessoas sem deficiência para recepcionar o evento… Eu não acho que isso foi um erro cometido, tipo eu como sendo cadeirante, com certeza ficaria mais acomodado num lugar que todo mundo fossem respeitados de forma igual… Imaginem eles criarem um centro universitário e todos os alunos tem que ter uma defi. e também todos os funcionários tem que ser deficientes… Absurdo, eu acho.

    Inclusão pra mim, é o conhecimento e respeito de que todos nós humanos somos iguais, que todos tem algumas limitações… TudoJunto&Misturado, apenas diferentes limitações.

    Eu sou o Matt e é isso que eu acho… Quem discordar de mim, que escreva o seu comentário
    e não critique o meu hehe.
    Vlws

  81. Valeska Reis disse:

    Matt, fico muito feliz com a sua participação aqui. Ter pessoas com deficiência na recepção era um meio de estar fazendo a inclusão no mercado de trabalho, não que todos fossem pessoas com deficiência, porém, seria uma forma justa de dar oportunidade para promover a inclusão, contratar duas pessoas com deficiência, ao menos. Isso que buscamos respeito ao próximo e valorização do ser humano.

  82. Carlos Eduardo disse:

    Putz Ana, pensei que estava do meu lado já kkkkkkk. Imagine o Datena nesse debate, só ele faz um barulho enorme kkkk. Piadas a parte,vamos lá galera, colaborar para o próximo post.
    Pequena grande mulher Menucci, que bom que esta aqui dando a sua contribuição para o post, com a sua experiência profissional aposto que já passou por poucas e boas. Só mudando um pouco de assunto, te vi no Gugu tá com tudo. Parabéns pelo o seu talento. Voltando ao debate, vamos continuar com as sugestões. O local do evento tem banheiro adaptado? Estava pensando nisso esses dias, uma vez que os modelos participantes tiveram problemas com ausência de camarins e tiveram que usar o banheiro para troca de roupa. Por ser evento do governo, num espaço que pertence ao governo a questão acessibilidade não tinha que ser exemplo para os outros? O que adianta o governo implantar leis e não está cumprindo as mesmas. O governo paga multa por isso? Quem vai cobrar o governo?

  83. Marcelo disse:

    Admiro pessoas que falam o que pensam, que ter determinação em consquistar seus objetivos. Parabéns Valeska por querer levar a informação e ficar na sala de bate papo apresentando trabalhos verdadeiros e serio como esse, gostei do blog vou ler outras vezes.

  84. Ana disse:

    Carlos…não tem problema…vc pode sim sugerir algo relacionado a moda,ninguém é “abelhudo” uhasuhas.Por ex,vc como def. físico…no que vc sente mais dificuldade em relação a roupas,considerando seu tipo de def.física?Aí,de acordo com isso,pode se criar roupas adaptadas que quebram essa barreira que se tem dificuldade,que proporcionam maior conforto,praticidade e adaptação de acordo com a deficiência,e não o contrário(a def se adaptar a roupa)É isso =).Vc pode ter uma idéia sua e apenas falar para a/o estilista passar para o papel,ou a/o estilista te ajudar a criar algo legal e prático,enfim,há uma gama de possibilidades para fazer e criar roupas adptadas.
    Também gostaria de ver as opiniões das outras pessoas participantes.

    Concordo com a Valeska,apesar de ser um trab. temporário,conta como experiência.
    Verdade Matt…e tipo,tinha muitos cadeirantes,e cadeirante não é tudo a mesma coisa.Há diversos tipos de def. física que fazam com que as pessoas utilizem cadeiras de roda.

  85. Ana disse:

    Priscila,que legal =)
    É mto bom ter esses concursos!

  86. Valeska Reis disse:

    Para todos a minha pergunta:
    O que é inclusão?

    A minha resposta, participação de todas as diferenças (politicas, religiosas, sexuais, raça, torcida organizada, entre outras diferenças, onde pessoas com e sem deficiência podem conviver em plena harmonia).
    O ser humano quando vai para um evento, ele precisa ser tratado com educação e ser bem recebido. Algumas pessoas que deixam o depoimento no texto acima, que são pessoas com deficiência, não foram tratadas como deve ser. Receber bem requer acessibilidade, o que faltou em alguns pontos, espaço adequado para o publico com deficiência assistir o evento, espaço para os modelos com deficiência para desenvolverem um bom trabalho, piso tátil que só estava ali por mera formalidade e sem adequação correta, piso inrregular para cadeirantes no coquetel. Pouco se pensou nos presente, imagine nos ausentes. O catalogo que foi distrubuído para o publico, ao menos as pessoas com deficiência visual não tiveram independencia para saber o conteúdo. Se estivesse em braille poderia ser uma forma de levar a informação do que estudantes de moda pensam sobre a questão roupas adaptadas e também podia ser uma forma de incluir mais pessoas no contexto, disponibilizando o e-mail de cada uma para que outras pessoas com a deficiência em questão possam tirar dúvidas e dar sugestões. Exemplo, se tivesse o e-mail da Ana no catalogo, imagine quantas pessoas com autismo podiam encontrar uma estilista que pense nesse segmento. Lembrando, que só estou escrevendo o nome da Ana aqui nesse comentário, como exemplo, pois foi a única estilista que entrou para o debate. Acho que a inclusão também é levar informação. Pensar no pós evento é uma forma de incluir. Aceitar opinião do outro é uma deficiência da humanidade, ninguém gosta de ser criticado, ninguém gosta de saber onde errou, ainda quando isso é feito de forma pública. Esperar manifestações dos demais participantes e da própria secretaria, posso apostar que é perda de tempo. O que não é perda de tempo e cada pessoa deixar o seu comentário, fazer as sua as criticas de forma clara. Criticar pelas costas, não dar opinião, leva o outro a cometer os mesmos erros, assim como vem sendo por 3 anos com esse concurso, pelo que pesquisei. Escrever o que pensa, da o direito do outro dar a resposta. Não vejo isso acontecer, assim como já foi colocado nesse debate, pessoas com deficiênca não são unidas. Não falo apenas nesse debate, vejo em outros também , debates virtuais e reais. Concordo com o Carlos Eduardo, se nada acontecer de melhoras ano que vem, pelo menos eu volto para dar a minha opinião verdadeira. Assim como volto para dar os parabéns para os pontos positivos. Fazer o concurso é valido, desde que realmente a inclusão possa ser feita em sua totalidade.

  87. Gabi disse:

    Carlos, o povo que tem que cobrar do poder público resultados e fazer a fiscalização. Sabemos que vivemos num país onde grande parte dos assuntos acabam em pizza. Temos que fazer a nossa parte, no momento a minha pelo menos e dar sugestões de melhorias, para ano que vem um evento inclusivo venha acontecer de verdade.

  88. Luzia da Silva disse:

    Fazer um novo texto com as sugestões é uma boa idéia.

  89. Erica S. Rocha disse:

    Querer ver alguma coisa realizada pelas mãos do ser humano em 100% é um sonho. A iniciativa da secretaria em promover o concurso tem que ser valorizada, assim como tem que ser valorizada as sugestões de cada pessoa que querem ver melhorias e não como poucos que aqui comentaram que querem apenas criticar por criticar. Para cada comentario aqui feito, concordo em alguns pontos, não gostei da forma que um deficiente trata outro deficiente, é preciso ter respeito mesmo quando damos a nossa opinião e por mais que fique lendo os comentarios o único que realmente não sabe o que é inclusão é o Diego, que ofende o seu semelhante, com palavras. Quero deixar a minha sugestão, para um próximo evento que a secretária deixe a disposição no site os looks desenvolvidos e um espaço para o debate, a opinião de pessoas com deficiência é importante para as estilistas saberem o que precisamos, assim como é importante saber o que foi criado por cada uma delas. Também concordo que pessoas com deficiência não são retrato de suas deficiências, o que esta na passarela não é uma modelo cega, é a modelo Karoll que tem deficiência visual (vi pelo post sobre o piso tátil, por isso dei apenas ela como exemplo). Existem tantos debates para saber qual o termo correto para se referir uma pessoa com deficiência, que o correto mesmo é chamar primeiro pelo nome. A briga por legendas apropriadas concordo plenamente, o minimo que se espera por parte de uma secretaria dos direitos da pessoa com deficiência e esse reconhecimento.

  90. Leniley Sales disse:

    Falar ou escrever sobre inclusão da pessoa com deficiência nos dias de hoje virou moda, e não é que estamos escrevendo sobre o nosso ponto de vista com relação a um desfile.
    A inclusão só existe quando há uma situação desfavorável ao outro, e isso implica segundo a nossa constituição, da condições a cidadão para poder exercer seus direitos adquiridos.
    Feliz ou felizmente eu não pude participar do desfile, pois não consegui administrar o meu e cumprir o prazo determinado para o envio das fotos.
    Ontem falei com a Kica por telefone, se me perguntarem se eu a conheço digo que não, porem, muitas pessoas que conheço já me perguntaram por que não entro no ramo da moda. A resposta sempre foi a mesma. “Um dia quem sabe. Olha que um dia eu acredito…”
    Sabem por que? Porque correr riscos muitas vezes também nos feri, e não por sermos fisicamente deferente, contudo porque somos ante de mais seres humanos dotados de sentimento.
    Não sei se as pessoas estam mudando, estam enrustidas ou só sistema simplismente encontrou uma necessidade e esta buscando meios de como supri-lo. A verdade é que estam nos vendo e para tudo existe um começo mesmo que torto ou um mau necessário.
    Quando alguem do meu convívio crética a lei de cotas para pessoas com deficiência, relembro-as que para que nos mulheres nos dias atuais pudéssemos votar, trabalhar, dirigir… o negro tivesse carteira assinada e para que ambos conquistassem o mercado de trabalho nos dias atuas não foi tão diferente.
    Nada é atoa ou perdido na minha opinião. Para algo melhorar faz-se necessário em primeiro lugar a participação dos membros da sociedade e principalmente os interessados no tema em destaque ou abordado.
    Com relação a não conhecer a Kica acredito que vou resolver este problema muito em breve, pois dessa vez enviarei minhas fotos no prazo.
    Sou deficiente física, formada em RH pela uninove, trabalho em uma instituição financeira, sou cantora da noite, tenho dais coletanias junto com outros poetas e escritores da Associação dos Escritores de Santo Amaro. Sei que ainda tenho muito a conquistar, no entanto, vou mostranto ao meu mundo e as pessoas maravilhas que Deus me proporciona a conhecer o quanto sou capaz.
    Kica um grande abraço, espero conhecer em breve esta profissional tão comentada por críticos e admiradores.
    Nada vem de graça, se vinhe desconfie pois só cada um de nos podemos fazer por nos mesmo quando não a (Mãe).
    A motivação é só existe quando temos uma necessidade não saciada e não o saceio dela.

  91. Leniley Sales disse:

    Falar ou escrever sobre inclusão da pessoa com deficiência nos dias de hoje virou moda, e não é que estamos escrevendo sobre o nosso ponto de vista com relação a um desfile.
    A inclusão só existe quando há uma situação desfavorável ao outro, e isso implica segundo a nossa constituição, da condições a cidadão para poder exercer seus direitos adquiridos.
    Feliz ou felizmente eu não pude participar do desfile, pois não consegui administrar o meu e cumprir o prazo determinado para o envio das fotos.
    Ontem falei com a Kica por telefone, se me perguntarem se eu a conheço digo que não, porem, muitas pessoas que conheço já me perguntaram por que não entro no ramo da moda. A resposta sempre foi a mesma. “Um dia quem sabe. Olha que um dia eu acredito…”
    Sabem por que? Porque correr riscos muitas vezes também nos feri, e não por sermos fisicamente deferente, contudo porque somos antes de mais nada seres humanos dotados de sentimentos.
    Não sei se as pessoas estam mudando, estam enrustidas ou o sistema simplismente encontrou uma necessidade e esta buscando meios de como supri-la. A verdade é que estam nos vendo, e para tudo existe um começo mesmo que torto ou um mau necessário.
    Quando alguem do meu convívio crética a lei de cotas para pessoas com deficiência, relembro-as que para que nos mulheres nos dias atuais pudéssemos votar, trabalhar, dirigir… o negro tivesse carteira assinada e para que ambos conquistassem o mercado de trabalho nos dias atuas não foi tão diferente.
    Nada é atoa ou perdido na minha opinião. Para algo melhorar faz-se necessário em primeiro lugar a participação dos membros da sociedade e principalmente os interessados no tema em destaque ou abordado.
    Com relação a não conhecer a Kica acredito que vou resolver este problema muito em breve, pois dessa vez enviarei minhas fotos no prazo.
    Sou deficiente física, formada em RH pela uninove, trabalho em uma instituição financeira, sou cantora da noite, tenho dais coletanias junto com outros poetas e escritores da Associação dos Escritores de Santo Amaro. Sei que ainda tenho muito a conquistar, no entanto, vou mostranto ao meu mundo e as pessoas maravilhas que Deus me proporciona a conhecer o quanto sou capaz.
    Kica um grande abraço, espero conhecer em breve esta profissional tão comentada por críticos e admiradores.
    Nada vem de graça, se vinhe desconfie pois só cada um de nos podemos fazer por nos mesmo quando não a (Mãe).
    A motivação é só existe quando temos uma necessidade não saciada e não o saceio dela.

  92. Carlos Eduardo disse:

    Agora em 2012 vamos ver a secretária corrigir esses erros apontados. Espero ser convidado para o evento e ver de perto que uma secretária dos direitos da pessoa com deficiência realmente pensam na inclusão e não pensam em fazer eventos para ganhar os “15 minutos de fama”. Não adianta fazer evento de qualquer jeito, sem acessibilidade, sem piso tátil correto, sem dar nome aos modelos… isso não é inclusão.

  93. Gilmar Baluarte disse:

    Para secretaria de direitos das pessoas com deficiência fica aqui uma sugestão de leitura

    http://www.deficienteciente.com.br/2012/07/desfile-inclusivo-na-etec-tiquatira-veja-fotos.html

  94. Gabi disse:

    Esse post não foi atoa. O blog tem força e nossas criticas foram lidas, uma por uma pela secretaria de direito das pessoas com deficiência, por mas que ela não reconheça, aceitaram nossas dicas.As nossas criticas, que fizemos aqui, ano passado, esse ano teve mudanças no evento, porém, ainda têm muitas coisas para melhor nos bastidores. O piso tátil estava diferente do ano passado, vou pedir para as pessoas que conhecem as normas de acessibilidade para ver as fotos que fiz do piso, assim se pode avaliar se agora eles fizeram certo.No site deles, ainda não tem as fotos, mas tem os nomes dos estilistas e os que ganharam tem a descrição dos looks vencedores. Faltou espaço apropriado para camarim, relógio os organizadores não sabem mesmo que objeto é esse. Falei com alguns modelos, questão cachê, ajuda com transporte, nada por parte da secretária.

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